“O monumental trabalho desenvolvido por Nelson Pereira dos Santos em Rio 40 Graus, visto como marco inicial de um movimento que revitalizou o cinema nacional, é estupendo e merece reconhecimento eterno.”
Conrado Heoli -- CinePlayers
“Rio, 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, é o filme mais importante da história do país, influenciador maior do Cinema Novo e cuja estética realista de semi-documentário pode ser percebida nos principais filmes brasileiros desta década.”
Daniel Faria -- Revista Wave
“UP é mais melancólico e muito mais maduro, capaz de agradar tanto às crianças que desejam rir de personagens mais engraçados, quanto aos adultos que já viveram boa parte de sua vida e compartilham de alguma parcela da melancolia que ronda Carl, sua casa e suas lembranças.”
Érika Zemuner – Pipoca Combo
“Palavras jamais fariam justiça à vida de Carl Fredricksen. Essa honra cabe apenas à Pixar.”
Érico Borgo -- Omelete
“Up é apenas uma animação com muito lirismo.”
Lola Aronovich – Escreva Lola Escreva

“O diretor Steven Soderbergh preferiu não comprar a polêmica, e apenas segue com clareza um roteiro baseado nos diários do próprio guerrilheiro, mostrando que o seu não é um filme de guerra, apenas a história de um homem determinado em busca de seus ideais.”
Jean Garnier -- Amálgama
“O fracasso desta segunda parte do épico de Steven Soderbergh era previsível, especialmente pela necessidade imposta por seus realizadores de conceituar a obra como um filme diferente de Che.”
Daniel Dalpizzolo – CinePlayers
“Um líder correto, exigente e frágil. É assim que a segunda e última parte do filme de Steven Soderbergh mostra o revolucionário Ernesto Guevara de la Serna.”
Darlano Didimo – Cinema com Rapadura

“ Pisa em falso: passa uma falsa mensagem misógina”
Angélica Bito -- Cineclick
“Possivelmente o filme mais chocante que você verá este ano. Informe-se bem antes de ir ao cinema. Pode ser que você não queira assisti-lo.” Mauricio Stycer - iG
“É como se O Albergue tivesse um filho com A Professora de Piano…”
Érico Borgo – Omelete
“Ele é apenas uma experiência amarga que alguns de nós talvez não queiram enfrentar.”
Rodrigo Carreiro -- CineReporter
“De uma forma geral, tem-se um filme com elenco mediano e a direção de Emily Young parece que transcorreu com tranquilidade.”
Cássia Ferreira – Pipoca Blog
“Um passatempo válido, que além de entretenimento pode servir para pequenas e rápidas reflexões sobre a sociedade e os seres humanos.”
Emilio Franco Jr. – CinePlayers
“Nada se aprofunda, ninguém tem nuances, as contradições expostas são limadas em troca de uma mensagem de auto-ajuda que precisa ficar explícita para ser eficaz.”
Luiz Zanin – Estadão
“Foi embora o climão de comédia romântica da estréia e voltam em maior dose os bons diálogos, o humor escrachado, físico e inteligente que tornaram a série um sucesso.”
Marcelo Forlani – Omelete
“O pior trailer do ano e uma das melhores comédias do ano. Vai entender…”
Maurício Saldanha – Cabine Celular
“O longa-metragem parece uma compilação de episódios da minissérie com a inserção da comédia pastelão em alguns momentos que não convence e enfraquece o produto final.”
Caíque Leda Gonçalves -- CinePlayers
“Com um roteiro muito mais coerente e encadeado que Borat, Brüno é uma eletrizante e hilariante crítica à intolerância. Piadas ácidas cobertas de purpurina.” -- Heitor Augusto / Yahoo! Brasil Cinema
“Uma escancarada e histérica crítica à ‘profissão de famoso’, esse interesse quase doentio pelas vidas de figuras públicas, e o que algumas pessoas fazem para obtê-lo.” – Érico Borgo / Omelete
“Hilário. Cômico. Engraçado. Crítico.” – Vinícius Silva / Correio
“Artificial e cruel quando deveria ser espontâneo e instigante.” – Pablo Villaça / Cinema em Cena
“Violento e realista, é um perfeito retrato de como a máfia podia ser boa e cruel ao mesmo tempo.”- Rodrigo Cunha / CinePlayers
“Todos os filmes sobre máfia resgatam maneirismos dessa trilogia inesquecível, uma verdadeira ópera estilizada, com todos os ingredientes que uma tragédia moderna poderia exigir.” Rodrigo Carreiro / CineReporter
“Um dos ápices do cinema narrativo, uma das obras-primas do cinema tout court, e um daqueles filmes sempre citados quando se quer dizer que a oposição entre arte e indústria é artificial.” Luiz Zanin / Estadão
“Com uma direção corajosa, firme, atuações monstruosas e um roteiro incrívelmente adaptado, O Poderoso Chefão é um filmaço que merece cada Oscar, prêmio e cada elogios e aplausos recebidos.” Renato Tavares / Cinema Num Clique
Dos dois críticos que reuni abaixo, ambos elogiam em Trama Internacional (2009) a cena do tiroteio no museu. Uma cena seria capaz de salvar um longa? Pelo visto, não! Silvio Pilau do CinePlayers afirma: “Dirigido por Tom Tykwer, o filme resulta em uma experiência bem construída durante boa parte de sua duração, até praticamente jogar tudo fora perto do final. Nesse sentido, o cineasta repete o que aconteceu com Perfume -- A História de um Assassino, seu trabalho anterior, uma obra que também se perdia no terceiro ato. Em Trama Internacional, Tykwer desenvolve o enredo com precisão, jamais deixando a obra perder o ritmo e fazendo com que a narrativa siga sempre adiante, com novas informações relevantes à investigação surgindo a cada novo momento.Dessa forma, a construção da tensão é eficiente: ainda que Tykwer não apresente a originalidade de Corra, Lola, Corra, o filme realmente funciona de forma gradativa, elevando a urgência da história até o clímax passado dentro do Museu Guggenhein. O grande problema é que este auge chega cedo demais e, após ele, a produção ainda tem uns vinte e tantos minutos de pura enrolação que jogam por terra tudo aquilo que havia sido desenvolvido até o momento. A sequência no Guggenhein é tão bem montada e dirigida que nada do que vem depois consegue se igualar a ela, fazendo do último ato de Trama Internacional uma verdadeira jornada ladeira abaixo.” E no Blog TotalCine: “Trama internacional entrega o que o título promete, uma grande trama internacional que, bem ao estilo James Bond de ser, envolve uma série de países em uma grande conspiração.Embora já tenhamos dezenas de filmes do estilo, esse foi o que para mim se aproximou mais do mundo no qual vivemos hoje em dia com mega corporações e empresas com braços em diversos países, muitas vezes atuando de forma ‘questionável’. (…)A direção de Tom Tykwer (Perfume e Corra, Lola, Corra) peca no começo demorado e em um final que provavelmente confundirá muitas pessoas mas acerta em uma cena de ação, dentro do museu Guggenheim que é muito boa. Se ele tivesse extendido aquela ação para algumas outras áreas do filme teria gostado muito mais.”
Extraindo apontamentos da crítica brasileira vê-se que criou uma imensa expectativa em torno de Matheus Sousa e seu Apenas o Fim (2008). Que seja apenas o começo… Celso Sabadin do CineClick faz as devidas comparações. “Sangue novo no cinema brasileiro. Com os jovens Matheus Souza na direção e Gregório Duvivier e Erika Mader nos papeis principais, Apenas o Fim vem conquistando prêmios e elogios por onde passa. E não sem motivos. Resultado de um projeto dos alunos da PUC carioca, o filme tem humor, frescor, interpretações irretocáveis, sentimento e simplicidade, muita simplicidade. (…) Um grande painel dos sentimentos humanos construído por dois jovens repletos de cultura pop. De Super Mario Bros a Dakota Fanning; de Star Wars a Michael Jackson. Tudo cozido dentro de um fervente caldeirão de emoções à flor da pele. Gregório Duvivier e Érika Mader (sobrinha de Malu Mader) passam uma espantosa veracidade. Atropelam-se ao falar, sorriem com ternura, enfurecem-se com ardor. Fica até difícil (impossível?) dizer o quanto há de roteiro escrito e o quanto há de improvisação entre ambos. De certa forma, lembra Antes do Amanhecer e Antes do Por-do-Sol, com Ethan Hawke e Julie Delpy. Mas com um delicioso tempero brasileiro.” E Zanin em seu blog no Estadão faz suas ressalvas. “É típico de uma época de exagero, falta de distanciamento crítico e entusiasmos passageiros como a nossa, mas Apenas o Fim, filme de Matheus Souza, já vem sendo saudado como novo caminho para o cinema brasileiro. Nada menos. Talvez o julgamento hiperbólico faça mais mal que bem tanto ao filme como aos atores e ao próprio realizador. Por outro lado, entende-se a receptividade efusiva, num momento em que não parece haver alternativas entre o drama de conteúdo social e a comédia romântica made in Globo para o cinema nacional. Apenas o Fim entra por outro caminho. É uma produção barata, com uma única locação, dois personagens principais e alguns secundários, que fala de amor, ou do final de um caso de amor. (…)há um inventário de todo um vocabulário de geração. Toda uma rede de referências tecida em contato com a cultura pop, do MSN ao Orkut, na qual Pokémon e Cavaleiros do Zodíaco podem servir como ferramentas auxiliares para decodificação do mundo. Goste-se ou não, é assim mesmo. Se bem que para espectadores menos antenados nessa espuma efêmera da cultura contemporânea talvez fosse necessário um glossário para entender o que se passa na tela. Por outro, há a aproximação muito explícita do cinema estreante de Matheus ao cinema veterano de Domingos Oliveira. Existem mesmo pontos comuns. Domingos focou-se se nas relações humanas numa época em que o cinema de qualidade no Brasil se obrigava, como por mandato popular, a esmiuçar a questão social e política.” Reitero… que seja apenas o começo…





















