O longa do diretor argentino Carlos Sorin foi unanimidade de qualidade e encantamento. Luiz Carlos Merten em seu blog no Estadão diz: “Não sei se a história de um velho que decifra o enigma da própria vida interessa a muita gente, mas a mim encantou. (…) A janela do título abre-se para os pampas, mas ela também é metáfora do cinema e do movimento interior que o velho protagonista realiza, em busca de um momento mágico que viveu 80 anos antes.” Já Robledo Milani no CineRonda parabeniza: “A Janela, de Carlos Sorin, é digno de todo e qualquer aplauso! O longa foge do sentimentalismo exagerado tão comum na cinematografia latino-americana, apostando num viés mais melancólico e reflexivo, tão característico da atual produção argentina. E mesmo dentro deste contexto consegue se destacar pela simplicidade de sua mensagem e o efeito que esta provoca em uma perfeita comunicação com o público.”
La Ventana
Opinião da Crítica25 de maio de 2009




















