Para demonstrar o sucesso atemporal da animação dos estúdios Disney, A Bela e a Fera (1991) vejamos algumas críticas desta obra. No AnimaToons vemos o quanto o trama marcou toda uma geração. “À época de seu lançamento original, A BELA E A FERA encantou os críticos e teve um papel fundamental no renascimento do interesse pelo gênero musical. Além disso, o filme também ajudou a ressuscitar os musicais da Broadway, com a estréia de sua montagem teatral em 1994. O musical da Broadway, que incluía nova canções do compositor Alan Menken (com letras adicionais de Tim Rice), continua em cartaz até hoje, após mais de 3.000 récitas, tornando-se o 10o musical há mais tempo em cartaz na história da Broadway. O espetáculo foi indicado a nove Tonys (tendo vencido o prêmio na categoria de Melhor Figurino) e já foi apresentado em turnês por todo os Estados Unidos e em países como a Inglaterra, a Alemanha, a Espanha e o Japão.” CinemaCafri nos dá mais detalhes da trama. “Bela, como o próprio nome já diz, é uma mulher muito bonita, que não se conforma de ter de viver em uma pacata cidade do interior da França. Ao seu lado tem sempre seu pai, Maurice, que é visto por toda a comunidade local como um inventor louco. Além da monotonia da cidade, Bela ainda tem de lutar contra Gaston, o bonitão do vilarejo que deseja conquistá-la a qualquer custo. O início do filme é somente festa e como de costume todos os personagens estão cantando sem desafinar ou errar a letra. Mas a festa acaba quando Maurice, indo para uma cidade vizinha, acaba por acidente parando dentro de um misterioso castelo. Neste, o velho recebe ajuda de anfitriões bastante peculiares: um candelabro, um relógio, uma bule, uma xícara, e outros objetos. Mas o que parecia um lugar hospitaleiro, se revela bastante perigoso quando a Fera aparece e decide aprisionar o pai de Bela. Do outro lado da trama permanecia Bela, que lia e cantava cada vez mais para ver se sua vida ganhava um pouco mais de cor (ironia para um desenho). Tudo está tranqüilo, até que um dia, enquanto canta pelos pastos, ela avista Philipe (cavalo de seu pai), e, de tão preocupada que fica, decidi ir atrás de seu pai. Montada no cavalo, Bela chega ao castelo e rapidamente encontra Maurice, mas também encontra a Fera, e para libertar seu pai se oferece para ficar no lugar dele. A partir daí é só romance, e vemos desenvolverem-se sentimentos entre os dois. Merece destaque a cena em que Bela e a Fera dançam no salão principal, abaixo de um maravilhoso lustre (na época uma revolução em computação gráfica) e ao som da bela música Beauty and the Beast (este último detalhe sendo menos interessante na versão dublada).” Sem dúvida, um clássico atemporal.
Beleza e Feiúra Atemporais
Opinião da Crítica6 de junho de 2009





















