A unanimidade em elogiar o diretor Julian Schnabel por esse trabalho é explícita.
“O Escafandro e a Borboleta, de Julian Schnabel, é uma obra-prima.” afirma categoricamente Reynaldo Domingos Ferreira do Blog Café na Política. Não é por menos, já que o nova-iorquino carrega os prêmios de melhor diretor em Cannes e no Globo de Ouro por esta obra. Ele já havia sido largamente elogiado pelo filme “Antes do Anoitecer” (2000), cinebiografia do escritor cubano Reynaldo Arenas, que foi perseguido em seu país natal e viveu anos exilado nos EUA. Mas agora a consagração se deu por prêmios concretos e a ovação da crítica. “Além da sagacidade do roteirista, é necessária também uma carga extra de feeling por parte do diretor.” elogia Geo Euzébio do Cine Players. Não apenas o diretor colhe os louros, como também o roteirista Ronald Harwood que adaptou de forma contundente o livro autobiográfico que dá nome ao filme. O Escafandro e a Borboleta foi escrito “a piscadas” por Jean-Dominique Bauby, o também protagonista que passa os últimos momentos de sua vida “trancado” em seu corpo e mente após um derrame. Coube também reconhecer positivamente a atuação de Mathieu Amalric, como o faz Angélica Bito do Yahoo Brasil Cinema: “O protagonista é interpretado magistralmente por Mathieu Amalric.” Sorte do francês, pois nada menos que Johnny Depp recusou o papel. O ator estava com a agenda cheia envolvido nas gravações de Piratas do Caribe – No Fim do Mundo (2007). Pois é… quem se lembra de Jack Sparrow agora?
A delicadeza e introspecção de Julian Schnabel
Opinião da Crítica17 de agosto de 2008




















