
Quando se fala em sociedades secretas todo mundo já estica mais as orelhas pronto pra aproveitar as informações / fofoca de possivelmente um grupo de pessoas que quer dominar o mundo, pelo menos é assim que a maioria dos mortais não-membros vêem as seitas. Maçonaria, Templários, Priorado de Sião, Opus Dai, Ilumimatti. Nenhum escritor gostou tanto de debater estas entidades em sua obra quando o norte-americano Dan Brow. Em Anjos e Demônios temos aqueles que querem que a razão e a ciência prevaleçam sobre a religião, os iluminados Iluminatti. Depois em O Código DaVinci, mais do que questionar a humanidade e sexualidade do nosso senhor Jesus Cristo, Brown mostra o lado masoquista dos Opus Daí, braço legalizado da Igreja Católica Apostólica Romana, além de colocar o gênio que dá título ao livro como membro do lendário priorado. E neste final de ano, chega às livrarias O Símbolo Perdido sobre os maçons, seita que está intrínseca na história política do Brasil desde o império até os dias de hoje. Mas isto é literatura de ficção, não devemos esquecer que por mais que tenhamos um certo embasamento histórico, tudo não passa de fruto da mente de um escritor muito criativo. Agora o que dizer de Código e Anjos como obras cinematográficas, já que os livros tem lá o seu ar de roteiro pronto a ser adaptado. O Código DaVinci (2006) foi um fiasco, trama travada e confusa e atores em incríveis interpretações “vergonha-alheia”, especialmente Audrey Tautou e Ian McKellen. Sendo assim, fui assistir Anjos e Demônios (2009) com os dedos cruzados para que Ron Howard não repetisse o fiasco, e graças a Deus isto não aconteceu. Para quem gosta de história da arte, a trama continua encantadora com agora o acréscimo do suspense. Ao colocar 4 cardeais seqüestrados durante o conclave (eleição do novo papa), cada um deles simbolizando os elementos da natureza Terra, Ar, Fogo e Água, a trama flui de forma muito melhor, cinematograficamente falando. E desta vez dá orgulho vendo Ewan McGregor como o camarlengo, sempre em competentes interpretações. Fica a dica para o lançamento desta sexta-feira: um pouco de conspiração sem esquecer que, ao final das contas, é tudo ficção.





















As histórias originais dão bastante pano pra manga, então é um trabalho árduo a adaptação e vimos que não é fácil. Agora só o fato de “Obi-wan” estar no filme (aliás, um dos poucos que não desandou na nova triologia de Star Wars) já vale conferir pra ver como vai se sair. Eu estarei assistindo hoje e dou minha opinião no Zero
ahahahahahahah
outro dia estava em uma van quando um casal de 17 anos conversava:
Eu não acredito em Deus!
Porque?
Vc não leu harry potter? codigo da vinci…
e assim vai….
Eu sou fã do Tom Hanks sabe, mas Código Da Vinci foi a pior atuação dele na vida. E acho que o Ian Mckellen, salvou o primeiro filme do total boeiro. Fica difícil para um católico ver com bons olhos esses filmes. No filme anterior o Alfred Molina, faz até aquela entonação de voz que os padres fazem antes da omilia. Nem Bussula de Ouro consegue ser tão escroto. Eu sempre acho que quem escreve esse tipo de estória é aquele cara que ficou entediado durante uma missa e resolveu formular essas estórias mirabulantes. No anterior o Tom Hanks se ajoelha lá perante o tumulo de Maria Madalena. Nesse ele faz a carteirinha do Iluminati? Se fizerem um filme com bom orçamento da Madre Tereza de Caucutá ou de São Francisco, me chama.
Beijos Mariana.
Odeio o Dan Brown, odiei o Código da Vinci e não tenho a minima vontade de assistir este Anjos e Demônios. É um pouco de preconceito mesmo, porque não tolero um “vendedor de livros” que tem como maior trunfo o uso da polêmica barata, pronta… é claro que existem inúmeras coisas questionáveis na Igreja, mas dai pra ficar inventando um monte de bobagens sem fundamento pra gerar polêmica é um grande passo.
Mariana, comentei no vídeo desse filme lá no youtube. Apesar do áudio estar bem baixo valeu uma visita ao seu blog
Bela iniciativa do blog, gostei. Verei o filme amanhã. Como não li os livros acho que tenho maior chance de gostar do filme hehe.
Até!