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	<title>:: MovieYou - A Crítica Democratizada :: &#187; Você</title>
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		<title>Cine Clube Movimento!!!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 00:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Filmes gratuitos, debates e um público apaixonado e entendido de cinema. Assim serão as exibições do Cineclube Movimento que terão início no dia 03 de setembro. Criado em parceria com o Centro Cineclubista de São Paulo (CECISP), o objetivo do Movimento é abordar a importância de cada filme tendo como base o período em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filmes gratuitos, debates e um público apaixonado e entendido de cinema. Assim serão as exibições do Cineclube Movimento que terão início no dia 03 de setembro. Criado em parceria com o Centro Cineclubista de São Paulo (CECISP), o objetivo do Movimento é abordar a importância de cada filme tendo como base o período em que foi feito, sua escola cinematografia, o enfoque político-social, dentre outros aspectos, apresentando-os por um viés diferente, dinâmico e interativo.<br />
O cineclube foi idealizado por duas jovens, uma jornalista e outra cineasta. Porém, acima de tudo apaixonadas por cinema. Partindo desse princípio, buscam uma maneira diferente de apresentação e observação do cinema, difundindo-o não apenas como entretenimento, mas como forma de educação, informação e formação social.<br />
Para Carolina Peres, esta é uma realização e uma chance de apresentar algo diferente. “Meu objetivo é apresentar a importância educativa do cinema por meio do Movimento. Quero que assistam ao filme, gostem e depois discutam e criem idéias coesas sobre o que realmente é fazer cinema” – afirma.<br />
Natascha Cavalcante, jornalista e estudante de cinema afirma que a proposta para a criação do cineclube calhou com a vontade que ela tinha de criar algo parecido. “Espero que as pessoas compareçam, entretenham-se e enquanto isso aprendam um pouco mais sobre o que é cinema, suas escolas cinematográficas e técnicas. Enfim, que aprendam enquanto se divertem. O objetivo não é formar cineastas e sim desenvolver o olhar crítico das pessoas a partir da reflexão gerada pelos debates que o cineclube  proporcionará.</p>
<p>Sinopse<br />
Tommy é um filme musical baseado na ópera rock lançada em 1969 pela banda inglesa “The Who”. O filme conta a história do capitão Walker, que durante a II guerra mundial foi dado como morto. Sua esposa Nora Walker, interpretada pela atriz Ann Margaret (que ganhou o Globo de Ouro por esta atuação), fica com a missão de cuidar sozinha do garotinho Tommy. Com o tempo Nora se envolve com outro homem, mas depois de anos o capitão chega repentinamente em casa. Neste momento o então marido de Nora assassina o capitão. Tommy, o garotinho, presencia tudo. Neste momento o padrasto e a mãe insistem que ele não viu, não ouviu e não vai falar nada. Tommy torna-se surdo, mudo e cego. Um filme musical que prende a atenção do público e tem um final surpreendente.</p>
<p>Sobre o CECISP<br />
Fundado em 30 de abril de 2002 o Centro Cineclubista (CECISP) é uma entidade da sociedade civil sem fins lucrativos e de natureza cultural que atua e organiza cineclubes com o objetivo de formar agentes multiplicadores e criar um circuito consistente para a difusão cinematográfica.<br />
O CECISP atua em todo o estado de São Paulo e promove oficinas de formação com palestras e workshops. Além disso, realiza debates sobre a arte audiovisual e edita a revista Cineclube Brasil. O centro também é criador do troféu Luis orlando da Silva, oferecido aos filmes projetos, Cineclubes, personalidades e empresas que investem na cultura.</p>
<p>Serviço<br />
Cineclube Movimento<br />
Rua Augusta, 1239<br />
Data: 03 de setembro<br />
Hora: 19h00<br />
Entrada: Grátis</p>
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		<title>Muita tensão em poucos cortes</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 08:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;O filme inteiro foi filmado em uma cena&#8221;. Esse comentário foi o que me motivou a assistir ao Festim Diabólico (1948), primeiro filme colorido do mestre Alfred Hitchcock, mas eu não esperava encontrar isso de fato, afinal dirigir uma cena com mais de 40 minutos, sem cortes de câmera, me parece ser extremamente difícil por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/rope-1-1024.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="216"/>&#8220;O filme inteiro foi filmado em uma cena&#8221;. Esse comentário foi o que me motivou a assistir ao Festim Diabólico (1948), primeiro filme colorido do mestre Alfred Hitchcock, mas eu não esperava encontrar isso de fato, afinal dirigir uma cena com mais de 40 minutos, sem cortes de câmera, me parece ser extremamente difícil por alguns motivos, como por exemplo, a direção de atores e a movimentação da câmera. Sei que só não consigo pensar em mais dificuldades por não saber muito sobre a produção de um filme. Mas o filme cumpre quase o que me foi dito, eu ainda não tenho certeza; acho que notei dois cortes, o primeiro quando a câmera fica muito próxima das costas de Brandon (John Dall), quando ele estava ao telefone, e num momento parecido quando o baú é aberto, e nos dois casos a câmera se aproxima muito de uma superfície escurecendo a tela, para disfarçar um pouco os cortes. Se existirem outros cortes eles estão muito bem escondidos pela edição.</p>
<p>O roteiro é sempre a parte mais importante de uma produção e nesse caso tem a importância multiplicada, por que para cumprir a proposta de realizar o filme em uma cena só, é necessário que seja todo filmado com uma câmera, reduzindo assim a possibilidade de grandes ângulos e qualquer outro tipo de artifício fotográfico. Para sustentar a simplicidade da fotografia do filme o roteiro deve criar uma situação de expectativa muito grande e ainda manter o ritmo com bons diálogos. É com grande habilidade que Hitchcock realiza as duas coisas, consegue segurar a atenção do expectador do começo ao fim. O filme iniciado com um assassinato cria logo de cara um problema: &#8220;O que fazer com o corpo?&#8221;, e estende o problema quando é estabelecido o jogo de cão e gato entre Rupert (James Stewart) e Brandon, com diálogos tensos entre Rupert e Philip, além de usar como pano de fundo os outros convidados que estão todos ligados a vitima do homicídio inicial, David.</p>
<p>Essa proposta de filmar em poucas cenas me lembra outros dois ótimos filmes, 12 Homens e uma sentença e Cães de aluguel. Os dois seguem a mesma fórmula de manter a trama em um cenário, mantendo o filme interessante com um mistério/problema e grandes diálogos, sendo que Cães de aluguel faz uso de vários flashbacks, o que o diferencia um pouco dos outros dois, contudo não reduz o crédito.<br />
Dos poucos filmes do mestre do suspense que eu já assisti, esse é sem dúvida o melhor. Além da direção sensacional, a atuação de James Stewart também se destaca. Altamente recomendado.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:DNLskywalker_c3po@hotmail.com">Daniel Simião de Oliveira</a> -- <a href="Daniel.oliveira@saobernardo.sp.gov.br">Daniel.oliveira@saobernardo.sp.gov.br</a></p>
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		<title>Um filme &#8220;nos trinks&#8221;.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 21:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Acabei de sair da sessão de &#8220;Par Perfeito&#8221;, e como um fã do Ashton Kutcher sou suspeito para comentar esse filme. Mas lá vai minha opinião:
O filme não é exatamente uma comédia romântica como aparenta, está mais pra romance divertido porque não é tão engraçado assim! Mas como eu disse, é muito divertido! Remete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/killers-photo10.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="435"/> Acabei de sair da sessão de &#8220;Par Perfeito&#8221;, e como um fã do Ashton Kutcher sou suspeito para comentar esse filme. Mas lá vai minha opinião:<br />
O filme não é exatamente uma comédia romântica como aparenta, está mais pra romance divertido porque não é tão engraçado assim! Mas como eu disse, é muito divertido! Remete até à Sr. e Sra. Smith, por misturar romance, ação e comédia.</p>
<p>Atuações, fotografia, falas, roteiro e tudo mais na medida certa para um bom filme dessa linha, então o que eu digo é: assista!, se você gosta desse estilo de filmes. Caso não goste, não vá ao cinema! Você vai achar só mais uma filme cheio de clichês.</p>
<p>Anyway, eu gostei! Mas reconheço que não acrescenta nada ao estilo então, três películas para &#8220;Par Perfeito&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:mauricioflora@hotmail.com">Mauricio Flora.</a></p>
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		<title>A animação em sua melhor forma!</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 19:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não há maneira melhor para classificar Akira do que como uma das melhores animações de todos os tempos. A cena inicial da perseguição de motos mostra o que será o filme inteiro, ação frenética do inicio ao fim. A idéia de Katsuhiro Otomo em misturar o apocalipse com a raiva adolescente é simplesmente genial, nada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/akira4.jpeg.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="409"/>Não há maneira melhor para classificar Akira do que como uma das melhores animações de todos os tempos. A cena inicial da perseguição de motos mostra o que será o filme inteiro, ação frenética do inicio ao fim. A idéia de Katsuhiro Otomo em misturar o apocalipse com a raiva adolescente é simplesmente genial, nada mais, não há maneira melhor de definir tal idéia. É de enlouquecer qualquer garoto com suas gangues de motoqueiros rebeldes, drogas sintéticas, possessões e seitas apocalípticas em uma Tókio futurista. São 124 minutos de pura arte,roteiro fantástico,animação tão incrível que é difícil comentar sobre tal,cenários incríveis,uma batalha à La Dragon Ball (Z).É basicamente um filme ótimo que merece ser assistido,não vou falar mais sobre por que qualquer spoiler  pode estragar a magnitude da obra.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:bvjones123456@yahoo.com">Valério de Assis</a></p>
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		<title>Mais uma obra-prima de um gênio</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 15:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sonho, é um tema muito interessante para se explorar em um filme. Além de proporcionar  grande amplitude narrativa e técnica, pois pode-se imaginar qualquer história ou simbologia dentro dele, este tema pode até criar um exercício de estilo, para alguns diretores. &#8220;A Origem&#8221; é tudo isto, é inteligente e belo, tornando-se assim, na minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/origem_7.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="424"/>Sonho, é um tema muito interessante para se explorar em um filme. Além de proporcionar  grande amplitude narrativa e técnica, pois pode-se imaginar qualquer história ou simbologia dentro dele, este tema pode até criar um exercício de estilo, para alguns diretores. &#8220;A Origem&#8221; é tudo isto, é inteligente e belo, tornando-se assim, na minha opinião, um dos melhores filmes de Christopher Nolan (perdendo somente para &#8220;Batman -- O Cavaleiro das Trevas&#8221;), um dos melhores filmes que utilizam este tema (sonhos), e até um dos melhores filmes do ano! Nolan concilia muito bem os aspectos técnicos aos narrativos, na produção, ou seja, Nolan  não insere efeitos especiais a troca de nada, somente para mostrar a qualidade dos aspectos técnicos. Não, os efeitos são usados em prol da narrativa, e não como mero exibicionismo. A cena em que a cidade se dobra (que, com certeza é um dos melhores momentos cinematográficos  do ano de 2010), está lá, não simplesmente para nos mostrar os efeitos especiais incrivelmente bem feitos, mas aquela cena desempenha sim uma função narrativa (aliás, todas as cenas de &#8220;A Origem&#8221; possuem alguma importância no filme), além claro, de nos deixar maravilhados com a complexidade dos efeitos visuais, que são ricos em detalhes e chegam, muitas vezes, a causar confusão na nossa cabeça. Na verdade, não só os efeitos deixam nossa cabeça embaralhada, mas também o roteiro, que provavelmente é o mais inteligente do ano, nos deixa confusos, até mesmo pelo fato de a narrativa não parar para explicar os acontecimentos do filme. Em &#8220;A Origem&#8221;, o expectador entende o filme sozinho, sem o auxilio da própria produção, e isso é muito bom! Christopher Nolan, que escreve, também dirige, este filme. E claro, vindo de uma pessoa que dirigiu &#8220;Batman -- O Cavaleiro das Tevas&#8221; e &#8220;Amnésia&#8221; (os melhores filmes dele, junto de &#8220;A Origem&#8221;), não poderíamos esperar uma direção ruim, que claro, não acontece, pois Nolan é um diretor talentoso, basta olhar a interpretação que ele conseguiu extrair de Heath Ledger, no papel do Coringa. Como se não bastasse, &#8220;A Origem&#8221; impressiona ainda em sua montagem, muito complexa, até por ter que criar três sonhos (um dentro do outro), mais um limbo e ainda fazer o tempo passar de acordo com o nível de sonho em que a trama está se desenrolando (para isto, a câmera lenta é muito utilizada). A edição de som também merece destaque, por aumentar mais ainda as nossas emoções durante a projeção. E, para completar, &#8220;A Origem&#8221; ainda nos impressiona em seu elenco, que conta com incríveis atuações de atores e atrizes já consagrados, como Leonardo DiCaprio, Marion Cotillard e Ellen Page. DiCaprio  interpreta um ladrão que, junto de sua equipe, entram nos sonhos das pessoas para roubar segredos industriais. Ele aceita então, uma proposta feita por um empresário japonês: implantar uma ideia na mente de um herdeiro de uma empresa milionária. Posso afirmar que &#8220;A Origem&#8221; será indicado aos Oscars  de melhor filme, melhor roteiro original, melhor montagem, melhores efeitos visuais e melhor som. E tem fortes chances de ganhar todos, senão a maioria! Fantástico!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>No primeiro filme, Illumination decepciona!</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 17:31:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Meu Malvado Favorito&#8221; é uma completa enganação. É um daqueles filmes que possuem um trailer  incrível, que quando o mesmo acaba temos vontade de ir correndo assistir o filme. Mas, quando você entra na sala de cinema, entusiasmado, e o filme começa, a sensação de decepção surge, logo nos primeiros minutos de projeção. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Meu Malvado Favorito.jpg" border="0" alt="" />&#8220;Meu Malvado Favorito&#8221; é uma completa enganação. É um daqueles filmes que possuem um trailer  incrível, que quando o mesmo acaba temos vontade de ir correndo assistir o filme. Mas, quando você entra na sala de cinema, entusiasmado, e o filme começa, a sensação de decepção surge, logo nos primeiros minutos de projeção. Com uma premissa original, que conta a história do ponto de vista de um vilão, teoricamente &#8220;Meu Malvado Favorito&#8221; deveria ser um filme também muito original, e pode soar estranho, mas não há nada de original nesta produção. Pelo contrário, é um filme realizado com extrema falta de criatividade, fato que o leva a plagiar outros filmes, como &#8220;Wall-E&#8221;, nos momentos em que a câmera perde e retoma o foco rapidamente, numa cena de ação. &#8220;Meu Malvado Favorito&#8221;, acima de tudo é completamente sem graça. Você passa o filme inteiro sem rir! Um conselho: se você for assistir a este filme, não assista o trailer, pois as únicas cenas engraçadas do filme estão no trailer, sendo assim, as únicas sequências que prestam do filme são estragadas pelo trailer, o que reflete  uma tentativa desesperada de ganhar público. Há piadas no filme que são tão sem graça, que chegam a ser embaraçosas. &#8220;Meu Malvado Favorito&#8221; insiste na tentativa de comédia, através de socos e tapas, mas claro, não manifesta nenhuma risada no público (pelo menos no público sensato). Aliás, um dos grandes atrativos  deste filme são os &#8220;bichos amarelos&#8221; (na falta de classificação melhor). Mas acontece que eles também não possuem graça alguma, e o filme também insiste em coloca-los na maioria das cenas, porque afinal, eles são um dos poucos motivos pelo qual uma pessoa vai pagar para assistir este filme no cinema. Na metade do filme, estes &#8220;bichos amarelos&#8221; se tornam uma presença tão irritante, que temos vontade de sair da sala de cinema, quando eles entram em cena. A versão em inglês conta com as vozes de Steve Carell e Miranda Cosgrove, mas não tive a oportunidade de assistir a versão legendada, mas mesmo assim, tive a oportunidade de ouvir a voz de Marcius Melhem, que empresta muito bem a sua voz ao personagem Vetor. Eu acho que Melhem é um dos poucos pontos positivos do filme. Este é o primeiro filme do estúdio estreante Illumination Entertainment, e conta a história de Gru, um vilão que planeja roubar a lua, para superar a fama de seu inimigo, um outro vilão, chamado Vetor. Mas para isto, ele decide adotar três garotas, que serão de muita utilidade para ele em seu plano. Mas elas começam a conquistar o coração de Gru. Bem ruim!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Uma história surreal sobre a nossa alma</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 12:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine que você estivesse bastante atormentado com sua vida e pudesse extrair sua alma e colocar outra à sua escolha no lugar. Sophie Barthes tornou isso possível em Almas à Venda (Could Souls-EUA/França, 2009), uma mistura de comédia, drama e ficção científica que traz Paul Giamatti fazendo o papel dele mesmo.
Giamatti vive um ator tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/could-souls.jpg" border="0" alt="" whg="288" rhg="192" />Imagine que você estivesse bastante atormentado com sua vida e pudesse extrair sua alma e colocar outra à sua escolha no lugar. Sophie Barthes tornou isso possível em Almas à Venda (Could Souls-EUA/França, 2009), uma mistura de comédia, drama e ficção científica que traz Paul Giamatti fazendo o papel dele mesmo.</p>
<p>Giamatti vive um ator tão angustiado e ansioso que não consegue interpretar o Tio Vanya, seu personagem na peça russa homônima. Até que ele encontra a solução para seu problema profissional na revista New Yorker, ao se deparar com um artigo sobre um método revolucionário de transplante de alma.</p>
<p>A partir disso, inicia-se uma imersão num universo surrealista bastante envolvente, no qual Paul contrata uma empresa de tecnologia que extrai sua alma, inclusive esta tem a estranha aparência de um grão-de-bico. E como resultado, ele sente-se literalmente vazio.</p>
<p>Mas sua apatia não passa despercebida por sua esposa (Emily Watson), que chega a duvidar de sua fidelidade. Além disso, sua atuação fica ainda pior, totalmente desprovida de emoção. Constatação: sua alma atormentada é a matéria-prima principal para a construção do personagem.</p>
<p>Insatisfeito, Paul volta à clínica e o Dr. Flintstein (David Strathairn) o convence que ele pode escolher uma das opções do catálogo. Então ele recebe a alma de uma artista russa.  Convencido a lutar por sua alma, Giamatti conhece uma &#8220;mula&#8221; (transportadora de almas), que trabalha para um traficante de almas russo. E faz de tudo para voltar a sentir o que mais rejeitava.</p>
<p>A expressão de indignação de Giamatti por terem roubado sua alma é de uma comicidade impagável, assim como toda sua atuação. Ao mesmo tempo em que a fotografia gélida de Moscou e a trilha sonora melancólica reforçam o drama do personagem. Mas, nada supera o roteiro, que traz uma visão irônica e contestadora da condição humana. Enfim, se você gosta de histórias mirabolantes, criativas e originais, como &#8220;Brilho eterno de uma mente sem lembranças&#8221; certamente vai gostar desse filme.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:andreakarinne@gmail.com">Andréa Karinne Albuquerque</a></p>
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		<title>MEUS MELHORES FILMES</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 09:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ASSISTA TODOS ESTES GRANDES FILMES
Publicado por: CAIUS LUCILLUS NOGUEIRA
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cinema.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2468" title="cinema" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cinema-239x300.jpg" alt="" whg="239" rhg="300" /></a>ASSISTA TODOS ESTES GRANDES FILMES</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:CAIUS_@LUCILLUS.YAHOO.COM.BR">CAIUS LUCILLUS NOGUEIRA</a></p>
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		<title>A ideia</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 12:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Origem não é tão complexo como pregam, mas discordo de quem diz que é isento de profundidade. Falemos um pouco dos prováveis erros da trama. Dar o bastão de protagonista ao personagem Dom (Leonardo DiCaprio) foi o primeiro erro, não que ele faça feio, muito pelo contrário, mas quando você pretende expor o público [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inception-poster.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2470" title="inception-poster" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inception-poster-202x300.jpg" alt="" whg="202" rhg="300" /></a>A Origem não é tão complexo como pregam, mas discordo de quem diz que é isento de profundidade. Falemos um pouco dos prováveis erros da trama. Dar o bastão de protagonista ao personagem Dom (Leonardo DiCaprio) foi o primeiro erro, não que ele faça feio, muito pelo contrário, mas quando você pretende expor o público a uma atmosfera completamente desconhecida, é preciso ter como protagonista o personagem que faça a ponte de ligação. No caso aqui o correto seria que essa tarefa fosse passada a Ariadne (Ellen Page), pois ela é a estranha a esse mundo extraordinário dos sonhos compartilhados, ela assim como o público que deve lidar com esse novo universo. Dessa forma a rapidez em que ela se sente a vontade de cara no tal mundo, já é a primeira falha. Se a Ariadne é o Neo desse universo e Dom é o Morpheus haveria de ter um período maior de aprendizado. Usando as palavras do próprio filme, bastavam 5 minutos para ter essa sensação de longevidade. Mas, pois bem, se Ellen Page tem que ser sempre a menina prodígio, que seja, mas o pulo de decisão de Ariadne para partir nesse mundo estranho de um frame para o seguinte eu achei ruim, pois a personagem não tem que abandonar a segurança do lar, horários, obrigações e nem mesmo um namorado para sentir falta dela, simplesmente disponível para ser A arquiteta, tarefa a qual Dom só a incube por causa do fantasma de Mal (Marion Cotillard), sua falecida esposa, que o impede de realizar tal tarefa. Daí parte as questões mais delicadas do filme, a possível responsabilidade que Dom teria na morte da esposa, e que no terceiro ato dá a resposta do porque este seria capaz de cometer a Inserção da Idéia. Gordon-Levitt na pele de Arthur é quem protagoniza as melhores cenas do filme, pois é a ponte de ligação das três camadas de sonho: O carro caindo, O mundo sem gravidade e A nevasca, cenas que já haviam sido expostas no trailer, mas como é de costume nos filmes do Nolan, você viu no trailer, mas quando você descobre o verdadeiro sentido daquilo no filme é simplesmente maravilhoso sabe. Mas, usando as palavras de um dos personagens do filme: ?Você não pode se privar de sonhar mais alto?, e acho que faltou isso a Christopher Nolan, um personagem com poder de subverter aquele mundo dos sonhos compartilhados, Um Vilão, e não um fantasma de uma mulher falecida, e creio que poderia ser o Saito (Ken Watanabe) que poderia querer disparar contra Fisher (Cillian Murphy) para deixá-lo de propósito no limbo, e se era para ousar porque não a Ariadne (Ellen Page)? Que poderia muito bem propor a criação do universo de sonhos ao seu bel prazer, se tornado uma Rainha, e tal idéia foi muito bem concebida em A Cela protagonizado por Jennifer Lopez, em que a mesma tem seus momentos de fraqueza e sonhos de glória. No entanto a despeito dos claros defeitos, são simplesmente sensacionais o ritmo acelerado da edição, a trilha estupenda de Hans Zimmer e aquele totem girando sob a mesa ao final da projeção, me fizeram sair do cinema com um sorriso de satisfação. A Origem não é impossível de entender, você só não pode dormir no ponto.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
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		<title>A obra prima de Nolan</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 19:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O diretor e roteirista Christopher Nolan é o responsável pelos dois últimos filmes da franquia Batman, os melhores do homem morcego.  Além desses, ainda dirigiu Following, Insônia, o cultuadíssimo Amnésia e O Grande Truque.
&#8220;A Origem&#8221;, como todo bom filme de Nolan, explora o labirinto da mente humana. Dom Cobb -- vivido eximiamente por Leonardo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inception-movie.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2464" title="inception-movie" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/08/inception-movie-300x183.jpg" alt="" whg="300" rhg="183" /></a>O diretor e roteirista Christopher Nolan é o responsável pelos dois últimos filmes da franquia Batman, os melhores do homem morcego.  Além desses, ainda dirigiu Following, Insônia, o cultuadíssimo Amnésia e O Grande Truque.</p>
<p>&#8220;A Origem&#8221;, como todo bom filme de Nolan, explora o labirinto da mente humana. Dom Cobb -- vivido eximiamente por Leonardo Dicaprio -   invade os sonhos alheios e rouba informações. É como o filme inicia, quando recebe uma proposta de Saito (Ken Watanabe) para fazer o trabalho contrário, inserir uma ideia no subconsciente de um terceiro (Cillian Murphy). Escrever a sinopse foi simples, ao contrário do filme. À começar pelo gênero, é difícil classificá-lo somente um. Eu o classificaria como thriller de ação psicológico. Algumas pessoas classificaram-no como drama, mas ele não sustenta o gênero.</p>
<p>A figura do anti herói e a discussão iniciada em The Dark Knight é evidenciada com personagens imorais. Marion Cotillard é Mal, o fantasma de Cobb; seu talento torna a personagem crível, exibindo a personalidade auto-destrutiva e desequilibrada da mulher traída. O casting é brilhante: Leonardo Dicaprio, Ellen Page, Tom Hardy e  Pete Postlethwait; os já familiarizados com a linguagem do diretor:  Michael Caine, Cillian Murphy e Ken Watanabe; Joseph Gordon Lewitt -  que supostamente será o próximo vilão do Batman, o Charada -- e outros igualmente exímios.</p>
<p>O pensamento é contínuo, segundo Cobb; partindo dessa premissa é possível traçar um paralelo com a  trilha sonora. A música nos transporta às dimensões da mente, estando ausente em raríssimos momentos,  é um dos elementos fundamentais no filme. Criada pelo ganhador do  Oscar Hans Zimmer, nos transporta ao psíquico das personagens. Hans se apossa de Non je ne regrette rien(eu não me arrependo de nada) de Edith Piaf, que seria uma &#8220;deixa&#8221; que eles utilizam para os seus retornos à realidade, quando imersos nos sonhos.</p>
<p>O filme confunde, intriga e pertuba o espectador. É montado como um quebra cabeça, que  ilusiona. Além disso, as sequencias de ação acontecem continuamente e inesperadamente, tratando-se de uma história que invade a mente humana podemos esperar muitas supresas; inclusive tecnológicas, o longa é um espetáculo de efeitos visuais.</p>
<p>Li em muitos blogs a respeito da expectativa do longa ser premiado com o Oscar de Melhor filme, não sei se ele será indicado; mas acredito que nas categorias de melhor roteiro original, edição, trilha sonora,  diretor, direção de arte, efeitos visuais e mixagem de som, ele seja um potencial ganhador. A Origem é, por enquanto, a obra prima de Christopher Nolan e o filme do ano.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:nepothais@gmail.com">thais nepomuceno</a></p>
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		<title>O cinema brasileiro em sua melhor forma</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 03:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Uma noite em 67&#8243;, marca a estreia da dupla de cineastas Renato Terra e Ricardo Calil, é um filme que mostra o cinema brasileiro em sua melhor &#8220;forma&#8221;. O longa fala sobre o III Festival da Música, realizado em 67  pela TV Record. Com imagens históricas dos jovens Caetano Veloso, Edu Lobo, Chico Buarque, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/chico_buarque67_wilson-santoscpdoc-jb.jpg" border="0" alt="" whg="289" rhg="188" />&#8220;Uma noite em 67&#8243;, marca a estreia da dupla de cineastas Renato Terra e Ricardo Calil, é um filme que mostra o cinema brasileiro em sua melhor &#8220;forma&#8221;. O longa fala sobre o III Festival da Música, realizado em 67  pela TV Record. Com imagens históricas dos jovens Caetano Veloso, Edu Lobo, Chico Buarque, Gilberto Gil, Rita Lee, Roberto Carlos entre muitos outros. O ano de 67 foi decisivo na música brasileira, quando começou a propagar as guitarras e a manifestação contra elas, quando começou a germinar a semente da Tropicália, quando os Mutantes estavam começando a se tornar Mutantes. Enfim, foi um ano importante na história da música. Através de depoimentos e imagens dos artistas e do próprio diretor da TV Record (que mostra um envolvimento paternal com o Festival), a dupla de cineastas conduzem a plateia na ambientação do painel musical e político da época. Com depoimentos incisivos e dubtáveis, o panorama é mostrado: uma luta pela identidade musical brasileira.  As imagens nos levam aos bastidores da música e do Festival, em que percebemos que os artistas tinham também suas inseguranças e receios. E também que, até no Festival havia a &#8220;manipulação&#8221; da imagem dos artistas envolvidos. A plateia muito crítica, tendo a rebeldia em comum com a de hoje em dia. Podemos perceber também, que os jovens Caetanos, Gilbertos e Chicos (no auge dos seus 20 e poucos anos), tinham um engajamento político-cultural que fez mudar o pensamento artístico da época e que reflete na arte produzida atualmente. O longa é mais uma prova da qualitativa safra do cinema brasileiro,  em especial, os documentários. Deve-se ter uma Lei regulamentando a exibição deles nas escolas, o seu uso na educação é fundamental.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:nepothais@gmail.com">thais nepomuceno</a></p>
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		<title>Marketing Não É Suficiente Para Um Filme</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 01:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nunca gostei da franquia &#8220;Shrek&#8221;. Para mim, esta franquia é nada mais nada menos que uma tentativa desesperada da DreamWorks de alcançar a Disney/Pixar, mas claro, isso está longe de acontecer. Concordo que a DreamWorks tenha produzido animações de alto nível e realmente muito boas, mas nenhuma até hoje conseguiu chegar aos pés das animações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Shrek-4-DownsFree.Biz_.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="456"/>Nunca gostei da franquia &#8220;Shrek&#8221;. Para mim, esta franquia é nada mais nada menos que uma tentativa desesperada da DreamWorks de alcançar a Disney/Pixar, mas claro, isso está longe de acontecer. Concordo que a DreamWorks tenha produzido animações de alto nível e realmente muito boas, mas nenhuma até hoje conseguiu chegar aos pés das animações da Disney/Pixar. A franquia teve seu primeiro filme lançado em 2001, que se intitulava &#8220;Shrek&#8221;, que considero um filme mediano. Em 2004, foi lançada sua continuação, &#8220;Shrek 2&#8243;, que considero um filme ruim. Mais tarde, em 2007, &#8220;Shrek Terceiro&#8221; foi lançado, e foi para mim, o pior filme da série. Então, chega a hora de a série acabar (até que enfim!), e, para encerrar a série, surge &#8220;Shrek Para Sempre&#8221;, que prometia fechar a série com chave de ouro. Esperando sair impressionado do cinema, fui assisti-lo. E, mais uma vez, me decepcionei com o resultado. Considero este o melhor filme da série, porém não passa de um filme mediano. &#8220;Shrek Para Sempre&#8221; tem no roteiro seu maior problema. Nos primeiros 20 minutos de projeção, o filme se sai bem, explora a história e parece adotar um estilo de narrativa e uma história original para uma animação. Conforme os minutos vão se passando, temos a impressão de que a produção vai se acelerando. Se no início éramos apresentados aos personagens e íamos a fundo em seus sentimentos, depois de um tempo, temos a impressão de que o filme corre contra o tempo, e acelera o desenrolar da história. O desfecho surge muito rápido e acaba muito rápido. Então, quando &#8220;Shrek  Para Sempre&#8221; se encerra, ficamos com a impressão de algo faltando. Além disso, o filme é repleto de piadas sem graça, e as melhores partes (as mais &#8220;engraçadas&#8221; e &#8220;entusiasmantes&#8221;) constam no trailer, estragando assim, as melhores partes do filme. Infelizmente não pude ouvir as vozes de Cameron Diaz, Mike Myers, Antonio Banderas e Eddie Murphy, pois assisti a versão dublada. &#8220;Shrek Para Sempre&#8221; possui a história, aparentemente, mais original dos três filmes: Shrek está entediado  com sua vida, agora ninguém mais tem medo dele, sua vida se tornou monótona. Ele, então, assina um acordo com um golpista e, imediatamente, é transportado para um mundo alternativo, onde os ogros são caçados por bruxas e o reino de Tão, Tão Distante tem o golpista como rei. Os ogros  formam uma resistência, liderada por Fiona, para derrotar o tirano rei e reestabelecer a ordem. Embora tenha uma história um tanto promissora, &#8220;Shrek Para Sempre&#8221; decepciona.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Espelho, Espelho Meu&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 14:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ À Prova de Morte é um filme do Tarantino que faz referência ao próprio. Desde um celular tocando um assovio de Kill Bill ao Red Apple, Tarantino demonstra seu lado narcisista. Creio que o tema do filme seja esse: A Vaidade. Gostosas inacreditáveis rebolam seus lindos corpos usando shortinhos dos mais agradáveis aos olhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/07/death-proof.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2447" title="death proof" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/07/death-proof-300x225.jpg" alt="" whg="300" rhg="225" /></a> <em>À Prova de Morte</em> é um filme do Tarantino que faz referência ao próprio. Desde um celular tocando um assovio de Kill Bill ao Red Apple, Tarantino demonstra seu lado narcisista. Creio que o tema do filme seja esse: A Vaidade. Gostosas inacreditáveis rebolam seus lindos corpos usando shortinhos dos mais agradáveis aos olhos masculinos, e alguns femininos é bem verdade, enquanto as garotas podem desfrutar do charme de Kurt Russel na pele do dublê Mike. Ainda se pautando na força dos diálogos, Tarantino tem o dom de escolher músicas certas para determinada cena. Aqui a que ganha o ar de antológica é sem dúvida a trilha da dança suja da gostosa Butterfly (Vanessa Ferlito). Quentin aproveita para tirar um sarro dos fãs de John Hughes, e digo bons tempos que filme menininha era os dele, e sobra também para 90 minutos com a Angie. Eu fui ao cinema munido de algumas informações, uma delas que o filme se dividiria na primeira parte bem Tarantino e a segunda parte, seria o Tarantino fingindo que foi realizado por outro diretor, mas creio que diferente de muita gente que falou, o filme não perde um fio de cabelo de Tarantino (apesar que cá entre nós, o mesmo está ficando meio careca). A verborragia, a trilha sonora impecável e o feminismo durão são suas marcas registradas do começo ao fim.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
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		<title>Os Maneirismos de Tarantino</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 22:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem acompanha minhas críticas no C de Cinema sabe que eu sou fã de Quentin Tarantino, principalmente por &#8220;Kill Bill vol. 1&#8243;. &#8220;À Prova de Morte&#8221; está longe de superar a saga da noiva atrás de vingança, mas é outro trabalho de qualidade do diretor  que possui uma filmografia  pequena, comparado a outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/a-prova-de-morte-poster02.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="410"/>Quem acompanha minhas críticas no C de Cinema sabe que eu sou fã de Quentin Tarantino, principalmente por &#8220;Kill Bill vol. 1&#8243;. &#8220;À Prova de Morte&#8221; está longe de superar a saga da noiva atrás de vingança, mas é outro trabalho de qualidade do diretor  que possui uma filmografia  pequena, comparado a outros grandes diretores de Hollywood, mas recheada de obras-primas. Como disse, À Prova de Morte&#8221; está longe de ser uma obra-prima, mas é um filme muito bom, que vale a pena ser assistido. Tarantino, quando pequeno, trabalhou em uma locadora de filmes. Lá, ele assistia de tudo, desde filmes de samurai, até filmes trash. E foi daí que Tarantino  teve a ideia  de fazer este filme, para homenagear os filmes trash que assistia. Junto com outro diretor renomado e amigo seu, Robert Rodriguez, eles criaram um filme chamado &#8220;Grindhouse&#8221;, título que homenageia as salas onde eram exibidos estes filmes (trash). &#8220;Grindhouse&#8221; era um filme enorme, onde constavam dois projetos: um de Robert Rodriguez, intitulado &#8220;Planeta Terror&#8221; e um de Quentin Tarantino, intitulado &#8220;À Prova de Morte&#8221;. Como &#8220;Grindhouse&#8221; não foi bem recebido nos E.U.A, os dois diretores  decidiram separar os projetos e lançá-los individualmente. &#8220;À Prova de Morte&#8221; demorou 3 anos para ser lançado aqui no Brasil. Como é de praxe do diretor, este filme é recheado de referências e homenagens a outros filmes, alguns seus, outros não. Esta produção, por homenagear filmes trash, possui características  de um filme trash. O filme então, possui envelhecimento artificial, e constantes riscos na tela. Vemos cortes mal feitos, erros de sincronização, fotografia, em certos pontos horrível (claro que proposital) e defeitos na imagem. E não só a parte técnica remete à filmes trash, como também o roteiro. Assim, presenciamos diálogos clichês e (as vezes) machistas, os mesmos são recheados de palavrões e linguagem vulgar. E, ainda no roteiro, a própria história é típica de um filme trash: possui muita violência, muito sangue e um grupo de garotas, que mais tarde morrerão ou serão heroínas da história. E por falar em roteiro, há uma constante nos filmes de Tarantino não acontece neste filme: o roteiro não linear. &#8220;À Prova de Morte&#8221; é um filme linear. A única coisa que me incomodou neste filme foi que em sua segunda parte (após o assassino sair do hospital), o filme perde seu envelhecimento artificial e isso prejudicou muito a produção. Mas mesmo assim, &#8220;À Prova de Morte&#8221; possui mais pontos positivos que negativos e se sai muito bem. A história: Três amigas saem para aproveitar a noite. Um homem misterioso, que possui um carro à prova de morte as observa&#8230; Isso é o início da primeira parte. Enfim, vale a pena tanto para quem gosta, quanto para quem não gosta de filmes trash.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>SHREK FOREVER AFTER</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 18:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ouvi e já disse varias vezes a frase &#8220;Shrek já deu o que tinha que dar&#8221;. Este foi o efeito negativo que o terceiro capitulo da serie causou, do qual eu participei ,e que desencadeou em um certo preconceito quanto ao quarto e ultimo titulo da serie. Se antes eu pensava que se trataria de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/shrek-forever-after-movie.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="419"/>Ouvi e já disse varias vezes a frase &#8220;Shrek já deu o que tinha que dar&#8221;. Este foi o efeito negativo que o terceiro capitulo da serie causou, do qual eu participei ,e que desencadeou em um certo preconceito quanto ao quarto e ultimo titulo da serie. Se antes eu pensava que se trataria de algo pior que seu antecessor, tendo como único objetivo arrecadar mais dinheiro eu volto atrás e digo que esse tenha tido acima de tudo a intenção de nos fazer esquecer o terceiro e assim dar realmente um final feliz para Shrek.<br />
O Filme decepciona de diversas formas, o humor que era um dos pontos chaves da franquia agora não foi muito bem aproveitado, os vilões também não, como o Flautista que não demonstrou nenhum traço de personalidade, e as bruxas totalmente iguais e inexpressivas. As cenas mais bem trabalhadas são as de Drama, não dando a atenção merecida para o humor que não se sustenta por conta dos elementos antigos, como por exemplo o Burro, que desta vez não arranca muitas risadas como antigamente, as cenas de ação não são muito eficientes, mas o visual e o 3D do filme foram muito bem trabalhados.<br />
Resumindo, Shrek Para Sempre é superior ao seu antecessor mas não deixa de ser um filme mediano que não consegue salvar a reputação da franquia ,mas consegue um final melhor e menos lamentável que o do terceiro.</p>
<p>Publicado por: QUARTIER -- http://quartierpage.com/</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:quartier@gmail.com">Luan Marcel </a></p>
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		<title>O ogro verde voltou pra dar tchau!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/07/14/o-ogro-verde-voltou-pra-dar-tchau/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 22:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2001 eu estava no auge dos meus 9 anos, e para encerrar as férias de julho(tenho quase certeza que foi nas férias) fui assistir shrek, um filme sobre um ogro verde, que me divertiu muito. Assisti todas as sequências no cinema e devo a esse bicho verde um par de ingressos pra  o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/shrek_forever_after_poster_movie_trailer.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="456"/>Em 2001 eu estava no auge dos meus 9 anos, e para encerrar as férias de julho(tenho quase certeza que foi nas férias) fui assistir shrek, um filme sobre um ogro verde, que me divertiu muito. Assisti todas as sequências no cinema e devo a esse bicho verde um par de ingressos pra  o cinema que o cinema com rapadura me deu, no rapadurafone (http://migre.me/Wc6u).Resumindo, a saga de shrek me acompanhou e chegou a hora felizes para sempre, do fim.<br />
O filme é divertido e mantêm o estilo da série: várias piadas sobre contos de fadas e algumas piadas mais inteligentes que as crianças não entendem. A história inicia com a nova vida de Shrek, casado e com filhos. Ele, porém, não se adaptou bem a essa vida e sonha com os dias de ogro que já se foram.  Então um novo personagem aparece, Rumpelstiltskin, e lhe abre a possibilidade de viver mais um dia como ogro selvagem.<br />
O novo vilão do filme é o mais divertido  da série e chama o filme pra si, fazendo você prestar atenção nele. Alem disso ele traz um pouco de cada vilão da série: baixinho e ranzinza como o Lord Farquaad, com poderes como a fada madrinha e arrogante como o príncipe encantado. Alias, o filme todo é um passeio pelos filmes anteriores de shrek, visitando locais e cenas já vividos pelo heroi. Há, em alguns momentos uma sensação de déjà vu em algumas cenas. Mas não considero isso um aspecto ruim. É apenas os outros filmes também querendo dar tchau.<br />
Shrek para sempre chegou pra me lembrar da franquia que também me acompanha da minha infância. Me lembrar a valorizar o que eu sou no momento, e o que me trouxe até aqui. A valorizar a família. Enfim é um bom filme e passa bem a mensagem que pretende. E vale a pena pra quem curtiu a série acompanhar os créditos. Na sessão que eu assisti boa parte da sala ficou até o fim.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:celonen@hotmail.com">Marcelo Nen</a> -- <a href="celonen@gmail.com">celonen@gmail.com</a></p>
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		<title>A Caixa</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 01:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabei de assistir A Caixa -- com Cameron Diaz -- e realmente esperava mais, bem mais. Mas não posso dizer que o filme não foi bem executado e que não tem seu valor.
O filme se passa 1979 e -- preciso ressaltar isso -- a fotografia fantástica do filme nos faz crer que realmente se passa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/A-caixa_thumb8.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="420"/>Acabei de assistir A Caixa -- com Cameron Diaz -- e realmente esperava mais, bem mais. Mas não posso dizer que o filme não foi bem executado e que não tem seu valor.</p>
<p>O filme se passa 1979 e -- preciso ressaltar isso -- a fotografia fantástica do filme nos faz crer que realmente se passa nessa época, além de dar um tom sobrio aos personagens (o que é interessante). Diria até que remete à O Iluminado.</p>
<p>E de acordo com a drama, que conta a história de uma família que recebe a visita de um misterioso e estranho homem que os entrega uma caixa e propõem o seguinte: se apertarem o botão, alguém no mundo morre, porém vocês ganharão um milhão de reais,vocês tem até amanhã para decidir. Muito interessante né? Também achei, mas baseado nisso achava que o filme seria de um jeito -- algo menos grandioso, sei lá&#8230; -- e foi de outro. Diria até que é surpreendente -- ruim -- pois quebra a expectativa.</p>
<p>Resumindo: é um filme muito misterioso, com boas cenas de suspense e agonia, uma boa mensagem (sério) e um final que vai ganhando um desfecho a partir do meio para o final (e é isso que eu menos gostei, esperava algo mais surpreendente).</p>
<p>Acho que vale o ingresso, e sim, nos conduz à uma nova experiência. Mas&#8230; três películas pra você, Caixa!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:mauricioflora@hotmail.com">Mauricio Flora</a></p>
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		<title>A obra-prima de Tod Browning</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 14:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Freaks é de longe o mais fantástico filme de Tod Browning, o filme é baseado na estória Spurs, sobre um grupo de seres humanos deformados, expostos como aberrações num circo. O filme sofreu uma das maiores censuras, melhor dizendo, crime da historia do cinema, com um corte de 30 minutos (considerados perdidos), só restando pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/freaks-poster1.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="211"/>Freaks é de longe o mais fantástico filme de Tod Browning, o filme é baseado na estória Spurs, sobre um grupo de seres humanos deformados, expostos como aberrações num circo. O filme sofreu uma das maiores censuras, melhor dizendo, crime da historia do cinema, com um corte de 30 minutos (considerados perdidos), só restando pouco mais de 1 hora de duração. O filme conta a estória do anão Hans que se apaixona pela trapezista Cleópatra, que o ignora até descobrir que Hans herdou uma grande herança, planejando então junto com seu amante Hercules, se casar com o anão, matá-lo e roubar sua herança, só que então os outros monstrinhos do circo descobrem tal plano e resolvem se vingar. Quando lançado no início dos anos 30, a reação do público foi de repulsa e choque. Uma mulher chegou a acusar o filme de tê-la feita sofrer um aborto espontâneo durante sua exibição, foi censurado até os anos 60 até ser redescoberto pelos cinéfilos. A cena do casamento é uma das cenas mais antológicas do cinema. Vale falar também do casal Phroso e Venus, que são os únicos normais que não humilham os monstros. O filme exibe a verdade triste, nua e crua dos circos bizarros, na genial direção de Tod Browning. Sejam pelas atuações,pelo roteiro,pela direção ou pelas cenas antológicas, Freaks é um clássico que merece estar de estante de todo cinéfilo.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:bvjones123456@yahoo.com">Valério de Assis</a></p>
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		<title>Um Exemplo da Evolução&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 18:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atualmente, os filmes de animação estão evoluindo, gradativamente, de filmes infantis divertidos à obras-primas profundas e com um certo teor adulto. Hoje, vemos filmes como &#8220;Persépolis&#8221; e &#8220;Valsa com Bashir&#8221;, onde somos apresentados a cenas de nudez e violência. E não só filmes menos populares, mas também animações de grandes estúdios, como &#8220;Wall-E&#8221; (meu filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/poster-toy-story-3.jpg" border="0" alt="" whg="284" rhg="392" />Atualmente, os filmes de animação estão evoluindo, gradativamente, de filmes infantis divertidos à obras-primas profundas e com um certo teor adulto. Hoje, vemos filmes como &#8220;Persépolis&#8221; e &#8220;Valsa com Bashir&#8221;, onde somos apresentados a cenas de nudez e violência. E não só filmes menos populares, mas também animações de grandes estúdios, como &#8220;Wall-E&#8221; (meu filme de animação preferido), que consegue passar a mesma emoção de um filme live-action e possui uma história muito profunda. Filmes de animação hoje, significam diversão tanto para os adultos como para as crianças. Cada vez mais as histórias vão ficando mais profundas, e os personagens mais marcantes e tocantes. Um estúdio que faz muito bem isso é a Disney/Pixar. Suas produções são sempre profundas, tocantes e divertidíssimas. Até &#8220;Monstros S.A&#8221;, as animações produzidas pelo estúdio visavam mais diversão e não tanto uma profundidade maior a história. Enfim, o ponto em que quero chegar é que em poucos anos podemos estar presenciando filmes de animação violentíssimos, com palavrões, drogas e sexo. Não estou criticando a evolução das produções animadas, pelo contrário, gosto de ver um filme de animação que vai fundo na história, nos emociona e nos faz guardar algum personagem por muito tempo. &#8220;Toy Story 3&#8243; é um ótimo exemplo de como as animações estão evoluindo. Diferente dos outros dois filmes da série (que gosto bastante, aliás), &#8220;Toy Story 3&#8243; é mais amadurecido e possui um roteiro incrível! Os personagens nesta mais nova produção Disney/Pixar são melhor desenvolvidos  e até a trama é mais aprofundada, e, consequentemente, o filme se torna muito mais emocionante. Há cenas em que somos tocados profundamente e há cenas que nos geram revolta ou decepção. E claro, a própria animação é muito bem modelada e rica em detalhes. Como em qualquer outro filme, a Disney/pixar da um show nesta sua mais nova animação! Está longe de superar &#8220;Wall-E&#8221;, mas vale muito a pena, é divertido e emocionante. Desta vez, acompanhamos os brinquedos de Andy em um jardim de infância, lugar onde vão parar após um mal entendido. De início, tudo parece perfeito, mas conforme o tempo vai passando, os brinquedos vão percebendo que nem tudo é como eles imaginavam. &#8216;Toy  Story 3&#8243; é diversão garantida tanto para crianças, quanto para adultos. Vale conferir!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Comédia dramática coreana não decepciona</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 16:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Man Who Was Superman chama atenção logo pelo seu trailer que logo de cara nos faz lembrar de Superman -- O Retorno. [spoiler]O filme é baseado na historia real de LEE Hyun-suk que foi baleado na cabeça em 27 do maio de 1980, e no ultimo ano de sua vida viveu acreditando que era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/A_Man_Who_Was_Superman_film_poster.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="411"/>A Man Who Was Superman chama atenção logo pelo seu trailer que logo de cara nos faz lembrar de Superman -- O Retorno. [spoiler]O filme é baseado na historia real de LEE Hyun-suk que foi baleado na cabeça em 27 do maio de 1980, e no ultimo ano de sua vida viveu acreditando que era o Super-Homem.[/spoiler]Somos aprensentados a Soo-jung Song,uma reporter que logo após ser roubada e atropelada é ajudada pelo nosso Super-Homem de camisa florida,logo então se interesa em fazer um documentario sobre o tal.Em vários momentos o filme passa uma mensagem ecologica em relação ao aquecimento global.O filme vai da comedia ao drama e vice-versa de uma forma inacreditavel, a ponto de fazer rir e chorar ao mesmo tempo,a trilha sonora se encaixa perfeitamente em todos os momentos do filme. A genial direção de CHUNG Yoon-chul ,no deixa em duvida em certos momentos do que é real e do queé imaginação do nosso Superman,até que o proximo take nos revela o que realmente está acontecendo. A atuação de HWANG Jung-min é perfeita,parece que são duas pessoas diferentes interpretando Superman e LEE. A atuação de Gianna Jun também está magnifica.Filme altamente recomendado.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:bvjones123456@yahoo.com">Valério de Assis</a></p>
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		<title>Bruce Dickinson roteirista</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 20:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Basicamente, um filme escrito por Bruce Dickinson, piloto-escritor-historiador-esgrimista e nas horas vagas vocalista do Iron Maiden, junto com Julian Doyle, conhecido por fazer parte do grupo inglês de humorista Monty Python, e por dirigir o video-clipe de Can I Play With Madness? do Iron Maiden.
A história do filme gira em torno do famoso e polêmico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/0,,11988795-EX,00.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="382"/>Basicamente, um filme escrito por Bruce Dickinson, piloto-escritor-historiador-esgrimista e nas horas vagas vocalista do Iron Maiden, junto com Julian Doyle, conhecido por fazer parte do grupo inglês de humorista Monty Python, e por dirigir o video-clipe de Can I Play With Madness? do Iron Maiden.</p>
<p>A história do filme gira em torno do famoso e polêmico ocultista Aleister Crowley.</p>
<p>No filme, ele morre e reencarna em um corpo de um tímido (e gago) professor universitário.</p>
<p>No geral, é um filme B. Caso você vá assistir esteja ciente disso.<br />
Este filme está mais próximo de um &#8220;exploitation&#8221; do que qualquer outra coisa, ou seja, não há pretensão de receber méritos artísticos ou comerciais.</p>
<p>Ele praticamente só foi rodado regionalmente e em festivais undergrounds por ai.</p>
<p>Chegou até ganhar alguns prêmios como no festival Cryptshow, pela originalidade do roteiro (mérito do Bruce Dickinson) entre outras coisas.</p>
<p>E realmente, me surpreendi com o roteiro, confesso que não botava muita fé nesse trabalho de Bruce Dickinson pois ele não é do &#8220;ramo&#8221;, mas até que ele se saiu bem em sua função, montou uma alinearidade inteligente nesse filme.</p>
<p>O elenco de atores no geral é bem amador, com excessão de Simon Callow, que teve uma atuação bem competente.</p>
<p>Alguns assuntos como universos paralelos, ocultismo, ciência, sexo e religião são tratados em alguns diálogos, sem muita profundidade.<br />
Se você estava procurando conhecer a Thelema ou as idéias de Aleister Crowley, esquece, esse filme não te dará praticamente nada do que você está procurando.</p>
<p>O filme é uma boa distração.<br />
Uma excelente pedida para as tardes de um sábado chuvoso, quando você não tem nada melhor pra fazer, quando o orkut encheu o saco, quando na TV não passa porra nenhuma que preste.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:contato@vincedesign.com.br">Gabriel Vince</a> -- <a href="http://www.vincedesign.com.br">http://www.vincedesign.com.br</a></p>
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		<title>Coração de Brinquedo</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/06/29/coraa/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 14:17:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E se você fosse um brinquedo com sentimentos humanos e seu dono, já com 17 anos, não brincasse com você há anos? É nesse clima emocionante que se desenrola o novo filme da Pixar. Mais um que você PRECISA ver.
Mas não tem como falar de Toy Story sem dar uma pincelada sobre o curta exibido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/toy-story.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="140"/>E se você fosse um brinquedo com sentimentos humanos e seu dono, já com 17 anos, não brincasse com você há anos? É nesse clima emocionante que se desenrola o novo filme da Pixar. Mais um que você PRECISA ver.</p>
<p>Mas não tem como falar de Toy Story sem dar uma pincelada sobre o curta exibido antes da História de Brinquedo. Estou falando do maravilhoso Dia &amp; Noite. Sério. Eu não sei quem escreve essas coisas. Mas, seja quem for, ele é melhor que 90% dos escritores da atualidade. Em menos de 5 minutos, você ri, chora e se emociona, com uma história definitivamente absurda e, justamente por isso, genial. Além de linda.</p>
<p>Voltando ao assunto.</p>
<p>Eu sei que você já assistiu os dois primeiros Toy Story. Não vou gastar nosso tempo filosofando sobre as personalidades tão bem criadas dos brinquedos de Andy. É claro que existem novos brinquedos na trama. E só posso dizer que eles são igualmente geniais. Desde o maquiavélico ursinho cor-de-rosa Lotso ? com cheirinho de morango -- passando pelo assustador bebezão, até a apaixonante Barbie e seu metrossexual de plástico, Ken.</p>
<p>A trama segue uma bem desenvolvida jornada do herói. Pixar é Disney. Disso eles não fogem. A inovação está no modo como esta jornada é contada. Nem tinha como ser diferente. O roteirista é o Michael Arndt. Sim, o mesmo de Pequena Miss Sunshine (melhor roteiro original em 2007). Em muitas partes, você #rialto.  Em outras, fica com medo. Mas em cada cena da trajetória de Woody e sua turma, você se emociona. E é isso que quero quando vou ao cinema.</p>
<p>Se tivesse que falar algo negativo, só pra equilibrar a crítica, diria que é um pouco mais adulto do que deveria -- to com medo do bebezão até agora! Na sessão que eu vi, nenhuma criança tinha menos de cinco anos. E creio que essa seja uma boa classificação etária para você, que está pensando em levar seu irmãozinho.</p>
<p>Para finalizar, preciso desabafar: Todo filme de animação é prejulgado por abusar dos efeitos visuais e esquecer-se da trama, dos diálogos, dos personagens, enfim; do roteiro. Sendo assim, cabe ressaltar que só falei aqui do roteiro. Até porque, a parte visual prefiro resumir em duas palavras:</p>
<p>Disney Pixar.</p>
<p>PS: Minha namorada chorou.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:ftsl@ig.com.br">Fernando Luz</a> -- <a href="fernandoluz.com">fernandoluz.com</a></p>
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		<title>As 3 horas mais curtas que já vi</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 22:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançado em 1954, &#8220;Os Sete Samurais&#8221; é o filme mais aclamado pelo diretor Akira Kurosawa, ganhador do prêmio Leão de Prata no Festival de Veneza e que foi influenciador de muitos outros conhecidos diretores, como por exemplo Quentin Tarantino. A influência deste filme na cultura Pop não se limita apenas ao cinema, vemos tambem muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/7samurai2.jpg" border="0" alt="" whg="288" rhg="361" />Lançado em 1954, &#8220;Os Sete Samurais&#8221; é o filme mais aclamado pelo diretor Akira Kurosawa, ganhador do prêmio Leão de Prata no Festival de Veneza e que foi influenciador de muitos outros conhecidos diretores, como por exemplo Quentin Tarantino. A influência deste filme na cultura Pop não se limita apenas ao cinema, vemos tambem muita influência deste clássico nas historias em quadrinhos japoneses (o mangá) e em animes como Samurai 7, de Toshifumi Takizawa. O filme não tem menos que 3 horas de duração, e confesso que quando assisti, foram as 3 horas mais curtas que ja vi. O interessante é que ele é dividido em 2 atos, e no intervalo de um ato para o outro há uma pausa dentro do proprio filme de 10 minutos, onde é mostrada uma inscrição enquanto corre uma trilha sonora ao fundo, algo no mínimo curioso, nunca tinha visto isto em um cinema. A historia do filme se passa no Japão, século XVI, em um humilde vilarejo de lavradores que é constantemente atacado por saqueadores. Cansados de serem atacados, eles resolvem contratar samurais para defendê-los. Ha época era propícia em achar tal serviço, os senhores feudais não mantinham mais samurais, e muitos deles foram rebaixados a condição de Ronins, samurais eram vistos como guarda costas, os lavradores procuravam extamente esses Ronins, samurais que não tinham a quem servir, que viviam na marginalidade, na pobreza (em certos casos não tinham o que comer), e não tinham um prestígio social maior que um simples camponês. O primeiro samurai a aceitar tal serviço é Shimada (Takashi Shimura), um verdadeiro líder, totalmente desprendido e generoso, alem de ser um guerreiro experiente e estrategista astuto.  Ele recruta outros samurais para ajudar nesta empreitada, cada recrutado tinha sua característica única, falerei de alguns mais marcantes: Temos Kyuzo (Seiji Miyaguchi) um samurai de primeira linhagem, totalmente litúrgico, austero, intropesctivo que trata o bushido (caminho do samurai) com um verdadeiro sacerdócio. Temos tambem o jovem Katsushiro (Isao Kimura), um rapaz totalmente inexperiente e fascinado que tem veneração pelos samurais e ansceia tornar-se alguem como eles. Mas o destaque mesmo vai para Kikuchiyo (interpretado pelo brilhante Toshiro Mifune), um bufão que é sempre ridicularizado no filme, e que tenta se unir ao grupo a qualquer custo. Kikuchiyo é um personagem inesquecível, uma figura cômica, o papel perfeito do anti-heroi, totalmente fanfarrão; porém ele se demonstra, ao decorrer do filme, um verdadeiro guerreiro, bastante destemido e enérgico<br />
Concluindo, &#8220;Os Sete Samurais&#8221; é um filme incrível, diversão garantida.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:contato@vincedesign.com.br">Gabriel Vince</a> -- <a href="www.vincedesign.com.br">www.vincedesign.com.br</a></p>
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		<title>Uma Flor</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 16:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
&#8220;Na Somália todo nome tem um significado&#8221;, afirma Waris Dirie. E o seu, a propósito, significa &#8220;Flor do Deserto&#8221;.
O filme conta a história (real) de uma mulher, que aos 5 anos, atravessou um deserto inteiro fugindo de seu destino cruel. Waris não queria casar-se com o noivo que a havia comprado. Com a ajuda da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/06/flor-do-deserto.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2421" title="flor-do-deserto" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/06/flor-do-deserto-213x300.jpg" alt="" whg="213" rhg="300" /></a></p>
<p>&#8220;Na Somália todo nome tem um significado&#8221;, afirma Waris Dirie. E o seu, a propósito, significa &#8220;Flor do Deserto&#8221;.</p>
<p>O filme conta a história (real) de uma mulher, que aos 5 anos, atravessou um deserto inteiro fugindo de seu destino cruel. Waris não queria casar-se com o noivo que a havia comprado. Com a ajuda da avó, foi para a Inglaterra, onde deveria ser empregada na casa da irmã que casara com o Embaixador da Somália naquele país. Mas, um golpe de Estado na Somália fez com que as coisas mudassem. Waris foi parar nas ruas de Londres. Lá, encontra um tipo estranho a princípio. Contudo, Marylin, uma doce trapalhona candidata a bailarina profissional, seria sua melhor amiga. Foi através dela, aliás, que descobriu que o que pensava sobre ser mulher não estava tão certo. A cena mais chocante, sem dúvida, é quando ambas estão no quarto e Waris se despe para mostra-se à amiga. Chocada, Marylin não sabe como agir diante da circuncisão que Waris havia sofrido quando pequena. Mas, bonita, a Flor do Deserto logo passou de faxineira de lanchonete a modelo internacional. E isso não foi algo hollywoodiano. Foi através de Terence Donovan, fotógrafo famoso e seu anjo da guarda no mundo fashion. Apesar de problemas como deportação e a vergonha de despir-se em frente à lentes, Waris vira capa e assunto principal de revistas como Vogue, Bazaar e Vanity Fair. E aí vem há a parte mais emocionante da trama. Ela se encontra com uma repórter que já tem uma pauta direcionada para a entrevista com a ex-nômade e atual top model. Mas, Waris se nega carregar esse rótulo. A repórter pergunta sobre o dia em que mudou a sua vida. Ela, então, relata em detalhes o dia em que foi levada pela mãe, aos 3 anos, para extrair seu clítoris e os lábios vaginais. Assim que acaba o relato, sai e deixa a repórter aos prantos. A repercussão de sua entrevista chegou à ONU. Nomeada Embaixadora da Luta contra a Mutilação Genital Feminina pelo secretário-geral Kofi Annan, emocionou o público de várias nações que a ouviu. Disse que amava a mãe e os irmãos. Declarou seu amor à África. Mas deixou clara, principalmente, sua vontade de extinguir o rituial da circuncisão da genitália feminina. Deixou clara, enfim, sua vontade em mudar o sentido de ser mulher. Recomendo para todos os tipos de mulheres. Das feministas às menos engajadas na causa dos direitos iguais. Das tatuadas às mais tradicionais. Das mães às filhas. Recomendo à todas e convido a uma reflexão. Pensem. Isso não está muito longe de nós. Isso não está tão longe da realidade que vivemos.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:ana.carollina.ribeiro@gmail.com">Ana Carollina Cavalaro Ribeiro</a></p>
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		<title>Faltou pouco para ser um Watchmen</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jun 2010 23:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu acabei de assistir a sessão de Kick Ass, e o filme me trás uma triste constatação, que a frase do Coringa é verdade. Vou tentar ser mais claro, foi-se o tempo que galhofar quadrinhos no cinema, era um beco sem saída para as várias frustradas tentativas de adaptações. De Superman, O filme à X-Men, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/06/kickass1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2416" title="kickass1" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/06/kickass1-300x207.jpg" alt="" whg="300" rhg="207" /></a>Eu acabei de assistir a sessão de Kick Ass, e o filme me trás uma triste constatação, que a frase do Coringa é verdade. Vou tentar ser mais claro, foi-se o tempo que galhofar quadrinhos no cinema, era um beco sem saída para as várias frustradas tentativas de adaptações. De Superman, O filme à X-Men, O filme, muita água suja passou por baixo da ponte. Não que o gótico Batman de Tim Burton não tivesse seu charme, e talvez se não fosse ele não existiriam os conceitos tão bem utilizados por Christopher Nolan em seus 2 Batman, mas trazer para a realidade os super heróis, realmente se tornou uma regra que não poderia mais ser subvertida pela industria do cinema, e muito menos, aceita pelo público alvo, já que este foi brindado com TDK, Homem de Ferro e a trilogia do Homem Aranha. No entanto, decidiram adaptar para o cinema o Watchmen dos pobres, Kick Ass, e essa subversão e senso de escracho dos super heróis, vem novamente em voga. O Kick Ass que usa muito bem o sotaque Tobey Maguire, tem muito mais peito para enfrentar a bandidagem do que o Homem Aranha, mesmo sendo um wannabe, este vive dentro dos limites de sua realidade nerd: tem dois amigos, nenhuma namorada e é apaixonado pela lindinha do colégio. Aliais sobre o Homem Aranha, creio que no quesito humor o HA2, ganhe do Kick Ass no que tange a sátira ao personagem. Sem querer despresar o trabalho do ator, eu preferia um Kick Ass mais bunda mole ainda, e acho talvez fosse melhor escalar o Michael Cera para usar o uniforme verde. Aliais seu velho amigo Mac Lovin, que agora é o Red Mist filho do vilão interpretado por Mark Strong, que não assusta mais do que uma barata, manda muito bem, apesar das delimitações do roteiro. Eu gostei e muito dos dois absolutamente loucos e homicidas Biggy Daddy e sua querida filha Hit Girl. Daí que o lado ?Super Herói, O filme que se leva um pouco mais a sério?, toma sua viés de Watchmen, e dois personagens que por si só sustentariam o filme sem a ajuda do verdinho Kick. O Storyboard desenhado pelo próprio Biggy Daddy resumindo o porque ter se tornado um vigi lante mascarado que é folheado por um amigo policial que criou a Hit Girl é maravilhoso. E fiquei por um tempo com a minha mão no queixo até chegar o sensacional o terceiro ato, cujas seqüências de ação abalam qualquer um, afinal é uma menina de 11 anos, ora bolas, mandando ver bala e decepando bandidos. Se não fosse a pretensão de querer uma continuação, e se ousasse um pouco mais e enriquecesse até sua fonte de inspiração, Kick Ass seria um filme memorável. Mas, Kick Ass é apenas um filme daquela classe que não vigora mais, e talvez o futuro dos filmes das HQs, se aproxime mais de adaptações de Marvels, Sandman e Superman-Paz na Terra, para continuar se mantendo na posição que conseguiu alcançar para continuar sendo levado à sério. Realmente Batman, você mudou as coisas para sempre.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
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		<title>Decepção</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 13:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O único sentimento que surgiu em mim, após a sessão de &#8220;Fúria de Titãs\&#8221; foi que eu precisa assistir ao original &#8220;Fúria de Titãs&#8221;, de 1981, para conferir se esta clássica história já rendeu produções ruins, desde a década de 80, pois esta refilmagem, decepciona muito! Confesso que aguardei este filme, como um dos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/furia-de-titas-poster-oficial-1.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="429"/>O único sentimento que surgiu em mim, após a sessão de &#8220;Fúria de Titãs\&#8221; foi que eu precisa assistir ao original &#8220;Fúria de Titãs&#8221;, de 1981, para conferir se esta clássica história já rendeu produções ruins, desde a década de 80, pois esta refilmagem, decepciona muito! Confesso que aguardei este filme, como um dos mais esperados do ano, para mim, acreditando que esta produção seria realmente boa. Mas, não. Foi uma grande decepção. Isto porque eu assisti a versão em 2D, pois dizem que o 3D deste filme o piora ainda mais. Este filme é uma completa fraude. Se você assistir aos trailers, você vai ficar encantado, morrendo de vontade de sair correndo para o cinema mais próximo e assistir &#8220;Fúria de Titãs&#8221;, mas quando você está na sessão, você percebe que o filme não é nem metade do que promete no seu marketing. O grande problema de &#8220;Fúria de Titãs&#8221; são as cenas de ação. Pode parecer ironia, mas são por essas cenas que você tem vontade de assistir a este filme, e, obviamente, se decepciona. As cenas de ação não possuem clima algum, e não funcionam, não emocionam e não nos deixam interessados no que estamos vendo. Este filme, durante praticamente toda a sua projeção  fica criando suspense e promessas de grandiosidade na cena final, onde o Kraken será libertado e destruirá. Mas quando esta cena chega, quando o ápice do filme chega, chega também a decepção de que a cena final seja completamente sem graça, sem clima e rápida. O filme acaba como começou: com promessas falsas. No elenco Sam Worthington, numa de suas piores atuações! Ele não consegue transmitir qualquer sentimento. Sua expressão facial permanece praticamente a mesma o filme todo. Horrível. &#8220;Fúria de Titãs&#8221; decepciona em roteiro, e em atuações. Mas esta produção possui um ponto positivo! Os efeitos visuais são muito bem produzidos! Pena que eles sozinhos, não carreguem um filme nas costas. Esta refilmagem conta a história de Perseu, um semideus, que, em meio a uma guerra entre homens e deuses, decide, por vingança, matar Hades, um deus que matou sua família. Matando Hades, ele irá salvar uma cidade dos homens, ameaçada pelos deuses. Mas para isto, Perseu terá que matar o grande monstro Kraken.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>O Lastimável Preconceito Contra Lemon Tree</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 16:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É assistindo a filmes como &#8220;Lemon Tree&#8221; que percebemos a hierarquia criada por algumas pessoas, sobre cinema. Muitas pessoas, digo isso por conhecer pessoas assim, dizem que não possuem preconceitos, mas criam opiniões errôneas  sobre filmes extra-americanos ou ingleses. Muitas pessoas julgam filmes de outros países, que não são dos E.U.A ou da Inglaterra, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/film_foto_lemontree.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="406"/>É assistindo a filmes como &#8220;Lemon Tree&#8221; que percebemos a hierarquia criada por algumas pessoas, sobre cinema. Muitas pessoas, digo isso por conhecer pessoas assim, dizem que não possuem preconceitos, mas criam opiniões errôneas  sobre filmes extra-americanos ou ingleses. Muitas pessoas julgam filmes de outros países, que não são dos E.U.A ou da Inglaterra, como produções inferiores. Muitos acham que outros países não possuem capacidade de criar filmes bons! Isso é lastimável, pois muitas produções incríveis são deixados de lado pelo público. &#8220;Lemon Tree&#8221; é uma prova clara disto. Esta produção possui diversas características  de uma produção americana, mas por ser um filme israelense, é menosprezado. Facilmente este filme seria confundido com uma produção norte-americana. Desde a fotografia até as atuações, são típicas de um filme dos E.U.A. Mas &#8220;Lemon Tree&#8221; não merece ser assistido por isso. Merece ser assistido pela sua profundidade ao explorar temas como a utilização do poder a seu bel-prazer, a injustiça do governo, e a luta de uma mulher para preservar uma coisa que ama, e de onde tira seu sustento: seus limoeiros. E quem menosprezava os artistas israelenses, deve assistir &#8220;Lemon  Tree&#8221; e ver que eles, com menos experiência que atores e atrizes hollywoodianas, conseguem interpretar de uma maneira colossal e tocante, e muitas vezes melhor que os atores  e atrizes  norte-americanos. Ainda tento entender o motivo de, em minha crítica, eu não dar cinco estrelas para este filme (obviamente não é por ser um filme israelence, pois eu não possuo preconceito contra nenhuma nacionalidade de filme). Talvez por não o considerar uma obra-prima, mas posso afirmar que está perto de ser uma, e com certeza, é um dos melhores filmes estrangeiros que eu assisti! Incrível! Tocante! Magnífico! &#8220;Lemon Tree&#8221; narra a história de Salma, uma mulher palestina, que possui uma plantação de limoeiros. Um dia, o ministro da defesa se muda para o lado de sua casa. Ele decide então, alegando um risco a sua segurança, mandar derrubar os limoeiros, que serviam de fonte de renda para Salma. Ela recorre ao tribunal, que decide pela derrubada das árvores. Sem perder as esperanças, Salma vai à Suprema Corte de Israel tentar salvar suas árvores. &#8220;Lemon Tree&#8221; é uma excelente escolha para quem realmente não possui preconceitos.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Filmaço, até os 30 minutos iniciais</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jun 2010 20:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Piratas do Caribe, Era Uma Vez no México, O Procurado e Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo. O que estes filmes tem em comum? Todos são títulos de mero entretenimento que, mesmo contando com uma série de situações absurdas, cumprem bem o seu papel de recrear o público alvo fazendo o uso de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/prince-of-persia-sands-of-time.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="186"/>Piratas do Caribe, Era Uma Vez no México, O Procurado e Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo. O que estes filmes tem em comum? Todos são títulos de mero entretenimento que, mesmo contando com uma série de situações absurdas, cumprem bem o seu papel de recrear o público alvo fazendo o uso de uma trama descompromissada e simplória para tal. É com tristeza, no entanto, que deve-se mencionar que, dentre os quatro citados, Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo é, de longe, o pior destes. Contudo, se a nova investida cinematográfica dos estúdios Disney está bem distante de ser uma maravilha, devemos agradecer também pelo fato deste se encontrar há anos-luz à frente de um O Escorpião Rei ou, principalmente, de um A Múmia Tumba do Imperador Dragão (falsa impressão esta que, confesso, o fraco trailer havia me passado).</p>
<p>Parte deste trunfo cabe a Mike Newell. Cineasta responsável por clássicos da década de 1990 (se é que um filme com menos de trinta anos de existência pode ser chamado de clássico), como os ótimos Quatro Casamentos e Um Funeral e Donnie Brasco, além de comandar um dos melhores (o melhor, até o momento, a meu ver) episódios da franquia Harry Potter, Newell emprega ao longa um profissionalismo que, sem o seu toque especial, contaria com grandes chances de se tornar mais uma bomba em forma de blockbuster inspirado em game (essa que é uma fórmula perigosa, uma vez que já criou porcarias da grandeza de um Mortal Kombat (todos os filmes da série), Resident Evil (todos os filmes da série) e, sobretudo, Street Fighter que de tão ruim, nem sequer conseguiu se tornar uma série), produzida por Hollywood.</p>
<p>Prova disso é o modo como o diretor conduz a primeira batalha do filme que, indubitavelmente, revela-se o momento mais inspirado deste. Empregando travellings ágeis e seguros, que tornam a sequência mais dinâmica, a câmera de Newell segue o trajeto de flechas (algo à lá Rei Arthur, quando Guinevere, personagem de Keira Knightley, dispara uma flecha em direção a um saxão), passeia pelo cenário ilustrando o tamanho da muralha a qual os soldados deverão trespassar, e realiza um rápido, e ao mesmo tempo sutil, recuo que nos transporta do interior do castelo, onde um soldado dá um sinal levantando uma tocha, aos batalhões de combatentes que se encontram ao lado exterior do alvo.</p>
<p>Não obstante, o diretor ainda filma a batalha por vários ângulos, movimenta a câmera com o intento de ilustrar ao espectador a estratégia dos combatentes, realiza closes no rosto do protagonista sempre que o perigo é eminente, e trabalha com uma trilha-sonora que cria um convincente clima de suspense durante o início da invasão.</p>
<p>À primeira vista, temos a sensação de estarmos diante de uma produção pipoca fascinante. Afinal de contas, o que se vê em tela é um combate empolgante, engrandecido por lutas bem coreografadas e uma direção bastante eficiente. O que mais poderíamos esperar de um longa desta natureza? É aí que os problemas começam a surgir.</p>
<p>Com o término de seus trinta minutos iniciais, Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo parece já ter mostrado ao espectador tudo o que tinha para mostrar e, a partir de então, passa a investir demais na química entre o seu protagonista, encarnado por Jake Gyllenhaal, e a linda princesa Tamina, encarnada pela igualmente linda Gemma Arterton.</p>
<p>O que há de ruim nisso? Nada, contanto, é claro, que a premissa de tal relacionamento não fosse calcada no batido eles se odeiam, mas no fundo se amam.</p>
<p>Mas se o roteiro, apesar de alguns acertos, acaba não colaborando muito com os respectivos papéis de Gyllenhaal e Arterton, os atores ao menos investem em atuações que, em boa parte dos casos, faz-nos esquecer das caricaturas.</p>
<p>Gyllenhaal aparece aqui com o seu carisma habitual, adotando uma postura cínica e imprevisível a Dastan, cuja malandragem lembra um pouco (e eu disse, um pouco) um velho conhecido nosso: o capitão Jack Sparrow.</p>
<p>Arterton, por sua vez, não consegue demonstrar o mesmo talento que o seu colega de set, mas é fato que a jovem atriz inglesa conta com um charme e uma sensualidade inerente à sua personagem. E se as citações aos atributos físicos dos atores de qualquer filme que seja geralmente se mostram repugnantes, é importante justificarmos que, no caso da princesa Tamina, a beleza, o charme e a sensualidade são essenciais na composição da nobre jovem que, somados a uma dose certa de destreza (algo que Arterton também possui), fazem com que a moça consiga enganar as suas vítimas de um modo bastante natural, quase tanto o quanto Dastan.</p>
<p>Em relação às demais peças do elenco, o talentoso Alfred Molina surge em um papel dispensável (apesar de sua carismática presença) e o ainda mais talentoso Ben Kingsley encarna um Nizam convincentemente ardiloso (e, assim como ocorre com a maioria dos personagens, o mérito dessa persuasão parte do talento do intérprete, e não do modo como o roteiro nos desenvolve o personagem), mas o ator erra a mão quando opta por, sempre que possível, realizar um ameaçador olhar de canto, algo que o torna bastante caricato.</p>
<p>Já a trama principal, esta nos é apresentada de forma simples e tola, embora cativante e curiosa (um punhal capaz de fazer com que o seu portador regresse alguns minutos, ou até mesmo, dias, no tempo). O problema mesmo surge quando uma estória envolvendo punição divina entra em cena. A partir de então, o longa, além de realizar um leve plágio de muitas obras do gênero (e cito Piratas do Caribe A Maldição do Pérola Negra novamente), perde muito do charme que a sua simplicidade vinha nos oferecendo até o momento.</p>
<p>Resta ao espectador então acompanhar as eficientes atuações de algumas peças do elenco, as cenas de ação que, apesar de contarem com pouca originalidade em suas coreografias (salvo durante a batalha inicial, conforme já fôra mencionado, e em um duelo de facas e dardos, ocorrido ao final da projeção), mostram-se suficientemente divertidas, e a já citada (e citada novamente de forma merecida) direção de Newell que utiliza, com bastante sutileza, truques como o slow motion, durante a preparação do golpe a ser dado pelo atacante, e o fast motion, que exibe o resultado do golpe de forma corriqueira, já que, em cenas deste tipo, a elaboração da pancada é sempre mais digna de nota do que a própria pancada em si.</p>
<p>Divertido, mas longe de empolgar tanto o quanto outros exemplares similares, Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo vale o ingresso. Só não estranhe se, minutos após o término da sessão, você se esquecer de noventa por cento do que fôra visto em sala de cinema.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:daesbar@uol.com.br">Daniel Esteves de Barros</a> -- <a href="http://www.cinephylum.com.br">http://www.cinephylum.com.br</a></p>
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		<title>Ainda somos os mesmos</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 02:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Discordo profundamente dos que dizem que Woody Allen é repetitivo, deixando transparecer nas  nas entrelinhas que ele assim o é por falta de criatividade. Todas as neuroses, conflitos, buscas, enfim, toda a comédia dramática da vida são recorrentes em sua obra porque o ser humano continua sendo recorrente: um amontoado complexo de idiossincrasias. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/imagesCAMH76F4.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="162"/>Discordo profundamente dos que dizem que Woody Allen é repetitivo, deixando transparecer nas  nas entrelinhas que ele assim o é por falta de criatividade. Todas as neuroses, conflitos, buscas, enfim, toda a comédia dramática da vida são recorrentes em sua obra porque o ser humano continua sendo recorrente: um amontoado complexo de idiossincrasias. Não há mudança. Assim também em Allen. E talvez por isso eu o ache tão talentoso e de uma criatividade ímpar: ele fala do mesmo tema, vezes sem conta, mas de ângulos sempre com um quê de diferente.<br />
Se em Match Point tínhamos uma personagem que ia às últimas consequências para conseguir (e principalmente manter) o que queria, neste Vicky Cristina Barcelona temos o oposto: uma que não sabe bem o que quer; outra que não vai atrás do que deseja por comodismo e medo, refém de convenções sociais tão antigas quanto discutíveis e questionáveis; outra deseja tudo, e tanto, que flerta com o desiquilíbrio emocional.<br />
Assim é Allen. Observador e talvez o melhor entendedor da alma humana traduzido em cinema.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:matisse41@uol.com.br">Alexandra Fonseca</a> -- <a href="pensataerrante.blogspot.com">pensataerrante.blogspot.com</a></p>
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		<title>A obra máxima de Tarantino</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/05/28/bastardos-ingla/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 19:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje eu vou falar sobre o melhor filme do ano de 2009, segundo a minha sincera opinião: Bastardos Inglórios. Quem acompanha a carreira do diretor Quentin Tarantino, não precisa de muitos argumentos para poder ir ao cinema ver essa obra. O filme, com certeza, é o ápice de tudo o que ele já fez.
Os filmes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/bastardos2.jpg" border="0" alt="" whg="287" rhg="207" />Hoje eu vou falar sobre o melhor filme do ano de 2009, segundo a minha sincera opinião: Bastardos Inglórios. Quem acompanha a carreira do diretor Quentin Tarantino, não precisa de muitos argumentos para poder ir ao cinema ver essa obra. O filme, com certeza, é o ápice de tudo o que ele já fez.</p>
<p>Os filmes dirigidos e roteirizados por Tarantino sempre tem características marcantes e facilmente reconhecidas por uma pessoa que é fã do diretor. São elas:</p>
<p>- Cenas de diálogos que não alteram praticamente em nada a história do filme, mas que ficam marcadas por serem inteligentes e fazer pensar.</p>
<p>- Trilha sonora encaixadas em cenas que não tem nada a ver com a música, mas que mesmo assim fica ANIMAL. Ele sempre ressuscita músicas antigas ou bregas? que na mão dele se tornam cult.</p>
<p>- Homenagens a qualquer tipo de cinema. Tanto aos repetitivos filmes de kung-fu, quanto aos trashs bizarros. Tarantino trabalhou anos em uma locadora? ele vomita toda essa bagagem adquirida.</p>
<p>- Ressuscitar atores apagados.</p>
<p>- Roteiro sem linearidade. Ele faz o filme, picota tudo e joga pra cima. (ok, eu exagerei)</p>
<p>- Violência.</p>
<p>- Inesperado. Você nunca acerta o que vai acontecer. Garanto. E quando eu digo que o filme é inesperado, eu não to falando de só um final surpreendente como acontece em o ?O Sexto Sentido?. Eu estou falando de você não adivinhar NADA do que vai acontecer daqui 3 segundos? isso durante o filme todo.</p>
<p>Eu mostrei tudo isso para vocês, que ainda não assistiram Bastardos Inglórios, entenderem o que é exatamente esse filme. É um filme de guerra de uma maneira que eu nunca tinha visto antes. Esquece esse filme de guerra que você está pensando nesse momento. Sério. Não é isso.</p>
<p>A história se passa na 2ª Guerra Mundial, na França que estava ocupada pelos nazistas. O tenente Aldo Raine (interpretado fodasticamente por Brad Pitt) é o encarregado de matar o maior número possível de nazistas, da forma mais cruel possível, infiltrado no meio deles com um pelotão de apenas OITO soldados.</p>
<p>O filme é formado por cenas de tensão. Incrível como tudo foi feito cuidadosamente para criar tensão do começo ao fim. A trilha sonora cresce junto com situações criadas. As situações que são retratadas fazem você rir? rir de nervoso. O tempo todo parece que vai dar merda.</p>
<p>As cenas são muito bem dirigidas e as atuações estão simplesmente perfeitas. Não tem um personagem principal? ninguém tenta aparecer mais que o outro. O destaque maior é do ator alemão, ganhador do Oscar, Christoph Waltz. Ele faz, com certeza, um dos maiores vilões da história do cinema: o coronel nazista chamado Hans Landa. A melhor palavra que define esse personagem é: Educação. É tanta educação que chega a dar nojo. Ele é o cara filha da puta? mas não perde a educação. Sabe quando você começa a desconfiar que vai dar alguma bosta? Sabe quando tudo está muito certinho demais?</p>
<p>Eu saí em êxtase do cinema. Os créditos começaram a passar? e eu não queria levantar da cadeira.<br />
Como eu não quero entregar NADA do filme? o resto sobre ele eu deixo para discutir com quem já assistiu. E pra quem não assistiu ainda, ficam essas dicas para vocês prestarem atenção:</p>
<p>- Trilha sonora. Como e quando ela entra. Como e quando ela para (do nada).<br />
- Câmeras girando ou seguindo personagem na hora exata da atuação.<br />
- Closes calmos, sem pressa? principalmente em situações de tensão. As pessoas por dentro estão explodindo? mas por fora tem que se mostrar calmos.<br />
- Ironia em cima do politicamente correto. O filme liga o foda-se pra tudo. TUDO!</p>
<p>Pra quem não gosta de violência. Um aviso: Tem violência SIM. Mas é pouco e irrelevante quando se compara com o resto da obra de arte.</p>
<p>Gente? eu não sou especialista em nada. Tudo o que eu escrevi aqui, é a minha opinião. Todo mundo tem um ponto de vista quando acaba de assistir um filme. Todo mundo tem algo a falar quando sai do cinema. Sendo certo ou não? o que eu tenho pra falar, está falado!</p>
<p>E você? Tem uma opinião?</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:viniciusparaiba@uol.com.br">Vinicius Paraiba</a> -- <a href="http://www.viniciusparaiba.com.br">http://www.viniciusparaiba.com.br</a></p>
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		<title>O Imensurável Ego de Tony Stark</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 16:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agora, com a recente mudança no número de indicados ao Oscar de efeitos visuais, há fortes chances de &#8220;Homem de Ferro 2&#8243; concorrer a esta categoria, no Oscar 2011. Agora, diferente de como acontecia até ano passado, serão cinco indicados a efeitos especiais, e não três, como eram todos os anos. Assim, filmes que possuem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/homem-de-ferro2-_poster.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="424"/>Agora, com a recente mudança no número de indicados ao Oscar de efeitos visuais, há fortes chances de &#8220;Homem de Ferro 2&#8243; concorrer a esta categoria, no Oscar 2011. Agora, diferente de como acontecia até ano passado, serão cinco indicados a efeitos especiais, e não três, como eram todos os anos. Assim, filmes que possuem ótimos efeitos visuais, como é o caso deste filme, mas não concorrem por haver outros filmes com efeitos superiores ao dele, poderão ter a chance neste próximo Oscar. Como ia dizendo, &#8220;Homem de Ferro&#8221; possui efeitos especiais incríveis, vale ressaltar as cenas que se passam na garagem da mansão de Tony Stark, onde vemos inúmeras folhas digitais flutuando. Stark, em certo momento, pega  uma destas folhas, amassa e joga em um lixeiro também digital. Nesta cena, a sincronia entre o live-action e o digital é muito bem realizada. Não só os efeitos visuais são muito bons, como também a fotografia deste filme, que, desde seu antecessor, possui uma movimentação de câmera e ângulos atípicos de um filme de herói. É interessante a maneira com que ambos os filmes exploram as cenas de vôo. Temos a impressão de que estamos assistindo a uma gravação caseira, mas com câmeras, som e imagem profissionais. Não sei se deu para entender, mas se vocês assistirem  a ele, entenderão. Nesta continuação, somos apresentados a muito mais personagens, e, como consequência, somos apresentados a uma história muito mais complexa. E isto é bom. No elenco, vemos Robert Downey Jr., como o Homem de Ferro, vemos também Scarlett Johansson, Samuel L. Jackson, que não aparece muito no filme, e por fim, Mickey Rourke, como o vilão. Melhor que o primeiro, &#8220;Homem de Ferro 2&#8243; é diversão garantida para quem gosta de blockbusters. Neste segundo filme, somos apresentados a um novo vilão, que desta vez quer acabar com o Homem de Ferro, por vingança. Vale a pena!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Sunshine</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 16:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei exatamente qual a opinião do público sobre esse filme, mas como algumas(poucas) pessoas tinham indicado, resolvi assistir.
De inicio tive um medo: Chris Evans. Ele  só me lembra Quarteto Fántastico, que não me traz boas lembranças(acho que não traz pra ninguém). Porém logo vem um contra peso, Cliff Curtis, o espantalho de Batman [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/sunshine.jpg" border="0" alt=""  whg="285" rhg="386"/>Não sei exatamente qual a opinião do público sobre esse filme, mas como algumas(poucas) pessoas tinham indicado, resolvi assistir.<br />
De inicio tive um medo: Chris Evans. Ele  só me lembra Quarteto Fántastico, que não me traz boas lembranças(acho que não traz pra ninguém). Porém logo vem um contra peso, Cliff Curtis, o espantalho de Batman Begins e que faz uma ponta em The Dark Knight. Esse sim me trouxe boas lembranças, apesar de conhecer pouco do trabalho dele.<br />
O começo do filme pode ser meio confuso, mas apresenta umplot interessante. O esta se tornando uma estrela morta e sem sua luz os seres humanos e a vida na terra vão ser extintos. Cria-se o plano de explodir uma bomba no sol e assim criar uma reação em cadeia, iluminando o sol novamente. Porém a 1ª missão(Ícaro I) falhou e não se sabe a causa, e nós acompanhamos a nave Ícaro II.<br />
Apesar de um início morno, o filme cresce a medida que o problemas vão aparecendo e a tripulação busca soluções. Acho inevitável a comparação com Alien- o Oitavo Passageiro, pois o filme tambem entra na mistura de suspense e ficção. Mas essa referência está longe de atrapalhar a tensão criada pelo filme, que sem grandes cenas de ação se sustenta no pscológico dos personagens. A semelhança pode não agradar alguns que irão dizer que o filme é clichê, mas esses pontos parecidos estão apenas em alguns pontos e tanto Alien quanto Sunshine são maiores que eles. O filme também é capaz de criar imagens surpreendentes: cada momento no qual se vê o sol é imprecionante e as cenas em que se &#8220;simula&#8221; a Terra também são.<br />
O resultado final é muito bom. É um filme que me fez lembrar de como eu descobri o cinema e porque eu gostei. É um blockbuster com algo mais, diferente das bombas que saem todo ano só render dinheiro. Pra mim é difícil acreditar que esse filme não rendeu muito dinheiro.<br />
Ps: Só para constar: eu gostei de Chris Evans no filme. Ele foi bem dessa vez e me convenceu. Cliff Curtis também foi bem, mas o personagem encaixa bem com o tipo de personagens que ele já fez. Não deve ter sido difícil.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:celonen@hotmail.com">Marcelo Nen</a></p>
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		<title>Adeus Mortes de Qualidade!</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 00:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A franquia &#8220;Premonição&#8221;, é uma franquia de 4 filmes, da qual só se espera uma coisa: morte! Se você for assistir a um filme desta franquia, não espere um roteiro bem elaborado, com personagens marcantes e atuações incríveis, não. Espere somente ver morte, violência e sangue, muito sangue! Os próprios filmes não prometem nada além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Filme-Premonição-4-Download.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="390"/>A franquia &#8220;Premonição&#8221;, é uma franquia de 4 filmes, da qual só se espera uma coisa: morte! Se você for assistir a um filme desta franquia, não espere um roteiro bem elaborado, com personagens marcantes e atuações incríveis, não. Espere somente ver morte, violência e sangue, muito sangue! Os próprios filmes não prometem nada além disto. Acho essa &#8220;sinceridade&#8221; (os filmes já se assumem como filmes sem muitos atributos teóricos) da parte dos realizadores um fator louvável, pois assim o público não irá esperar nada mais além do prometido e assim, não se decepcionará. Certo, nenhum dos filmes da franquia se preocupam muito com o roteiro, mas &#8220;Premonição 4&#8243; já nem se preocupa o mínimo sequer com o roteiro, ao invés disto, usa cenas, diálogos e mortes (sim, mortes!) dos outros 3 filmes anteriores. Por partes, vou começar falando de alguns elementos que são acrescentados a &#8220;trama&#8221;. Agora, em vez de uma grande premonição, somos apresentados a duas (não irei revelar o momento, pois seria spoiler). E como se não bastasse, antes de cada vítima morrer, somos apresentados a mais algumas mini premonições de como, quem e onde a vítima irá morrer. Com isso, toda a expectativa criada sobre qual morte, onde e com quem será desaparece. Chegamos então no pior, no mais lastimável erro de todo o filme: os plágios. Começando pelos diálogos. Especificamente na cena em que os personagens estão na cafeteria  (acho que é uma cafeteria), e eles comentam sobre o grande acidente e ai começam a surgir os mesmos diálogos (talvez com um vírgula de diferença), e as mesmas constatações! O filme, como se não bastasse, copia ainda cenas completas dos filmes anteriores. Observe a cena em que o personagem principal, o qual não lembro o nome (para se ver como os personagens são marcantes), e sua namorada estão embrulhando, lacrando e se afastando de todos os objetos perigosos. Esta cena é uma cópia da cena do filme &#8220;Premonição&#8221;, de 2000. Mas nada disto se compara às cenas de morte, as principais cenas do filme. É difícil de acreditar, mas o roteirista de &#8220;Premonição 4&#8243; não teve capacidade de criar mortes diferentes e, como todo o resto do filme, copiou dos 3 primeiros! Sim! As mortes são iguais as dos três primeiros filmes da série! Eu fico pensando: A única explicação cabível para isto acontecer era que o roteirista deste filme estava sob efeito de drogas enquanto escrevia este lixo! O único motivo de eu assistir a um filme da franquia &#8220;Premonição&#8221; são as mortes. E nem isto, o principal do filme, conseguiram fazer direito! Lastimável. Mas não acaba por aí, a parte técnica também decepciona. Os efeitos especiais são muito mal concebidos. Em certos momentos temos a impressão de estarmos assistindo um filme de baixíssimo  orçamento, sendo que o mesmo custou 43 milhões de dólares. Enfim, a única coisa no filme que se salva são os créditos iniciais, onde vemos todas as mortes dos filmes anteriores sendo representadas em animação, com efeito de raio-x. História: Depois de uma premonição, garoto consegue salvar várias pessoas de um acidente numa pista de corrida. Mas aos poucos, cada sobrevivente vai morrendo&#8230; Ridículo. Até agora não consigo imaginar porque que este filme foi exibido nos cinemas, e ainda em 3D.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Que sono&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 02:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A última aparição do Freddy Krueger literalmente falando no cinema, foi em 2003, ainda na pele de Robert Englund, Freddy X Jason, e moralmente falando considero que o último ?Freddy Krueger? do cinema tenha sido o Coringa de Heath Ledger, o assassino risonho, imprevisível e carismático. O Freddy Krueger de Jackie Earl Haley, é apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nightmare-elm-st-poster-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2355" title="nightmare-elm-st-poster-1" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/05/nightmare-elm-st-poster-1-202x300.jpg" alt="" whg="202" rhg="300" /></a>A última aparição do Freddy Krueger literalmente falando no cinema, foi em 2003, ainda na pele de Robert Englund, Freddy X Jason, e moralmente falando considero que o último ?Freddy Krueger? do cinema tenha sido o Coringa de Heath Ledger, o assassino risonho, imprevisível e carismático. O Freddy Krueger de Jackie Earl Haley, é apenas alguém que comprou a fantasia no mesmo lugar, sem carisma, sem humor e longe de ser assustador. Agora, eu me esforcei para fingir não ter visto o anterior, e embarcar nessa nova versão, mas não adiantou. A cada coisa trocada, a cada deslize, fui ficando com muita saudade do filme de 1984. O primeiro deslize: Nancy citar seu nome antes mesmo de a mesma apresentar na tela um pesadelo com este. Ou seja, há uma preocupação dos personagens, fazerem Freddy ser crível em pouquíssimos minutos de filme, tal como foi a insistência em dizer repetidas vezes o nome do vilão em Hannibal, A Origem, antes mesmo de o personagem ser novamente (dependendo de sua idade) apresentado ao público. Por exemplo, um dos personagens no filme original quando foi preso dizia mais ou menos assim para Nancy: ?Havia outra pessoa no quarto, eu não o vi, mas sei que era alguém com facas nos dedos?, ou seja, você põe um tipo de personagem que não acreditaria em tal tipo de coisa fronte a uma que acredita muito nisso, o que torna muito mais crível a situação. O filme parece um legado de super proteção, onde os pais sumiram com fotos e separaram um grupo de amigos para fazer se esquecer do seu grande trauma de infância. Primeiro, quem esqueceria mesmo que na sua tenra idade alguém como Freddy? E se vê claramente uma queda de braço no brainstorm da produção do filme em decidir se os ditos abusos do mortal Freddy teriam sido uma mentirinha de criança, ou um fato consumado. No terceiro ato vemos quem ganhou a queda de braço. E passa uma mensagem péssima por sinal, onde amedronta ainda mais uma possível vitima de tal abuso, e faz crer que a decisão correta de denunciar tal coisa seria o principio de uma futura punição. Eu sei que é mera ficção, mas se é para inserir algo tal sério num blockbuster, que pelomenos seja feito algo que se assemelhe ao Bastardo Amarelo de Sin City, o criminoso que no fim das contas é punido e não o contrário. Seria muito melhor manter a idéia original de um serial killer. Mas, falemos do que deu certo, cenas clássicas como a da banheira trazidas para os dias atuais, ainda provocam aquele riso e terror como antigamente. A cena da sala de aula, onde Tina está envolta numa sala completamente carbonizada com o Freddy de professor, e após acordar ver um pedaço de seu cabelo cortado, é muito boa também. Agora, a atriz Rooney Mara faz a atual Nancy apesar de linda (eu a achei a cara da Demi Moore), é muito ruinzinha, apenas no terceiro ato vemos um trabalho ali, mas que saudade da cara de medo da Heather Langenkamp. O ator que interpreta o personagem Quentin, que no original se chamava Glen, que foi interpretado por Johnny Depp, em minha opinião era o melhor na nova empreitada, até o momento da ridícula cena em que enfia uma agulha de adrenalina na própria perna, e reage de uma maneira como se acabasse de tomar um sedativo, aliais a própria seqüência leva a crer nisso, pois ele cai no sono. Aliais por falar em Quentin, o Tarantino agradece a homenagem, mas Wes Craven deve ter odiado a seqüência final, pois ele o fez de maneira muito melhor. O que nos resta é esquecer reboots, remakes, begins&#8230;, pois assim os estúdios param com isso. Desejo a todos um sono tranqüilo.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
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		<title>Furos na Armadura</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 18:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Robert Downey Jr. é invencível realmente. Após a atuação impecável no mesmo que irregular Sherlock Homes, Downey Jr. volta à pele daquele que garante seu papel de protagonista. Robert Downey Jr. pode afirmar que é Tony Stark assim como o personagem por sua vez revela ao mundo ser o Homem de Ferro. E dessa forma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/05/iron_man_2_twitter1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2352" title="iron_man_2_twitter1" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/05/iron_man_2_twitter1-300x300.jpg" alt="" whg="300" rhg="300" /></a>Robert Downey Jr. é invencível realmente. Após a atuação impecável no mesmo que irregular Sherlock Homes, Downey Jr. volta à pele daquele que garante seu papel de protagonista. Robert Downey Jr. pode afirmar que é Tony Stark assim como o personagem por sua vez revela ao mundo ser o Homem de Ferro. E dessa forma, que se inicia Homem de Ferro 2, com o som da tão marcante coletiva de imprensa que encerrou o primeiro filme. Logo, vemos a imagem de Tony numa TV na Rússia, e o leito de morte do pai de um futuro arquiinimigo do Homem de Ferro, Wiplash, ou melhor, Ivan Vanko, nome próprio ao qual é chamado durante toda a projeção, numa cena que remete a cena da caverna do primeiro Homem de Ferro. Passam 6 anos, e o que se vê é um Tony Stark vaidoso em um show pirotécnico, se apresentando de uma maneira que se fosse possível na vida real o próprio Downey Jr o faria em alguma Comic Con. Mas, espera aí, onde está a cena do trailer com o beijo sexy da Pepper no capacete do Homem de Ferro? Você viu? Eu não. Bem, o ponto de partida da nova trama é exatamente o governo norte americano bater de frente com o playboy milionário que trata a arma mais poderosa do mundo como se fosse um brinquedo. Eis que é apresentado o segundo grande vilão da trama, o Wannabe Tony Stark, Justin Hammer, que surge tal um Stand Up Show. Há quem ache o máximo, há quem ache horrível, eu opto pela segunda opção. A apresentação de Rhodey na versão Don Cheadle, está à milhas de distancia da ótima de Terrence Howard do primeiro filme. Enquanto Rhodey surgia no primeiro filme como o militar confiante perante seus recrutas, o Rhodey de Don, surge de costas e após uma voz imperativa diz: ?Leia o que está escrito?, e é um incomodo que permeia durante todo o filme, o que até deveras injusto, pois é um bom ator, e poderia ter recebido um roteiro melhor. E por falar em roteiro, Jon Favreu trocou o time de roteristas do primeiro filme pelo fanfarrão Justin Theroux, e saibam que é o mesmo da comédia Trovão Tropical. E acabou que por ter uma trama sem conexões emocionais entre os personagens, por exemplo, a doce Pepper Potts, virou uma namoradinha ranzinza, e uma bela rasgada de roteiro do primeiro filme tornando Howard Stark um cara legal, com ligação direta com a S.H.I.E.L.D, o tipo de ligação que já é irritante nos quadrinhos, os pais do Peter Parker eram agentes, blá, blá, blá, pêra aí, NE!! E tal fato que tira toda a força da auto suficiência de Tony Stark, e toda a graça do discurso do vilão Ivan de Tony estar pagando pelos pecados do legado Stark. Samuel L. Jackson é Samuel L. Jackson, OK. Mas, a salvação do filme está exatamente na quase muda, mas linda e maravilhosa, Scarlett Johansson, bastante convincente nas cenas de ação a qual protagoniza, o que me animou e muito pensando na possibilidade da Distinta Concorrência realizar cenas de ação com uma determinada Gata. Tirando a ruivinha, no surprises, tirando é claro o que caiu do céu após os créditos. Homem de Ferro 2 é um bom filme sem dúvida, mas não é uma boa continuação.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
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		<title>Que Decepção, Tim Burton!</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 22:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando dizem que a propaganda é a alma do negócio, estão certos. Muitos filmes lucram, não por sua qualidade, mas pela expectativa que criaram nas pessoas, usando o marketing, para assisti-los. Este é o caso de &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221;, a mais nova adaptação do conto de Lewis Carroll, dirigido por Tim Burton, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/alice-in-wonderland.jpg" border="0" alt=""  whg="285" rhg="423"/>Quando dizem que a propaganda é a alma do negócio, estão certos. Muitos filmes lucram, não por sua qualidade, mas pela expectativa que criaram nas pessoas, usando o marketing, para assisti-los. Este é o caso de &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221;, a mais nova adaptação do conto de Lewis Carroll, dirigido por Tim Burton, que já dirigiu filmes magníficos, como &#8220;Edward -- Mãos de Tesoura&#8221;, &#8220;Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas&#8221; e &#8220;A Noiva Cadáver&#8221;, que agora nos apresenta a um filme mediano. Como já é de praxe de Burton, esta produção adquiri um tom sombrio, com cores mortas. Aliás, a parte técnica de &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221; é impecável, a fotografia, intercala muito bem cores obscuras com cores alegres, para diferenciar a personalidade das duas rainhas. Os figurinos também são muito bem concebidos, vale ressaltar o figurino de Johnny Depp, como o Chapeleiro Maluco. O elenco, devo reconhecer, é recheado de estrelas, como Johnny Depp, que parece se adaptar muito bem ao papel, Helena Bonham Carter, como a Rainha de Copas e Anne Hathaway, que a pouco tempo escrevi sobre ela, na minha crítica do filme &#8220;Noivas em Guerra&#8221;, e tenho que dizer que Hathaway não voltou a ser como em &#8220;O Casamento de Rachel&#8221;, mas melhorou muito, comparado a &#8220;Noivas em Guerra&#8221;. E, para finalizar: o roteiro. É ai que o filme erra. Na verdade, este filme é uma continuação a história original de Alice. Nesta mais nova adaptação do livro &#8220;Alice no País das Maravilhas&#8221;, o Chapeleiro Maluco tem muito mais destaque, e podemos descobrir um pouco mais sobre Alice, sua vida, sua família e seu estilo. Mas, para estes prós, o roteiro também nos apresenta a muitos contras. Um deles por exemplo, é nos apresentar a uma história fraca, rasa, sem aprofundamento. Outro ponto negativo, em relação ao roteiro, é que história apresentada a nós é desinteressante, chata e clichê. Ou seja, toda a profundidade da obra de Lewis Carroll, é exterminada neste filme. Resumindo: Tecnicamente impecável, mas decepciona no roteiro. O mesmo narra a jornada, quando Alice volta ao país das maravilhas. Agora ela tem que impedir o domínio da Rainha de Copas. Me decepcionou.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Carell + Fey = Alto teor de risadas!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 19:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há atores  que se combinam. E geralmente, um filme com eles, se torna sucesso. É o caso de Steve  Carell e Tina Fey, em \&#8221;Uma Noite Fora de Série\&#8221;. Junte dois atores carismáticos, um roteiro hilário e uma produção bem executada e você conseguirá criar um filme muito bom! É exatamente isto que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Uma-Noite-Fora-De-Série.jpg" border="0" whg="287" rhg="425">Há atores  que se combinam. E geralmente, um filme com eles, se torna sucesso. É o caso de Steve  Carell e Tina Fey, em \&#8221;Uma Noite Fora de Série\&#8221;. Junte dois atores carismáticos, um roteiro hilário e uma produção bem executada e você conseguirá criar um filme muito bom! É exatamente isto que acontece nesta produção. Acima de tudo, \&#8221;Uma Noite Fora de Série\&#8221; é um filme objetivo, vai direto  ao ponto, sem enrolar e nos faz chorar de tanto rir! Há três cenas (as quais não irei revelar), que são hilárias. Só estas cenas já compensam o valor do ingresso. Mas claro, o filme possui muitos outros pontos positivos, como o roteiro, muito original, e o elenco, composto por Steve Carell e Tina Fey, como a dupla principal. Carell e Fey se encaixam muito bem. Já nos coadjuvantes, temos Mark Wahlberg e Ray Liotta, e uma pequena ponta do vocalista do grupo Black Eyed Peas, Will I Am. Mas quem realmente rouba a cena são o casal protagonista, o que é um fato louvável, levando em conta que os protagonistas principais devem cativar o público, e levar o filme. Perto de Carell e Fey, os outros coadjuvantes não são nada. Enfim, vou encerrar minha crítica por aqui, e fica a critério de vocês assistirem ou não. Mas o meu conselho e a minha opinião  é: Não perca tempo, corra até o cinema, compre ingressos e assista a \&#8221;Uma Noite Fora de Série\&#8221;. A história: Um casal, a procura de uma noite romântica, se passa por um outro casal, para poder conseguir uma mesa em um restaurante. Mas eles não sabem que o casal que eles estavam se passando, estava metido com criminosos e chantagens. Então, eles tem que provar que não são este casal. Incrível!</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
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		<title>Atuações explosivas em um filme calmo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 04:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre irmãos (Brothers) já me chamou atenção no trailer. Nele, cenas dramáticas e explosivas, prometendo um filme bom em atuações. Entre as cenas rápidas, deu para perceber que o ator Tobey Maguire (Homem-Aranha) estava muito mais magro do que o normal. E quando esse tipo de dedicação acontece, mostra que coisa boa vem por aí.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/entreirmaos1.jpg" border="0" whg="287" rhg="223">Entre irmãos (Brothers) já me chamou atenção no trailer. Nele, cenas dramáticas e explosivas, prometendo um filme bom em atuações. Entre as cenas rápidas, deu para perceber que o ator Tobey Maguire (Homem-Aranha) estava muito mais magro do que o normal. E quando esse tipo de dedicação acontece, mostra que coisa boa vem por aí.</p>
<p>O filme conta a história de dois irmãos de personalidades e vidas diferentes. Um é soldado exemplar (orgulho do papai) e o outro, um ex-presidiário recém libertado. Quando o soldado (Tobey Maguire) vai numa missão ao Afeganistão e é dado como MORTO, seu irmão toma conta de sua vida, suas filhas e sua esposa. Daí você já imagina o que acontece quando ele aparece de volta? TENSO!</p>
<p>A promessa do trailer foi cumprida no filme. Tobey Maguire dá um show de atuação mostrando o que é paranóia, loucura, explosão, piti e raiva. O que fez ele ganhar uma indicação ao Globo de Ouro para Melhor Ator de 2009.</p>
<p>Mas o que eu gostei mais foi da atriz mirim de 11 anos, Bailee Madison, que interpreta a filha mais velha dele, no filme. Ela é boa ÓTIMA atriz em todos os tipos de cenas do filme: cenas de felicidade, de tensão extrema e, principalmente, em cenas de tristeza. Vai saber chorar assim na PQP! Incrível! Só digo uma coisa: A cena principal do filme, que acontece em uma mesa de jantar, é totalmente DELA! Ela carrega a cena inteira nas costas passando por cima de sete atores veteranos que estão ali com ela.</p>
<p>Fora isso, o filme tem mais tensão e climão-chato-em-família. Cenas do tipo, que está tudo muito calmo? daí começa leves provocações, que vão aumentando? aumentando? até que você pensa: AGORA FODEU! ESTOPIM! Vai voar coisas pela casa toda! IRRAAAÁ!</p>
<p>O filme também conta com Natalie Portman (V de Vingança) e Jake Gyllenhaal (O Segredo de Brokeback Mountain). Vamos dizer que essa película é um belo retrato de um trauma que vira paranóia! Eu gostei bastante e recomendo! Assistam!</p>
<p>Dica: NÃO vejam o trailer? ele conta o filme INTEIRO, literalmente. Repito: Não assistam o trailer!</p>
<p>Vão ao cinema! Cinema é cultura!</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:viniciusparaiba@uol.com.br">Vinicius Paraiba</a> -- <a href="http://www.viniciusparaiba.com.br">http://www.viniciusparaiba.com.br</a></p>
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		<title>PEACE &amp; I LOVE NY</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 02:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual a importância de um artista para a sociedade a ponto de mobilizar o povo politicamente? Porque John Lennon, um artista que foi um ícone pop, se tornou de uma hora para a outra um ativista político, ou melhor, potencialmente um pacifista? Essas e outras perguntas encontram resposta em The U.S. X John Lennon. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/04/John-Lennon.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2314" title="OneSheet (Page 1)" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/04/John-Lennon-202x300.jpg" alt="" whg="202" rhg="300" /></a>Qual a importância de um artista para a sociedade a ponto de mobilizar o povo politicamente? Porque John Lennon, um artista que foi um ícone pop, se tornou de uma hora para a outra um ativista político, ou melhor, potencialmente um pacifista? Essas e outras perguntas encontram resposta em The U.S. X John Lennon. O filme se inicia de forma irregular tecnicamente falando, pois ganha a cara de extras de DVD, com sempre alguma personalidade sentada numa cadeira que teve direta ou indiretamente uma ligação com Lennon, inclusive a viúva Yoko Ono. No entanto, a ausência dos depoimentos de Paul McCartney e Ringo Star, que por ventura poderiam enriquecer o documentário, afinal se na época de ativismo houve um afastamento de Lennon dos outros Beatles, seria bom ouvir a opinião deles hoje em dia sobre o episódio, mas acaba que não se tornando necessário, eis que as testemunhas da fase militante de John Lennon estão presentes para dar seus depoimentos no documentário. O filme retrocede a fase de infância de Lennon, buscando entender o porquê da sua rebeldia, atribuindo como motivo a separação dos pais, sendo John criado apenas por sua mãe. Aí dá um salto para a queima de discos do Beatles, após a declaração de John Lennon, que para a juventude inglesa os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo, algo que de pronto ele tentou se retratar, pois haviam interpretado ao pé da letra sua declaração, mas enfim, essa é a parte do filme para demonstrar o quanto a força da palavra de um Beatle poderia valer. Daí, imagens dos Beatles tocando Revolution. Pula para a lua de mel televisionada de John e Yoko, em que numa atitude esperta do casal, acabou se tornando um longo protesto de paz. Claro, contestado e ridicularizado pela imprensa. Daí o filme pega ritmo, e traça aquilo que a premissa tem a intenção de demonstrar que é quanto o poeta, pacifista e cantor incomodou os Senhores da Guerra. Com uma trilha sonora que conheço muito bem, eu que sou mais entusiasta do Lennon solo do que na sua carreira junto aos Beatles, hits como Give peace a chance, Imagine, Working class Hero, e outros, e seus eventuais significados. E as imagens de arquivo, tomam o contorno de demonstrar um Lennon, mais do que vivo e compreender muito bem a sua pessoa, e seu bravo combate contra a apatia da juventude, e o quão assusta lideranças repressoras a luta pela liberdade de expressão.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
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		<title>O terror real (ou não)</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 19:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Normalmente, o que me faz sentir medo em um filme, é o realismo e não saber se aquilo é verdade mesmo ou não. Um dos filmes que mais me marcou foi A Bruxa de Blair. A publicidade em volta daquele filme, principalmente com virais na internet, fez com que um filme barato se tornasse recordista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/contatos4.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="209"/>Normalmente, o que me faz sentir medo em um filme, é o realismo e não saber se aquilo é verdade mesmo ou não. Um dos filmes que mais me marcou foi A Bruxa de Blair. A publicidade em volta daquele filme, principalmente com virais na internet, fez com que um filme barato se tornasse recordista de bilheteria.</p>
<p>Eu, na época com 13 ou 14 anos, quando terminei de assistir ao filme, tive a impressão que precisava provar pra mim que aquilo não era verdade. A internet não ajudava muito naquela época e eu tive que ir dormir com aquele barulho.</p>
<p>Chegando a 2010, me aparece um filme chamado Contatos de 4º Grau (The Fourth Kind). Nele, diretamente no trailer, já havia a promessa de imagens reais amadoras, misturada com o filme em forma de reconstituição. Todo marketing existente foi em cima de que tudo era baseado em fatos reais.</p>
<p>Vamos dizer que, quem vai ao cinema achando que é real realmente sai impressionado de lá. Até porque, já no começo do filme, a atriz Mila Jovovich se apresenta, dando credibilidade ao conteúdo, dizendo que vai interpretar a psicóloga Dr. Abbey Tyler e que as imagens a seguir são completamente perturbadoras.</p>
<p>A sinopse é mais ou menos isso: O filme se passa no Alasca, onde misteriosamente são registrados um grande número de desaparecimentos. Quando a psicóloga Dr. Abigail começa a gravar suas sessões com pacientes traumatizados acaba descobrindo as mais perturbadoras evidências de abduções alienígenas, jamais reveladas ao público. Veja os fatos documentados por filmagens reais e tire suas conclusões.</p>
<p>Ok a tacada foi boa. Os atores que aparecem nas supostas fitas reais amadoras não são creditados no final. Sim o filme consegue o objetivo dele, que é assustar.</p>
<p>Mas na era da informação, a verdade sempre acaba vindo a público.</p>
<p>Um mês antes do lançamento do filme, os jornais Alaska descobriram que Abigail foi criada pelos próprios produtores. Funcionários do governo do Alasca declararam que não há nenhuma pessoa, com este nome, licenciada para trabalhar em qualquer função no Estado. E por fim o diretor do Alaska Psychiatric Institute e o presidente da Associação de Psicologia do Alasca declararam jamais ter ouvido falar de Abigail Tyler.</p>
<p>Provado tudo isso qual a graça do filme?</p>
<p>Quando um filme inteiro joga todo o seu peso em cima de um ponto só e é levado nessa única base durante os 98 minutos no MÍNIMO, a única coisa que tem que funcionar é o que eles estão dizendo que é verdade.</p>
<p>Um mês antes do lançamento, o único pilar de sustentação de Contatos de 4º Grau foi derrubado pela imprensa. E quem diria a mesma ferramenta que Bruxa de Blair usou a seu favor, lá em 1999, faturando 248 milhões em bilheteria, Contatos de 4º Grau tentou usar dez anos depois e acabou dando um tiro no pé.</p>
<p>Ou não &#8230; tire suas conclusões.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:viniciusparaiba@uol.com.br">Vinicius Paraiba</a></p>
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