Como ficará escrita na história de Bush? Marcelo Forlani do Omelete apresenta sua teoria. “George W. Bush foi ao mesmo tempo o terror do mundo e o prato principal dos programas humorísticos. E sem fazer muito esforço, apenas sendo quem ele é. Texano de raiz e cinto com fivelão, cabeça-dura, gente do povo, língua maior do que o cérebro, ingênuo, direitista, religioso… a lista de palavras que poderíamos usar para descrever esse filho de um ex-presidente dos Estados Unidos, que também chegou à Casa Branca é enorme tamanho foi o impacto que ele causou durante os oito anos em que presidiu o país. W. (2008), de Oliver Stone, é ao mesmo tempo um resumo biográfico, uma análise politica e um ‘melhores momentos’ do que ele aprontou e falou. O filme é feito de idas e vindas no tempo, da reunião em que foi batizado de ‘eixo do mal’ a trinca de países Irã, Iraque e Coreia do Norte à outra, em que George W. percebe que a invasão ao Iraque foi precipitada e tudo o que ele acreditava se esvai.” O blog Sobretudo Filmes expõe o sacarmos que Stone tratou a figura de Bush. “Pode-se dizer, que Oliver Stone está entre os mais politicamente engajados, dos diretores americanos. Diretor de clássicos políticos como Nixon, JFK -- A Pergunta que não quer calar, Platoon, Nascido em 4 de Julho, todos fazendo fortes críticas ao governo americano. Em W., seu filme sobre a vida do ex-presidente americano George W. Bush, o diretor faz uma grande crítica ao ex-presidente e a era Bush.W. é talvez o filme mais sarcástico do diretor. Ainda assim, Stone foi acusado de ser condescendente com o seu personagem, o ex-presidente George W. Bush, o que eu discordo, pois o diretor nos mostra, como ele mesmo falou no encontro promovido pela Folha e o Cine Bombril, que quis mostrar como um candidato e uma equipe totalmente equivocada chegaram a presidência dos EUA.” Vão-se as presidências, ficam as pendências. Boa sorte Obama.
Stone/Bush
Opinião da Crítica26 de abril de 2009




















