Para resumir o que a crítica negativizou sobre Kill Bill na época, selecionei este post do Blog Cinema e Pipoca que nos conta sobre os dois volumes. “Ok, QUENTIN TARANTINO têm grandes idéias, projetos inovadores e ousados, desmestificou padrões e salvou Miramax da falência com PULP FICTION. Nesta nova empreitada, quis homenagear produções marciais do Oriente, filmando pesadamente várias cenas, entregando aos espectadores algo violento e sanquinário, decorado com referências pop e humor negro, típicos do diretor. No primeira (e melhor) episódio, UMA THURMAN (O PAGAMENTO), passa desenvoltura como noiva em busca de vingança. O roteiro -- dividido em capítulos é deleite -- principalmente na luta contra LUCY LIU (AS PANTERAS), mescla seqüências em animês, para satisfazer fãs e o próprio TARANTINO. Mas é no segundo volume que o diretor tenta, em vão, representar nuanças reais dos clássicos japoneses, porém Hollywood não tem os cacoetes nipônicos e de quebra, violência estilizada e diálogos, tornam-se demasiadamente tendenciosos. No desfecho seco e rápido, contra seu marido (interpretado por DAVID CARRADINE), THURMAN minimiza toda expectativa criada para o confronto final. Apesar do relativo sucesso, KILL BILL (que antes do lançamento era esperado como novo PULP FICTION), é apenas outra obra do ex-gênio por trás de CÃES DE ALUGUEL.” Para finalizar, um divertido vídeo que conta a história de Kill Bill em 1 minuto.






















E pensar que hoje viraria referência. Eu se fosse ele, reescreveria essa crítica. hehehe