<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>:: MovieYou - A Crítica Democratizada :: &#187; Você</title>
	<atom:link href="http://www.movieyou.com.br/category/voce/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.movieyou.com.br</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Mar 2010 17:06:55 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Crônicas de Uma Vida Miserável.</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/06/cra/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/06/cra/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 19:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2277</guid>
		<description><![CDATA[Acho que &#8220;Preciosa&#8221; tem várias outras funções além de entreter o público. Esta produção nos faz pensar, refletir sobre nossas atitudes. Será que nós estamos descriminando alguém, por algum motivo, sejam eles: cor, religião, opção sexual, aparência física? Será que não estamos dando valor ao que temos? Além de nos fazer refletir sobre nossas atitudes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/preciosa_2.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="422"/>Acho que &#8220;Preciosa&#8221; tem várias outras funções além de entreter o público. Esta produção nos faz pensar, refletir sobre nossas atitudes. Será que nós estamos descriminando alguém, por algum motivo, sejam eles: cor, religião, opção sexual, aparência física? Será que não estamos dando valor ao que temos? Além de nos fazer refletir sobre nossas atitudes, esta produção de Lee  Daniels, inova, revoluciona  (de certa forma) e nos apresenta a talentos, até então desconhecidos. É uma surpresa ver Mariah Carey atuando bem em um filme. Surpresa também ver Mo&#8217;Nique, uma comediante, interpretando o papel da mãe de Preciosa, de maneira tão visceral! Aliás, aposto em Mo&#8217;Nique, para melhor atriz  coadjuvante. É impressionante  a sua atuação, principalmente em brigas verbais. Nestes momentos, Mo&#8217;Nique, faz quem esta assistindo se arrepiar! &#8220;Preciosa&#8221; nos apresenta a uma atriz brilhante, até então desconhecida: Gabourey Sidibe. Esta atriz, para mim, merecia vencer o Oscar, mas é bem provável que perca para Sandra Bullock  (Não assisti a &#8220;Um Sonho Possível&#8221;, então não posso expressar minha opinião sobre Bullock, mas, de acordo com o que todos dizem, ela merece). E, ainda por cima, &#8220;Preciosa&#8221; entra para a história do Oscar, porque Lee Daniels, o diretor do longa, é o primeiro diretor negro a ser indicado. &#8220;Preciosa&#8221; possui uma trilha sonora impecável. Algumas músicas que se destacam: &#8220;It Took a Long Time&#8221; e &#8220;Destiny&#8221;. Mas, infelizmente, &#8220;Preciosa&#8221; se perde um pouco por inserir muitos desejos de Preciosa, quebrando assim, o clima de tristeza que o filme cria. Mas, de resto, o filme se sai muito bem. Possuindo uma fotografia, que em muitos momentos se torna exagerada, consegue nos passar muito bem a tristeza, a escuridão, a sujeira da casa de Preciosa, com cores mortas, amareladas, contrastando com as cores vivas e alegres dos desejos de Preciosa. &#8220;Preciosa&#8221; concorre a seis Oscars, e acho que leva em atriz  coadjuvante, e talvez, em roteiro adaptado. Por falar em roteiro, é adaptado do livro &#8220;Precious: Based on the Novel Push by Sapphire&#8221;, e conta a história de uma garota obesa, negra, semi-analfabeta, mãe de uma menina de com síndrome de Down e grávida de um outro filho. Ela é estuprada pelo próprio pai e agredida pela mãe. Mas, apesar de tudo ela não desiste, entra numa escola especial, e tenta mudar sua vida. Filme muito bom, mas que não merece ganhar o Oscar de melhor filme.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/06/cra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Episódios Imaginativos da Fértil Mente de Tarantino!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/04/episa/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/04/episa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 00:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2276</guid>
		<description><![CDATA[Quentin Tarantino  é um dos melhores cineastas, na minha opinião. Sua criatividade é imensa. Ele sabe muito bem acrescentar um tom humorístico  aos seus filmes, sem prejudica-los. Como todos os seus outros filmes, &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; possui violência, ironia e uma maneira diferente de contar uma história. Em seus outros filmes, Tarantino optava por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/ads_inglorious_basterds_1806.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="432"/>Quentin Tarantino  é um dos melhores cineastas, na minha opinião. Sua criatividade é imensa. Ele sabe muito bem acrescentar um tom humorístico  aos seus filmes, sem prejudica-los. Como todos os seus outros filmes, &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; possui violência, ironia e uma maneira diferente de contar uma história. Em seus outros filmes, Tarantino optava por um roteiro não linear para narrar a trajetória de um, ou mais personagens. Aqui, em seu mais novo filme, ele opta por contar a história de uma maneira mais linear, mas claro, dando seu toque especial, para assinar a obra. Neste filme, não viajamos tanto pelo tempo, não temos que encaixar todas as peças, como um quebra cabeça. Mas, mesmo assim, &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; não deixa de ser uma obra-prima. Ao longo da projeção, notamos referências aos seus outros filmes, como &#8220;Kill Bill vol. 1 e 2&#8243;, &#8220;Pulp Fiction -- Tempo de Violência&#8221;&#8230; E, claro, como de praxe de Quentin, todo o filme é incrivelmente bem produzido. Tudo é impecável. Partindo da fotografia, passando pelos diálogos e pelo roteiro de mestre, pela trilha sonora que é empregada no momento mais preciso possível, até a direção, que nem preciso comentar, basta falar que sou muito fã de Quentin Tarantino. O elenco conta com Brad Pitt, reformulado, com uma ponta de Mike Myers, e com Christoph Waltz, que concorre ao Oscar  de melhor ator  coadjuvante, e acho que irá ganhar. &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; concorre em cinco categorias. E, realmente, é um candidato muito forte, pena que concorre com &#8220;Avatar&#8221;, que vai tirar muitos prêmios de &#8220;Bastardos Inglórios&#8221;. Enfim, se não fosse &#8220;Avatar&#8221; (não desmerecendo &#8220;Avatar&#8221;), esta mais  nova produção de Tarantino tinha fortes chances de levar edição e fotografia, mas acredito que ele não saia de mãos vazias: eu aposto em &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; para ator coadjuvante e roteiro original. Enfim, agora é só esperar a noite do Oscar para conferir. Mas, uma coisa é incontestável, &#8220;Bastardos Inglórios&#8221; é uma obra-prima, e Quentin Tarantino é um gênio! Tarantino leva às telas sua visão imaginativa do fim de Hitler e do Nazismo. Um grupo de homens tem um missão, matar nazistas, escalpela-los e fazê-los sofrer. Mas um plano de executar Hitler vem a tona, e paralelamente, uma mulher planeja vingança contra os nazistas, por matar sua família. Filme incrível! (Obs: SE VOCÊ NÃO ASSISTIU ESTE FILME AINDA, PARE DE LER ESTA FRASE, POIS CONTÉM SPOILER. A cena em que o cinema está prestes a ser incendiado, é genial!)</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/04/episa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Nut Up Or Shut Up&#8221;</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/02/nut-up-or-shut-up/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/02/nut-up-or-shut-up/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 17:03:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2273</guid>
		<description><![CDATA[Sabe aquele filme que estava faltando? Aquele filme de comédia incrível que você não poderia deixar de assistir? Pois bem, &#8220;Zumbilândia&#8221; é isso, e muito mais! Quando a sessão se encerrou, a sensação que eu tinha era de realização. Por ter assistido a uma obra-prima da comédia. Tamanha é a capacidade cômica e narrativa, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Filme-Zumbilandia-2009.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="402"/>Sabe aquele filme que estava faltando? Aquele filme de comédia incrível que você não poderia deixar de assistir? Pois bem, &#8220;Zumbilândia&#8221; é isso, e muito mais! Quando a sessão se encerrou, a sensação que eu tinha era de realização. Por ter assistido a uma obra-prima da comédia. Tamanha é a capacidade cômica e narrativa, que este filme conquistou desde os expectadores mais leigos, aos críticos de cinema. E posso afirmar que &#8220;Zumbilândia&#8221; é um dos melhores, se não o melhor, filme de comédia que estreia em 2010 no Brasil. Exagero? Não. É até difícil de descrever tamanha diversão e genialidade a que os expectadores são expostos. Eu realmente me surpreendi, pois não esperava algo tão bom! Começando por Woody Harrelson, que se encaixa perfeitamente em seu papel, por ser uma pessoa com perfil e características  físicas muito parecidas com a de seu personagem. Sua interpretação? Nada de mais, mas não é isto que importa neste filme. Não ligamos muito para atuações, ou profundeza  de roteiro, enquanto assistimos ao filme, pois o que vemos em tela nos contagia! E, claro, não poderia deixar de comentar a participação especialíssima de&#8230; (não vou estragar a surpresa de quem não assistiu), resultando numa das melhores e mais engraçadas sequências do filme. E o melhor de tudo é que esta participação é surpresa. No trailer não consta nada sobre ela. E isso é muito bom! Aliás, o filme faz várias referências a outros filmes que se eternizaram. Como &#8220;Laranja Mecânica&#8221;, explicitamente &#8220;Os Caça-Fantasmas&#8221;, &#8220;2012&#8243;, entre muitos outros filmes. E para quem pensa que este filme não tem um bom roteiro, se engana. O mesmo pode não ser tão profundo, mas é muito original e ágil na maneira de desenvolver a história. E, como se já não bastasse tudo isto, o filme ainda possui uma edição invejável. Não por intercalar cenas de modo genial, mas sim, pela beleza estética (sabendo aplicar na hora exata  a câmera  lenta), e, consequentemente o timing exato. E ainda, a fabulosa edição, enquanto algum personagem relembra as regras, ou as bota em prática, as mesmas aparecem na tela, e interagem com o ambiente em que estão. Genial! Somente pela sequência dos créditos iniciais, o filme já vale o ingresso. &#8220;Zumbilândia&#8221; possui a história de um garoto que luta para sobreviver em uma ex-Terra dominada por zumbis, denominada Zumbilândia. Ele conhece então um homem que tem o prazer de matar zumbis, e posteriormente os dois conhecem duas irmãs, que também lutam para sobreviver. Os quatro se juntam e vão rumo a um parque de diversões, mas&#8230; Vale muito a pena!(Obs: O filme foi produzido em 2009, mas lançado no Brasil somente em 2010).</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/03/02/nut-up-or-shut-up/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Madiba</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/28/madiba/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/28/madiba/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 19:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2270</guid>
		<description><![CDATA[Nenhum povo entende tanto quanto o brasileiro o quão a proximidade do esporte do povo, dá este a moral para seguir bem os seus dias. Para uma parcela ganhar uma copa do mundo não traz benefícios ao povo, pois os países desenvolvidos levam bomba nos esportes e tem um bom um desenvolvimento político. Ora, esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/mandiba.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2271" title="mandiba" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/mandiba.jpg" alt="" whg="230" rhg="160" /></a>Nenhum povo entende tanto quanto o brasileiro o quão a proximidade do esporte do povo, dá este a moral para seguir bem os seus dias. Para uma parcela ganhar uma copa do mundo não traz benefícios ao povo, pois os países desenvolvidos levam bomba nos esportes e tem um bom um desenvolvimento político. Ora, esse é um pensamento que vê de um ângulo muito pequeno a situação. Com tantas mazelas políticas ver pessoas ganhando honestamente a vida e vencendo com o seu suor e representando o país no exterior é uma maneira mais do que justa de demonstrar o Brasil que deu certo. Mas, porque essa introdução se o texto é para falar de Invictus, que retrata um time de rúgbi da África do Sul? Bem, o esporte é outro, mas a intenção de Madiba, ou melhor, Mandela foi a mesma, quando tomou as dores dos Springboks, um time de Rúgbi com poucas chances na Copa do Mundo. A discussão do medo e do rancor envereda muito bem pelo filme, o medo na figura do chefe de segurança de Mandela, sempre a espera de algum atentado ao Presidente Africano, e rancor nas declarações dos personagens que não compreendem porque Mandela resolveu apoiar entre claras aspas seus algozes. Tirar de uma parcela do povo o que ela presa, não é uma forma de suprir uma antiga injustiça, Mandela queria demonstrar a mudança de sua gestão, que o fim do Apartheid teria que trazer benefícios tanto aos de pele clara quanto os de escura. Daí vem o herói do filme François Pienaar, muito bem interpretado por um parrudo Matt Damon, alguém sem mácula que inspirado por um grande líder vai lá lutar por seu país. O Clint Eastwood gosta de trabalhar com personagens que mudam de idéia no decorrer da trama, aprendendo algo importante. E parece que tem certa queda pela cor verde, vide a Menina de Ouro. A realização de um filme com um final feliz, quem diria, assim como os personagens de seus filmes marcados por uma drástica mudança de idéia, creio que talvez Clint Eastwood esteja mudando também as suas.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/28/madiba/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma bala de prata, por favor</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/20/uma-bala-de-prata-por-favor/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/20/uma-bala-de-prata-por-favor/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 02:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2258</guid>
		<description><![CDATA[Eu esperava mais. Não que meu currículo de filmes de lobisomem seja dos mais vastos. O lobisomem americano em Londres, O Lobo com Jack Nicholson e Michelle Pheifer e Underworld, aquele do Lycan que cruza com a vampira. Eu acho mais graça nos filmes de vampiros, mas o interessante dos lobisomens é não ter controle [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lobisomem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2259" title="lobisomem" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/02/lobisomem-213x300.jpg" alt="" whg="213" rhg="300" /></a>Eu esperava mais. Não que meu currículo de filmes de lobisomem seja dos mais vastos. O lobisomem americano em Londres, O Lobo com Jack Nicholson e Michelle Pheifer e Underworld, aquele do Lycan que cruza com a vampira. Eu acho mais graça nos filmes de vampiros, mas o interessante dos lobisomens é não ter controle sob suas atitudes noturnas. Ou seja, o lobisomem é uma vítima de seu dom, por assim dizer. Nisso o acerto na personalidade retraída de Laurence, muito bem interpretado por Benicio Del Toro, um bom homem que tem uma fera incontrolável dentro de si. No entanto a maneira que o rapaz se torna lobo&#8230; Sei que é uma refilmagem, que ou seguiram a risca a original, ou para dar um víeis de mais ação optaram por aquilo. Ah, vou falar poderia ser hereditário, seria prá lá de aceitável e compreensível. Sir Antony Hopkins, convence como fera, pois este interpretou a maior delas, algo que lhe rendeu um Oscar, e a personagem até recebe uma rápida e engraçada homenagem nesse filme. No entanto, falta roteiro para explicar o interesse da mocinha Gwen, papel de Emily Blunt, que como bem observou um casal ao meu lado na sessão, é a cara da Maria Fernanda Candido. Já Hugo Weaving não tem lá muito espaço para desenvolver seu Detetive Francis Aberline, já que não há segredo algum a ser desvendado, Todo mundo sabe o que Todo mundo sabe. O Lobisomem, face as suas cenas ultra violentas ganhou uma classificação etária de + de 18 anos, mas não vejo no filme nada que tire o sono de ninguém.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/20/uma-bala-de-prata-por-favor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sorry, You&#8217;re Fired!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/19/sorry-youre-fired/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/19/sorry-youre-fired/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2254</guid>
		<description><![CDATA[Jason Reitman me surpreendeu pela primeira vez, em 2007, com &#8220;Juno&#8221;, produção também indicada a melhor filme no Oscar 2008. Uma particularidade  curiosa, que se deve ressaltar, é que, os três filmes mais conhecidos e famosos deste diretor  são comédias, ou como é o caso de &#8220;Amor Sem Escalas&#8221;, comédia dramática. E, geralmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/baixarfilmesdownload11.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="427"/>Jason Reitman me surpreendeu pela primeira vez, em 2007, com &#8220;Juno&#8221;, produção também indicada a melhor filme no Oscar 2008. Uma particularidade  curiosa, que se deve ressaltar, é que, os três filmes mais conhecidos e famosos deste diretor  são comédias, ou como é o caso de &#8220;Amor Sem Escalas&#8221;, comédia dramática. E, geralmente, estes filme ganham uma indicação ao Oscar. Este fato me deixou com uma pulga atrás da orelha (desculpem a expressão antiquada). Será que Jason Reitman possui talento somente para comédias? Ou será que ele é talentoso em outros gêneros? Não sei. Fica ai, uma incógnita. Agora, temos que esperar seu próximo filme para responde-la. Enfim, voltando a &#8220;Amor Sem Escalas&#8221;. Posso estar contrariando a opinião de muitas pessoas, mas eu acho &#8220;Avatar&#8221; muito superior. &#8220;Amor Sem Escalas&#8221; até merecia ser indicado em algumas categorias ao Oscar  (seis, contando com as duas indicações a atriz coadjuvante). Para mim, o filme não tem chance em melhor diretor, melhor filme, melhor ator e melhor atriz coadjuvante. Pode ser que ganhe em roteiro adaptado. Todavia, o filme merece sim ser indicado. O que merece destaque na produção é a sua fotografia, que opta por um tom de cor mais comum e por enquadramentos ageis, que expressam, além de naturalidade e rotina, a vida do personagem principal. No elenco, George Clooney, que desempenha uma boa interpretação, mas que na minha opinião não merecia ser indicado a melhor ator. Vemos também Vera Farmiga, esta que realmente merece ser indicada, embora acho que irá perder para Mo&#8217;Nique. Outro grande acerto do filme reside no roteiro, que ao mesmo tempo que acompanha e aprofunda a vida do personagem principal, vai nos deixando a par  também da vida das duas mulheres que o cercam. Aliás, o roteiro é muito mais profundo. Ficamos sabendo da personalidade e do caráter da irmã do personagem principal (Clooney), que só conhecemos após uma hora de projeção. Por isto, acho que &#8220;Amor Sem Escalas&#8221; é um forte candidato a roteiro adaptado. De tão profunda, é até difícil de descrever a história deste filme. Tentarei. O filme acompanha a vida de um homem contratado por uma empresa para demitir funcionários. Acompanhamos então, suas viagens e as pessoas que o cercam. Vale a pena.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/19/sorry-youre-fired/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Oscar de Melhor Filme? Não.</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/11/oscar-de-melhor-filme-na/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/11/oscar-de-melhor-filme-na/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 13:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2244</guid>
		<description><![CDATA[Posso estar contrariando a opinião de muitas pessoas, mas, para mim, &#8220;Guerra ao Terror&#8221; não é o melhor filme de guerra que já vi. &#8220;Apocalypse Now&#8221; e &#8220;Nascido Para Matar&#8221;, são muito melhores. Mas &#8220;Guerra ao Terror&#8221; não é um filme ruim, não. Pelo contrário, é um filme magnífico, que fica na minha lista dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/guerraaoterror.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="413"/>Posso estar contrariando a opinião de muitas pessoas, mas, para mim, &#8220;Guerra ao Terror&#8221; não é o melhor filme de guerra que já vi. &#8220;Apocalypse Now&#8221; e &#8220;Nascido Para Matar&#8221;, são muito melhores. Mas &#8220;Guerra ao Terror&#8221; não é um filme ruim, não. Pelo contrário, é um filme magnífico, que fica na minha lista dos melhores filmes de guerra. Oscar de melhor filme? Não, acho que não merece. O prêmio ainda fica com &#8220;Avatar&#8221;. Oscar de melhor diretor(a)? Sim, Kathrym  Bigelow merece esta categoria. Se ela ganhar, vai ser a primeira diretora a ganhar um Oscar. Bem, vamos aguardar para ver. &#8220;Guerra ao Terror&#8221; é, junto de &#8220;Avatar&#8221;, o campeão de nomeações este ano, possuindo 9 indicações. Teria fortes chances de ganhar em fotografia, trilha sonora e edição, mas tem como concorrente o filme de Cameron, que com certeza irá ganhar. Uma curiosidade: Bigelow  é a ex mulher de Cameron. Ambos lideram as indicações. Agora vou falar um pouco do filme em si. &#8220;Guerra ao Terror&#8221; é um retrato sufocante da guerra do Iraque. A sensação que acompanha o filme, bem como os personagens, é de pressão, cansaço, precariedade, angústia e ansiedade. Claro, que, para se conseguir chagar ao nível carregado do filme, precisa-se ter uma sincronia perfeita entre os responsáveis pela produção. E isso acontece, e vemos claramente, quando os minutos de projeção  vão passando. Incrível. Uma ótima fotografia, sufocante, um som invejável, que causa sensação de apreensão, e uma direção impecável, de Kathrym Bigelow, fazem esta obra cinematográfica  funcionar e ser tão boa. O estilo adotado pela diretora, faz o filme parecer um documentário, com sua forma observativa. As vezes o filme se perde um pouco no excesso de zoons no rosto dos personagens, mas isto é um pequeno detalhe, comparado a magnitude de toda a obra. Enfim, &#8220;Guerra ao Terror&#8221; fica entre os melhores 5 filmes de guerra que assisti, junto de &#8220;Apocalypse Now&#8221;, &#8220;Nascido para Matar&#8221;, &#8220;Pearl Harbor&#8221; e &#8220;O Resgate do Soldado Ryan&#8221; (entraria também &#8220;A Lista de Schindler&#8221;, mas não considero um filme de guerra). O filme acompanha os últimos dias de um batalhão anti-bomba, em plena guerra  do Iraque. Muito bom!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/11/oscar-de-melhor-filme-na/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As Referências de &#8220;Contato&#8221;</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/10/as-refera/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/10/as-refera/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 17:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2241</guid>
		<description><![CDATA[Gente que começou a acompanhar cinema, entre as décadas de 80 e 90, que curtem uma boa ficção ciêntifica, e além de tudo, gosta de indagar teorias nos filmes do estilo. Irão apreciar muito o diretor e a obra, citada aqui.
Falarei hoje sobre o filme Contato, de um cara que é pra mim, um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/OgAAAGWiYz2fuTcoO0uTLnL193G1jDYN6SsJwOpX5dve06aFdyGTc-LSjoE3DQprGOQ-cKjHgnKSkGV9Q3NKPp-q2r8Am1T1UG2nRILv5HLo1mb9qL9GY6WCTDIf.jpg" border="0" alt=""  whg="285" rhg="198"/>Gente que começou a acompanhar cinema, entre as décadas de 80 e 90, que curtem uma boa ficção ciêntifica, e além de tudo, gosta de indagar teorias nos filmes do estilo. Irão apreciar muito o diretor e a obra, citada aqui.</p>
<p>Falarei hoje sobre o filme Contato, de um cara que é pra mim, um dos maiores cineastas do gênero, ainda vivo e fazendo seus trabalhos.<br />
O nome do sujeito é Robert Zemeckis, responsável por filmes como a trilogia De Volta Para o Futuro, o fantástico Forrest Gump -- O Contador de Histórias, a aventura psicológica Naufrago e do intrigante Contato.</p>
<p>Queria hoje dar ênfase, justamente a esse filme ?Contato?. Que é pra muitos, a possível visão mais próxima de que existem raças diferentes além dos seres terráqueos.</p>
<p>Robert Zemeckis já muito conhecido por ter realizado sua trilogia mágica de De Volta Para o Futuro e o clássico Tudo Por Uma Esmeralda. Faz em 1994 o maior filme da sua carreira. Vencedor de vários Oscars, aclamado por críticos e cinéfilos, Forrest Gump -- O Contador de História firma o diretor de vez na história da sétima arte. Ou seja, com esse mérito, ele já tem total liberdade pra criar trabalhos ambiciosos e levar a frente com toda coragem.</p>
<p>Foi assim que ele abraçou o então projeto de George Miller. Tido como uma das grandes revoluções da época em termos de ciência e fé nos cinemas.<br />
Em meados de 1997, é lançadoContato. Que contava com atriz Jodie Foster para ser a frontman da película. Ao lado também de Matthew McConaughey e David Morse, que foram importantíssimos para que a personagem de Foster tivesse o ovacionamento devido. O filme conta a história de uma garota que logo após seu nascimento, foi órfã de mãe, e ao completar nove anos de idade, ver seu pai ter um enfarto e morrer nos seus braços. Já abalada pela morte da mãe, a menina busca nas estrelas, respostas para sua vida. Tendo consigo um aparelho transmissor de radio freqüência com contato a médio alcance, dado pelo pai, tenta sempre fazer comunicação com o desconhecido e achar ali a linha da sua mãe.<br />
Com a morte do pai, ela cresce sozinha e totalmente descrentes nas possiveis religiões ao seu redor. Tornasse uma grande cientista (Ellie) que tenta a qualquer modo, fazer uma das maiores descobertas do século. Falar com alguma civilização alienígena, que abita outro planeta fora da nossa orbita.</p>
<p>Sempre com muito esforço e dedicação, ela recebe ajuda de custo do governo dos Estados Unidos. Mas devido há muitos anos sem evolução, o projeto da doutora é cancelado e ela sai louca em busca de outro patrocínio para sua pesquisa. Encontra, mas de uma empresa que esconde vários segredos dos seus funcionários, dentre eles, nunca saber quem é o verdadeiro dono.</p>
<p>Depois de quase sete anos de muitas tentativas, as coisas já estão denovo para se acabar e voltar à estaca zero. Mas eis que em uma tarde, Ellie em cima do seu carro, ao lado do seu transmissor, e das antenas de alcance, ver algo muito estranho, uma comunicação jamais capitada. Uma espécie de ordem prima de números, feitas por batidas que ao nosso modo seriam estáticas sonoras. Depois de muitos estudos e varias tentativas de percepção,     algo é encontrado e descodificado. Eles recebem de um planeta distante, uma mensagem da propaganda nazista, com Hitler discursando, que havia chegado lá há muitos anos atrás e só agora nos conseguiríamos capitar. Mas pra surpresa de muitos, dentro dessa transmissão existia também um tipo de esquema decodificado, mostrando como se faz um tipo de portal ou campo de força com uma tecnologia muito além da nossa.</p>
<p>O governo americano se ver na obrigação de construir a coisa, em pró do desenvolvimento da ciência. Selecionam um possível candidato para fazer uso da mesma e testam o que seria a possível mensagem dos ETs. Ellie se dá como voluntaria e entra no portal, pra enfim poder provar através de algo, que existe sim, vida inteligente além da terra.</p>
<p>O que ela vive pessoalmente ao entrar é algo surreal e inédito ainda no mundo dos cinemas. Entrando por diversos túneis espaciais, ela passa o que foram 18 horas na sua cabeça de conhecimentos e visões que nunca um ser humano pensou ver. Parando enfim em um planeta e sendo recebida pelo ser habitante com a forma do seu pai, em um local lindo, uma praia belíssima, com o clima magnífico. Lá são levantadas muitas questões filosóficas, se você parar pra ver o que esse filme nos faz duvidar e ate mesmo acreditar, perderíamos completamente a fé em certas coisas. A criatura dizendo por fim que ela foi o ser humano escolhido pra ter essas visões e que só na memória dela, bastaria para a terra.</p>
<p>Ao voltar desse mundo, ela é acordada dizendo que o projeto falhou e que a nave onde ela estava, quando entrou no portal, não durou mais que cinco segundos ao cair na água. Os aparelhos acoplados no seu corpo filmaram apenas estéticas de radio. Mais uma vez ela não tem como provar cientificamente que o que viu, era uma das coisas mais fantásticas de todos os tempos.</p>
<p>E aqui os roteiristas de Contato, levantam o que é pra mim, a questão mais importante desse filme? Você acreditaria em uma pessoa que se diz totalmente ateia conseguir ir pra outro planeta, conversar com seres do mesmo e lá eles mostrarem a visão deles sobre os humanos e as nossas riquezas? Mesmo que ela não tivesse a suas mãos, uma prova concreta desse acontecimento.</p>
<p>Ou preferiria continuar com sua religião e política, acreditando que os cientistas só fazem a cada ano, acabar com a fé das pessoas e não conseguem mudar nossos pensamentos de que o mundo foi criado por um ser superior e que haja o que houver essa crença nunca será abalada.</p>
<p>São realmente muito questionáveis as referências que esse filme nos mostra. Temos nele classes muito perigosas de se falar: Política, religião, fé, ceticismo, amor e mentiras. Foram poucos os que ousaram no cinema, colocarem a prova esse tipo de coisa, para as pessoas refletirem e se indagarem.</p>
<p>Em termos técnicos o filme por ser de 1997, não teve um orçamento tão alto assim. Efeitos típicos da época, a maioria deles feito no computador, e que hoje se prestarmos atenção nisso, vemos já, certo envelhecimento de algumas cenas. Nada a falar do roteiro, sim de aspectos técnicos com efeitos visuais.</p>
<p>Uma grande direção, um fantástico roteiro e um apanhado de referências, tornam ?Contato? pra mim, um dos maiores filmes de ficção científica, já realizado. Robert Zemeckis mais uma vez tem meus parabéns.</p>
<p>http://twitter.com/willtage</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:willtage@gmail.com">Wilker (Willtage) Medeiros</a> -- <a href=" willtage@gmail.com"> willtage@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/10/as-refera/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;O Visitante&#8221; Despercebido, mas não por mim!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/01/o-visitante-despercebido-mas-na/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/01/o-visitante-despercebido-mas-na/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 09:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2217</guid>
		<description><![CDATA[Outro post antigo meu, quando esse filme foi lançado&#8230;
Muita gente acha que chorar em filmes, documentários, musicas, peças, em fim, chorar pelo áudio visual visto em terceira pessoa, é um sentimento fingido ou forçado. Sem saber que até para os ateus, não é preciso tocar para sentir, nem testemunhar para viver o que é passado.
E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/OgAAAFnVEld_ok6BVdduXQu_7ejU0qnIf0WGCahjsiLSXI0by6LL8QaWI-KpnrNxn7dShzZWvjMe_dK2UjXFrVIjv2YAm1T1UFiNVRjQ1Tk1fAEoQB_AMWFExKQW.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="221"/>Outro post antigo meu, quando esse filme foi lançado&#8230;</p>
<p>Muita gente acha que chorar em filmes, documentários, musicas, peças, em fim, chorar pelo áudio visual visto em terceira pessoa, é um sentimento fingido ou forçado. Sem saber que até para os ateus, não é preciso tocar para sentir, nem testemunhar para viver o que é passado.<br />
E é exatamente o acontece comigo em demasiados filmes. Não só dos gêneros drama, romance, thriller ou coisa do tipo. Mas sim com todos os outros, de comédia a ação. Eu sinto diversas emoções, e uma delas é chorar.</p>
<p>Fiz essa pequena declaração para falar de um filme que assistir O Visitante. Como muitos sabem, a indústria de cinema é enorme em todo mundo, especialmente em Hollywood que é tido como o berço da sétima arte. E diversos filmes que são lançados por lá, muitas vezes ruins, mas alguns muito bons vêm aqui pro Brasil não tendo uma boa divulgação. Passando assim despercebido pelo público, e até pelos mais curiosos.</p>
<p>Foi isso que aconteceu com O Visitante. Um filmaço, que me surpreendeu em vários aspectos. Tanto no tema abordado (imigração), como no estilo de fazer um drama nesse gênero, sem deixar o filme falso ou até mesmo chato. Fui assisti-lo devido a indicação de Richard Jenkins ao Oscar 2009, como melhor ator. Eu o tinha visto recentemente, em um filme dos irmãos Coen, Queime Depois de Ler, onde ele fazia uma participação pequena, comparado ao seu grande talento. Contracenou ao lado de George Clooney e Brad Pitt nesse mesmo filme, e ficou como terceiro plano na trama. Mas mesmo assim é notável a atuação do mesmo.</p>
<p>Em O Visitante, Richard vive o papel de um professor viúvo, que mora em Connecticut/EUA, e esta para lançar seu 4° livro, como firmamento de influência a sociedade americana. A vida dele é aparentemente muito comum e tranqüila, mas percebe-se que ele não é feliz, ate pelo seu jeito meio rude e desatento, quando atua na sua profissão.</p>
<p>Ao ir a uma conferência em Manhattan, visita um dos seus apartamentos, e pra sua surpresa encontra uma mulher, negra com aparência de um país africano, tomando banho na banheira do seu apartamento. Ela logo grita e pedi socorro, diz que um homem esta invadindo a casa dela, e chama o namorado, com traços israelense, que logo vem socorrê-la e tirar satisfação com o sujeito. Que logo depois explica que o apartamento é dele e que eles foram enganados por quem alugou ao casal.</p>
<p>Sem ter para onde ir, eles pedem desculpas mesmo assim e saem a procura de outro cômodo. O professor com um sentimento de pena pediu pra que eles fiquem pelo menos por alguns dias, até encontrarem um lugar para viver. Com o tempo, o rapaz que é músico, torna-se amido do mesmo, e os dois começam a saírem juntos.<br />
O professor tem interesse pela musica e em especial pelo instrumento que o rapaz toca (um tipo de atabaque). O musico o-ensina como tocar e ele que vivia uma vida sem graça, acaba encontrando um amigo e um novo passa-tempo de quebra.</p>
<p>Em uma das saídas, na volta para casa, os dois pegam o metrô, e ao passar na catraca o rapaz prende o instrumento sem querer e é obrigado pulá-la. O guarda vão em cima dele como se tivessem atrás de um ladrão e o revistam. O professor descobre ali que ele é um imigrante, e que estava nos Estados Unidos para conseguir com sua musica dinheiro para poder sustentar a sua família e viver.</p>
<p>Sem saber o que fazer, o velho volta para casa e diz a esposa que o marido dela tinha sido preso, ela se desespera e ele contrata um advogado com seus próprios recursos para tentar tira-lo de lá. Mas nada adianta, e para completar o drama, a mãe do rapaz chega a Manhattan e descobre que o filho tinha sido preso por ser imigrante. Como ela mesma era também não pode fazer nada. Mas tarde ela e o professor demonstram sentimentos recíprocos um pelo outro.</p>
<p>O drama é triste, e ao mesmo tempo alegre. Ao mostrar o envolvimento e revolta desse cidadão Americano, que descobre o amor, amizade e o sentido da vida em imigrantes que tentavam simplesmente viver tranquilamente. Inconformado com a legislação nojenta que os EUA têm, o professor xinga o órgão público no qual o musico estava preso. Pois deportaram-no sem mínimo aviso, para o seu lugar de origem. E fica aqui a minha indignação e revolta por determinadas leis de certos governos. É realmente absurda algumas coisas que temos que cumprir.</p>
<p>Também dizer que, o filme além de deixar uma linda mensagem, encanta de várias formas. Não só pela grande atuação de Richard Jenkins, mas sim por todo conteúdo apresentado no mesmo. Em ver o amor acontecer, e um homem como aquele mudar, eu me emocionei bastante, e confesso que chorei, chorei sem vergonha alguma.</p>
<p>Assistam a O Visitante, Um filmaço!</p>
<p>http://twitter.com/willtage</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:willtage@gmail.com">Wilker (Willtage) Medeiros</a> -- <a href="willtage@gmail.com">willtage@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/02/01/o-visitante-despercebido-mas-na/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Elementar, Meu Caro Watson!&#8221;</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/27/elementar-meu-caro-watson/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/27/elementar-meu-caro-watson/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 16:48:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2197</guid>
		<description><![CDATA[Bem, para quem é fã dos livros de Sherlock Holmes não pode perder esta nova produção da Warner Bros. Embora se distancie um pouco dos livros, trazendo mais irrealidades, aprimorando mais ainda os personagens e lidando (supostamente) com paranormalidade, &#8220;Sherlock Holmes&#8221; se saiu bem. Aliás, acho que se saiu melhor do que se estivesse copiado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/baixarfilmesdownload20.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="424"/>Bem, para quem é fã dos livros de Sherlock Holmes não pode perder esta nova produção da Warner Bros. Embora se distancie um pouco dos livros, trazendo mais irrealidades, aprimorando mais ainda os personagens e lidando (supostamente) com paranormalidade, &#8220;Sherlock Holmes&#8221; se saiu bem. Aliás, acho que se saiu melhor do que se estivesse copiado de forma fiel dos livros do detetive, pois as falhas que continham os livros, foram &#8220;concertadas&#8221;, aprimorando e melhorando ainda mais a história. Na verdade, este filme foi exatamente como eu pensava e esperava. É um blockbuster que presa pelo roteiro, o que hoje, é difícil de se encontrar (salvo alguns, como &#8220;Batman -- O Cavaleiro das Trevas&#8221;). A direção, de Guy Ritchie, é extremamente competente e eficaz. Percebemos traços de outros filmes seus, como &#8220;RocknRolla&#8221;, tanto no modo ágil de contar a história, quanto nos diálogos, em alguns momentos ágeis e em outros mais calmos. Mas, é a parte técnica que surpreende, não pelos efeitos especiais, mas sim pela direção de arte e pela fotografia, ambas retratando uma Londres, do século XIX, obscura, triste, morta. Os diretores de elenco estão de parabéns, por reunir Robert Downey Jr., que além de combinar muito bem para o papel do detetive, ainda forma uma dupla perfeita com Jude Law, o Watson. Downey Jr. me surpreendeu! Ele mescla muito bem, um ar enigmático, com o tom sarcástico de quando os outros ficam impressionados com suas habilidades dedutivas. E ainda por cima, completa sua interpretação com uma pitada de comédia, na dose certa, nem muito, nem pouco. E, para completar, Jude Law é perfeito para o papel de Watson. Enfim, um completa o outro. Do elenco, não há o que reclamar. A única coisa de que tenho que me queixar e o único motivo de eu não dar 5 estrelas para este filme, é o fato de em toda a projeção, não haver a clássica frase &#8220;Elementar, meu caro Watson!&#8221;. De resto, é muito bom! A história: Sherlock e Watson tem que investigar um misterioso caso de um homem que supostamente ressuscitou. Vale conferir!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/27/elementar-meu-caro-watson/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os Ângulos de &#8220;Traffic&#8221;</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/27/os-a/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/27/os-a/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 15:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2192</guid>
		<description><![CDATA[Um texto meu das antigas, que até postei em um blogzinho rescentemente. Não liguém eu era muito verdinho ainda, rsrsrs&#8230;
Um dia desses comprei o filme Traffic, de qual sou fã por varias questões que me deixaram fascinado pela obra. Gostaria de fazer uma pequena lembrança, sobre um dos, se não o maior filme da carreira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/OgAAAJsT7v5c2v8MOenRU8JHRMUr7wyYIZpKzvpqQr0_kopycNPpHitwc_dO-RHFd83GsbWUEs1pQEMBlDQWaQgkRcsAm1T1UBkDzyAhuTIqEPxsMm1NemK6z6ZY.jpg" border="0" alt="" whg="288" rhg="209" />Um texto meu das antigas, que até postei em um blogzinho rescentemente. Não liguém eu era muito verdinho ainda, rsrsrs&#8230;</p>
<p>Um dia desses comprei o filme Traffic, de qual sou fã por varias questões que me deixaram fascinado pela obra. Gostaria de fazer uma pequena lembrança, sobre um dos, se não o maior filme da carreira de Steven Soderbergh. Primeiro vamos conhecer um pouco da vida desse cineasta competente.</p>
<p>Desde pequeno sempre gostou de fazer suas filmagens, pegando emprestados equipamentos e se espelhando em varios diretores. Fez vários curtas durante sua juventude. Trabalhando de Faz Tudo em produções cinematográficas, aprendeu muitas coisas. Logo no inicio da sua carreira com Sexo, Mentiras e Videotape ganhou A Palma de Ouro no festival de Cannes.</p>
<p>Hoje ele é tido como um dos cineastas mais promissores do século 21, fazendo super produções como &#8220;Onze Homens e Um Segredo&#8221;, &#8220;Erin Brockovich, uma mulher de talento&#8221; e Traffic, que vamos falar agora e tentar demonstrar a genialidade do mesmo nesse filme.</p>
<p>Em 2000 Quando o lançamento de Erin Brockovich, uma mulher de talento foi assunto de elogios dos críticos, Soderbergh lança Traffic, e se firma para sempre na história do cinema. Tornando-se um dos poucos cineastas a receber duas indicações ao Oscar de melhor diretor, por dois trabalhos em uma mesma edição.</p>
<p>O filme inspirado em uma velha minissérie britânica chamada Traffik. A fita fala sobre o tráfico de drogas, mostrando a visão desde o consumidor ao traficante, com três histórias paralelas. O thriller tenta provar, como determinadas classes sociais, nacionais e federais, sofrem com o problema das vendas de drogas em todo mundo, declinando para uma mesma situação.</p>
<p>O elenco do filme é espetacular, uma coisa a ser falada sobre esse diretor, é que ele gosta sempre de contar com um super time de atores em seus trabalhos. Exemplo disso é Onze Homens e Um Segredotido como o mais caro elenco de todos os tempos. Em Traffic, vemos Bennicio Del Toro, Michael Douglas, Don Chadle, Denis Quaid e Catarine Zeta Jones, esbanjando emoção e nos remetendo ao dilema vivido pelas pessoas que tem envolvimento direto e indireto com o mundo das drogas. Bennicio Dell Toro faz aqui o maior papel de sua carreira, como um policial estadual de uma cidade do México, onde ele aprende ao decorrer de sua vida profissional, que para conseguir determinadas coisas, é preciso sacrificar algumas e passar por situações que nenhum ser humano sonharia ao menos em ver.</p>
<p>O estilo de filmagem e direção de Traffic é o que me chama mais atenção. Tonalidades de cores para determinadas cenas das histórias paralelas. No México temos um aspecto bem árido, meio amarelado asceso, mostrando calor e intensidade que a nação representa. Já nos EUA vemos uma tonalidade azul, preocupada demais com seu trabalho e vida social, esquecendo do seu bem maior (Família). Em outra mostra o cinema simples de uma típica família rica, onde a mulher de um grande traficante que foi preso, com quem ela teve um filho. Ver-se sem saída e acaba seguindo os passos do marido, sem ao menos pensar o que esta fazendo a tantas outras famílias como a dela própria.<br />
Os ângulos de câmera do filme, é um referêncial especial do diretor. Tentando sempre nos colocar em uma falsa primeira pessoa, atrás da cabeça do ouvidor, desfocando a mesma e fixando no falante. Notando assim expressões mais humanas e reais do nosso dia a dia.</p>
<p>Num todo vejo o filme como a obra mais brilhante da carreira de Steven Soderbergh. Não so pela realização do trabalho como diretor, mas também por mostrar aos espectadores uma visão mais à fundo, do mundo do tráfico em varias nações, visando assim que os danos são os mesmo. Não importando raça, cultura, poder aquisitivo ou financeiro.</p>
<p>http://twitter.com/willtage</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:willtage@gmail.com">Wilker (Willtage) Medeiros</a> -- <a href="willtage@gmail.com">willtage@gmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/27/os-a/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>500 Dias Para se Pensar</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/26/500-dias-para-se-pensar/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/26/500-dias-para-se-pensar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 02:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2190</guid>
		<description><![CDATA[Até que ponto um romântico assumido pode levar na brincadeira algo que gostaria que fosse sério? Para sempre?
Até onde alguém pode ir em busca de fazer nascer o amor em um coração ermo?
Seguimos a vida de Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) por 500 dias, desde o momento em que ele põe os olhos pela primeira vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/500-days-of-summer.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="192"/>Até que ponto um romântico assumido pode levar na brincadeira algo que gostaria que fosse sério? Para sempre?<br />
Até onde alguém pode ir em busca de fazer nascer o amor em um coração ermo?<br />
Seguimos a vida de Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) por 500 dias, desde o momento em que ele põe os olhos pela primeira vez na bela, porém distante, Summer Finn (Zooey Deschannel), até o desfecho dessa bela história, contada de maneira atemporal, intercalando os dias do início, meio e fim. Nos fazendo, a cada minuto-dia desta jornada, sentir o tapa da realidade, fazendo nos torcer, chorar, rir e imaginar o final desta.<br />
Com uma trilha sonora curiosa no mínimo, o diretor prende a nossa atenção, cada fato com a música apropriada, cada música lembrando algo de importância na vida do casal. Sempre com um pé nostálgico nas décadas de 70 e 80.<br />
Algo de bom surge deste relacionamento: o crescimento dos dois personagens. Esta é a lição. Não importa o que aconteça, não importa se acontece como queremos ou não, o que vale é o que ganhamos no tempo que temos com a pessoa amada.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:nardone@gmail.com">Júlio César Nardone</a> -- <a href="andrionsthoughts.blogspot.com">andrionsthoughts.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/26/500-dias-para-se-pensar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>AVATAR DE IVETE SANGALO EM 3D NO CINEMA</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/26/avatar-de-ivete-sangalo-em-3d-no-cinema/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/26/avatar-de-ivete-sangalo-em-3d-no-cinema/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 11:51:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2187</guid>
		<description><![CDATA[Em um escritório em Salvador, mais de 100 pessoas se debruçam em computadores para montar um longa-metragem brasileiro estrelado por Ivete Sangalo, que será protagonizado pelo avatar da cantora: Ivete Stellar. &#8220;Hoje quando se pensa em cinema, animação 3D é o assunto do momento. &#8220;Estamos fazendo a versão 100% brasileira para assistir com aqueles óculos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/148661.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="203"/>Em um escritório em Salvador, mais de 100 pessoas se debruçam em computadores para montar um longa-metragem brasileiro estrelado por Ivete Sangalo, que será protagonizado pelo avatar da cantora: Ivete Stellar. &#8220;Hoje quando se pensa em cinema, animação 3D é o assunto do momento. &#8220;Estamos fazendo a versão 100% brasileira para assistir com aqueles óculos coloridos, e com distribuição internacional&#8221;, diz o diretor Renato Barreto. Um trailer inicial foi elaborado no ano passado para possíveis colaboradores, e a mocinha já ganhou as feições da cantora: &#8220;Teremos mais qualidade quando o longa sair&#8221;, antecipa-se Barreto.<br />
Algumas &#8220;baianidades&#8221; devem pincelar o longa, como a &#8220;nave-trio&#8221; da heroína, que a fará planar sobre cenários turísticos da Bahia e de outras regiões do Brasil. Os vilões também tiveram inspiração caseira: &#8220;Vieram das carrancas que espantam maus espíritos&#8221;, diz Motta.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:denisonrosario@teachers.org">denison rosario</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/26/avatar-de-ivete-sangalo-em-3d-no-cinema/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Reino de Max</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/20/o-reino-de-max/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/20/o-reino-de-max/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 22:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2184</guid>
		<description><![CDATA[Max Records é o melhor ator de 12 anos de idade do mundo, e a prova disso é Onde vivem os monstros? Eu acreditei no mundo extraordinário ao qual Max fugiu, por causa da cresça do mesmo: Os gritos, as corridas, o medo, a amizade e o choro. Mas, sem sombra de dúvida a produção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Onde-Vivem-os-Monstros-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2185" title="Onde Vivem os Monstros 2" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Onde-Vivem-os-Monstros-2-300x209.jpg" alt="" whg="300" rhg="209" /></a>Max Records é o melhor ator de 12 anos de idade do mundo, e a prova disso é Onde vivem os monstros? Eu acreditei no mundo extraordinário ao qual Max fugiu, por causa da cresça do mesmo: Os gritos, as corridas, o medo, a amizade e o choro. Mas, sem sombra de dúvida a produção teve um trato muito competente na criação dos monstros: Carol, Kw, Douglas, Ira, Judith, Alexander e Bernard, ainda mais com a perfeita interação de Max com estes que torna aquele mundo crível. Já esmiuçado por outros que cada um dos monstros seria cada sentimento de Max, no entanto sem discordar de tal assertiva, digo que os personagens são tão bem construídos que a pessoa mesmo não estando atenta a essa informação pode enxergar cada monstro como um ser estranho e independente de Max. Ser tratado como um Rei após contar uma mentira, e ter a tarefa de afastar a tristeza por assim dizer daquela ilha, talvez seja tão árduo quanto a tarefa da mãe de Max manter ele sob controle. Quando Max está diante de Carol, o mostro mais perigoso dentre os outros, pode-se dizer que ele troca de lugar com a mãe, para manter aquela wild thing em paz. Onde vivem os monstros? Ao redor e no intimo de cada um de nós. Tão forte quanto a imagem de uma mãe adormecer tranqüila após o seu filho ter voltado para casa.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/20/o-reino-de-max/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>NÃÃÃÃÃOOoo !</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/na/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/na/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 16:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2168</guid>
		<description><![CDATA[ Lembro bem de quando anunciaram que ia ter um live-action de Dragon-ball, acho que foi o dia mais feliz da minha vida ! Lembro também que a estréia prevista era para Agosto de 2008, tive muitas esperanças para esse filme, acompanhava noticias diárias, começaram a vir as fotos, até ai tudo bem, o primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/dragon_ball_movie.jpg" border="0" alt="" whg="288" rhg="428" /> Lembro bem de quando anunciaram que ia ter um live-action de Dragon-ball, acho que foi o dia mais feliz da minha vida ! Lembro também que a estréia prevista era para Agosto de 2008, tive muitas esperanças para esse filme, acompanhava noticias diárias, começaram a vir as fotos, até ai tudo bem, o primeiro trailer, já comecei a me preocupar, principalmente pelo fato de que o Piccolo era quase branco !<br />
Certo, estava eu na pré-estréia do filme, com muitas expectativas para versão dublada, no qual eu estava indo, bem, agora vamos ao filme&#8230;<br />
RIDÍCULO !!! Eu que achava o live-action japonês feito antigamente ruim, essa versão da FOX conseguiu estragar0&#8243;O&#8221; anime !</p>
<p>Começando o filme temos a luta entre Goku e seu Avô, a luta estava indo bem até **SPOILER** A PORRA DAQUELA VOADORA que o Goku &#8220;fez&#8221;, eu VI o cabo puxando o Goku ! **SPOILER** é então que no aniversário de 18 anos de Goku ele vai em uma festa que ele foi convidado na escola [NA ESCOLA !!!], e a  dona da festa era ela, a originalmente princesa filha do Rei  Cutelo, Chichi, que no filme, é só uma adolescente &#8220;normal&#8221;. Sem querer contar muito do filme, a Mai [originalmente trabalhava com Pilaf] está agora trabalhando com Piccolo [que na história do filme, os Namekuseijin tinham dominado os Saiyajins !!], Goku encontra Bulma,  que o ajuda a encontrar o Mestre Kame, também encontram Yamcha e Chi-chi [de novo] a trama acontece em torna da busca pelas Esferas do Dragão, de um jeito ridículo e é quando vem a tão esperada&#8221;batalha final&#8221; Piccolo x Goku, que é uma das seqüencias mais deprimentes para quem é fã do anime, Goku se transforma em Oozaru, como mostrado nos trailers [para quem não lembra, no desenho era o Macaco Gigante] que na batalha final **SPOILER** não é nada mais do que um Lobisomem, ele enforcando Mestre Kame, a mão do Oozaru é do tamanho de uma mão normal, e o Goku ainda se destransforma ! **SPOILER**<br />
Para acabar de vez, temos o Kamehameha, para quem assistiu, ou ainda vai assistir, preste atenção, quando o Goku solta o Kamehameha, a  como está a mão, a mão não, o braço dele&#8230; **SPOILER** os braços estão abertos !! como se ele fosse soltar uma Genki Dama, a ainda por cima Goku solta o Kamehameha e vai em direção a Piccolo VOANDO [voar + kamehameha = impossivel], acho que foi um apelo do diretor para perecer a cena em que Goku, no anime, solta um Kamehameha no chão, voa em direção de Piccolo [Piccolo Daimaoh] e o atravessa **SPOILER**</p>
<p>Bem, o que no filme ficou &#8220;aceitável&#8221; : A dublagem [mesmo elenco original do anime], a Bulma, Yamcha e Mestre Kame&#8230;</p>
<p>O resto, não ficou bom, os efeitos especiais não ficaram bons,<br />
O filme em resumo é um filme &#8220;Sessão da Tarde&#8221; de aventura infantil, mas não é Dragon Ball&#8230;</p>
<p>O que, acho eu, era para ser o final do filme:<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/MxQtbI4eBKw&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>O live action antigo Parte 1/9:<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/jX38JOO1lTY&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>Piccolo e Mai<br />
<a href="http://movietips.files.wordpress.com/2009/06/img_dragonball_evolution_ 1512_1.jpg" target="_blank">http://movietips.files.wordpress.com/2009/06/img_dragonball_evolution_<br />
1512_1.jpg</a></p>
<p>Piccolo e Mai 2 [ATENÇÃO, VEJA NESSA IMAGEM, ENTRE A LUVA E A ROUPA DE PICCOLO, não está maquiado !!!]<br />
<a href="http://dbof.files.wordpress.com/2008/12/dragonball_bts_002sm.jpg" target="_blank">http://dbof.files.wordpress.com/2008/12/dragonball_bts_002sm.jpg</a></p>
<p>Um exemplo do péssimo cenário:<br />
<a href="http://cinemapipocaealgomais.zip.net/images/200905216987123dbepo.jpg" target="_blank">http://cinemapipocaealgomais.zip.net/images/200905216987123dbepo.jpg</a></p>
<p>Piccolo branco:<br />
<a href="http://upanimes.files.wordpress.com/2009/04/dragonball_piccolo21.jpg" target="_blank">http://upanimes.files.wordpress.com/2009/04/dragonball_piccolo21.jpg</a></p>
<p>Bem, é isso&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinícius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/na/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dúvida</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/da/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/da/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 15:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2169</guid>
		<description><![CDATA[ Em primeiro lugar gostaria de falar das atuações, Meryl Streep (Irmã Aloysius), Philip Seymour Hoffman e Amy Adams (Irmã James) são muito boas, impecáveis !
Agora o filme, a temática, não é algo novo, mas mesmo assim, um tanto quanto pesada, o filme em si é um pouco tenso, sendo difícil de entender e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/duvida-poster01.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="425"/> Em primeiro lugar gostaria de falar das atuações, Meryl Streep (Irmã Aloysius), Philip Seymour Hoffman e Amy Adams (Irmã James) são muito boas, impecáveis !</p>
<p>Agora o filme, a temática, não é algo novo, mas mesmo assim, um tanto quanto pesada, o filme em si é um pouco tenso, sendo difícil de entender e com vários pontos em abertos, várias dúvidas, e eu acho que isso dá um mérito a mais pro filme, aumentando a autenticidade ao guardar o segredo, durante as gravações os outros atores estavam tão em dúvida quando seus papéis, assim como o público também não conseguirá firmar-se totalmente de um lado do conflito. Essa tensa atmosfera é obtida pelo carisma do padre Flynn contra a dureza de coração da Irmã Beauvier.</p>
<p>Para os amantes de um bom drama, apoiado em um conflito interessante, recomendo &#8220;Dúvida&#8221;. O fato de expor assuntos que lamentavelmente estão começando a se tornar &#8220;banais&#8221; nos dias de hoje é apenas mais um mérito a ser somado.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinícius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/da/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Frost/Nixon</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/frostnixon/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/frostnixon/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 12:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2170</guid>
		<description><![CDATA[ Confesso que essa critica não será uma de minhas melhores pois não é um assunto que estou familiarizado&#8230;
SIM ! O filme é Ótimo. SIM ! Eu estudei um pouco do assunto antes, e depois, de ver o filme. SIM ! Eu achei a entrevista original no youtube, e postarei todas as partes a seguir. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/frost_nixon_ver2.jpg" border="0" alt=""  whg="286" rhg="423"/> Confesso que essa critica não será uma de minhas melhores pois não é um assunto que estou familiarizado&#8230;<br />
SIM ! O filme é Ótimo. SIM ! Eu estudei um pouco do assunto antes, e depois, de ver o filme. SIM ! Eu achei a entrevista original no youtube, e postarei todas as partes a seguir. Mas a conclusão mais exata que eu tiro é que, quem conhece do assunto, que presenciou os fatos narrados no filme, vai amar o filme, muito mais que eu amei. Ótimo filme, recomendo à todos que assistam !</p>
<p>Entrevista Frost Nixon parte 1/6 <span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/U13ngyDqeXs&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>Entrevista Frost Nixon parte 2/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/GH8qujkk3rU&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>3/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/b2b932QrvxI&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>4/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/ETSPBzjCfdE&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>5/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/yHv8SYkiwVo&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>6/6<br />
<span class="youtube_video"><span  class="youtube_embed"><embed src="http://www.youtube.com/v/TmCkjC-tdao&hl=en&fs=1&rel=0&color1=0x402061&color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></span></span></p>
<p>Recomendo assistirem a entrevista depois de ver o filme, para ver o quão &#8220;fiel&#8221; ficou o filme em relação à realidade.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinícius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/17/frostnixon/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sherlock Holmes para fãs&#8230; e não !</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/16/sherlock-holmes-para-fa/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/16/sherlock-holmes-para-fa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 12:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2165</guid>
		<description><![CDATA[Sherlock Holmes, novo filme de Guy Ritchie, fez sua estréia nos cinemas brasileiros no dia 8 de janeiro, trazendo curiosidade ao público em geral e um misto de ansiedade e desconfiança ao público sherlockiano. Afinal, o que esperar de um filme que se propõe a ser um blockbuster recheado de ação, tornar-se uma série, agradar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/poster_sherlock_holmes.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="462"/>Sherlock Holmes, novo filme de Guy Ritchie, fez sua estréia nos cinemas brasileiros no dia 8 de janeiro, trazendo curiosidade ao público em geral e um misto de ansiedade e desconfiança ao público sherlockiano. Afinal, o que esperar de um filme que se propõe a ser um blockbuster recheado de ação, tornar-se uma série, agradar ao público jovem e exaltar as habilidades de luta do detetive? Ainda por cima, com um ator que em nada se parece com o Sherlock Holmes original? Bem, podemos elevar nossas expectativas!</p>
<p>Apesar da diferença física e de uma certa pitada humorística a mais em seu personagem, Robert Downey Jr nos apresenta um Holmes carismático que mantém a essência do que sempre tornou o detetive tão interessante : a capacidade de observação apurada, as impressionantes deduções e seu raciocínio afiado. Está tudo lá: a depressão, na ausência de casos, a ansiedade, quando tinha um à altura, as experiências químicas, os disfarces, as desconcertantes arranhadas nas cordas do violino, enquanto meditava, a admiração por Irene Adler (Rachel McAdams), a rivalidade com Lestrade, entre outras características. Downey Jr faz uma grande atuação.</p>
<p>Para os sherlockianos, que provavelmente serão os únicos a identificar, o filme traz referências diretas do Cânone. Algumas mais perceptíveis, como o &#8220;V.R.&#8221; gravado à bala na parede do quarto, outras menos, como as clássicas poses de Holmes (inclinar-se para frente na cadeira, apoiar os cotovelos sobre os joelhos e unir as pontas dos dedos das mãos, quando está interessado num caso e sentar com as pernas dobradas enquanto fuma um cachimbo e reflete sobre o problema). Frases célebres do detetive, como &#8220;o jogo começou&#8221;, &#8220;os menores detalhes são de maior importância e &#8220;é um erro capital teorizar antes de ter todas as evidências&#8221;, também estão presentes, dando aquela piscadinha especial apenas para os fãs.<br />
Watson, exceto pela demasiada liberdade criativa da mente que o visualizou dando um soco em Holmes (!), está bem próximo ao descrito nos livros, e continua sendo tanto uma ajuda inestimável e inseparável do detetive, quanto o contrapeso emotivo para o homem da razão. Jude Law, fisicamente parecido com a descrição de Doyle, assume o papel de forma segura, retratando a fase em que o doutor está para se casar com Mary Morstan. No entanto, um pouco diferente da maneira em que ocorre no Cânone, onde é Holmes quem apresenta a moça a Watson, e não o contrário.</p>
<p>Na história do longa, Holmes se vê envolvido na busca pelo vilão Lorde Blackwood (Mark Strong) e na investigação para chegar a tempo de salvar as próximas vítimas. Ocultismo, seitas secretas e rituais de magia dão o tom ao filme e acrescentam mais suspense à trama. O enredo é bem amarrado e conta com as explicações didáticas de Holmes no final. Aqueles já acostumados à engenhosidade dos casos do Cânone não terão grande dificuldade em se antecipar a algumas das revelações, e o filme talvez não seja tão imprevisível, mas, ainda assim, a diversão está garantida. Professor Moriarty, sem ter o rosto revelado, dá o gancho para o próximo filme da série.<br />
O figurino da época e a cenografia estão impecáveis. Ser levado por entre as ruas da Londres Vitoriana pelas câmeras vertiginosas de Ritchie é uma experiência memorável. Melhor ainda ao som da trilha de Hans Zimmer, que está em perfeita harmonia com o intenso ritmo visual do diretor.</p>
<p>A adaptação de Guy Ritchie presta uma homenagem decente à obra de Doyle, apesar das diferenças e liberdades. Moderniza-a e a adapta ao século XXI com respeito. Deve agradar tanto aos novatos no universo sherlockiano quanto aos fãs incondicionais.</p>
<p>Que venham os próximos!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinícius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/16/sherlock-holmes-para-fa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Saga Crepúsculo: Lua Nova</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/11/a-saga-crepa/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/11/a-saga-crepa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 20:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2162</guid>
		<description><![CDATA[Você já deve ter pela experiência de tentar assistir televisão enquanto duas ou três pessoas ficam conversando ao seu lado. Agora imagina mais de 250 pessoas gritando numa sala de cinema enquanto você tenta prestar atenção a um filme de duas horas e dez minutos de duração. Isso foi o que aconteceu na estreia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/lua-nova-poster-em-portugues.jpg" border="0" alt=""  whg="289" rhg="406"/>Você já deve ter pela experiência de tentar assistir televisão enquanto duas ou três pessoas ficam conversando ao seu lado. Agora imagina mais de 250 pessoas gritando numa sala de cinema enquanto você tenta prestar atenção a um filme de duas horas e dez minutos de duração. Isso foi o que aconteceu na estreia de A Saga Crepúsculo: Lua Nova, ou seja, uma total falta de educação. As pessoas da sala não sabiam respeitar nem a obra que tanto adoram. Esse tipo de desorganização não acontece com outras franquias como Harry Potter ou Homem-Aranha. Como fã das três sagas, começo a perceber que a maioria absoluta dos ditos &#8220;fãs&#8221; da Saga Crepúsculo está lá (na sala de exibição) para ver homens sem camisa.<br />
Feita a crítica aos fãs, vamos à crítica à obra. A Saga Crepúsculo: Lua Nova, a tão esperada adaptação cinematográfica da segunda parte da obra vampiresca de Stephenie Meyer chegou com tudo nos cinemas de todo o mundo. Os recordes foram vários, mas o mais impressionante foi o de maior arrecadação de abertura: nada menos que 72,7 milhões de dólares, ultrapassando Batman -- O Cavaleiro das Trevas, que ocupava o primeiro lugar com 67,2 milhões.<br />
Desta vez Bella Swan (Kristen Stewart) se vê só na monótona cidade de Forks quando a família de seu namorado -- e vampiro -- Edward Cullen (Robert Pattinson) decide ir embora da cidade. Em meio a uma grande melancolia, Bella ainda é perseguida pela terrível vampira Victoria (Rachelle Lefevre) e encontra forças para suportar o abandono de seu amado em sua amizade com Jacob Black (Taylor Lautner), que também se encontra em fase de mudanças.<br />
A roteirista Melissa Rosenberg, produtora e roteirista do seriado Dexter, realizou um trabalho dificílimo ao adaptar o livro para as telas. Lua Nova, o livro, é conhecido entre seus fãs como o pior livro da série, não necessariamente por ser ruim, mas devido à sua monotonia que, na minha opinião, é necessária. Por contar a história de Bella quando esta se encontra sem um sentido para sua vida, a história é arrastada, sem muitos acontecimentos que não fossem a rotina e os sofrimentos internos da personagem principal. Como o filme não poderia seguir o mesmo rumo, Melissa acrescenta ao roteiro cenas de ação e outros acontecimentos que só são citados na obra original pois, como, no livro, a história nos é contada pela própria Bella, só vemos o que a personagem vê. Isso enriquece muito o filme e evita que o mesmo se torne linear demais, o que seria prejudicial. Foi possível até mesmo fazer com que Edward não ficasse fora de cena na maior parte do tempo, o que acontece no livro de Stephenie Meyer. Ao invés de Bella só ouvir o vampiro em sua mente, ela passa a vê-lo. Foi uma forma de atender ao &#8220;pedido&#8221; da produtora (que não queria perder em bilheteria devido à pequena participação de Pattinson) e de tornar mais entendível o fato de que Bella estava tendo alucinações.<br />
Apesar de tudo isso, o roteiro comete algumas falhas conjuntas com a direção e o elenco. Diferentemente ao filme anterior, a sequência tropeça bastante nas cenas de Isabella Swan e Edward Cullen, o casal principal. Kristen Stewart (O Quarto do Pânico) e Robert Pattinson (Harry Potter e o Cálice de Fogo), intérpretes dos dois personagens principais, não chegam nem perto de atingir a química necessária entre seus personagens. O que em Crepúsculo estava excelente passa a ser muito estranho. Pattinson interpreta um Edward carrancudo a todo momento, o que não se parece em nada com o original. Kristen fala muito pausadamente, tentando passar emoção demais, e o resultado é bastante negativo. Fora isso, Chris Weitz (American Pie) e sua equipe não dão mais a mínima para as aparências, pois não tentam mais disfarçar a idade de Pattinson, que deveria aparentar ter os eternos 17 anos de Edward, assim como sua irmã Alice, interpretada por Ashley Greene (Crepúsculo).<br />
Falando em Weitz, deve-se considerar que estas são duas das poucas, mas graves, falhas do diretor. Ele faz muito bonito quando o assunto é a parte técnica do filme, assim como o fez no belo A Bússola de Ouro. Os cenários conseguem ser ainda mais fiéis ao livro do que o filme anterior -- destaque para Volterra e a sede subterrânea dos Volturi. A fotografia também está maravilhosa e os efeitos especiais estão infinitamente melhores, apesar de ainda não poderem se igualar aos de outras superproduções cinematográficas, o que seria até injusto. A Saga Crepúsculo: Lua Nova teve um custo de 50 milhões de dólares, o que é muito pouco para um produções que exigem muito efeitos gráficos. Para se ter ideia, Harry Potter e o Enigma do Príncipe (David Yates) e Transformers: A Vingança dos Derrotados (Michael Bay) tiveram orçamentos que ultrapassam os 200 milhões de dólares cada. Weitz só teve 13 milhões a mais que Katherine Hardwicke (Aos Treze), diretora de Crepúsculo, e fez algo muito superior. Não só nos efeitos, mas também nas contratações.<br />
Os novos atores da saga fazem um trabalho impecável. Desses deve-se destacar dois: Michael Sheen (Frost/Nixon) e Dakota Fanning (Guerras dos Mundos). Sheen interpreta um dos três líderes do clã Volturi, Aro, e Dakota faz a &#8220;jovem&#8221; Jane. Com pequenas participações, mas de grande importância para o futuro da cinessérie, os dois dão uma demonstração do que virá nos próximos filmes. Já dos atores que estavam no primeiro filme, há um a se destacar: Taylor Lautner (Doze é Demais 2). O jovem ator de 17 anos, que interpreta Jacob Black, o melhor amigo de Bella, era incerto para fazer a adaptação de Lua Nova devido à grandes mudanças físicas que ocorrem em seu personagem, exigindo um ator mais alto e bem mais musculoso. Lautner conseguiu ganhar 17 quilos de massa muscular durante o periodo entre as gravações dos dois filmes e ganhou o papel. Além de todo esse esforço, Taylor interpreta muito bem e é, dos tres atores principais, o mais talentoso até aqui.<br />
Algo que não se pode negar é a superioridade de A Saga Crepúsculo: Lua Nova ao seu antecessor Crepúsculo. Mas esta sequência poderia ser muito melhor do que foi devido a alguns erros que poderiam ser corrigidos sem muito trabalho. Se Weitz também fosse diretor do próximo filme da saga, eu apostaria em seu sucesso, devido ao excelente trabalho que o diretor realiza em cenas de ação e efeitos especiais. Mas vamos esperar para ver o que David Slade (30 Dias de Noite), contratado para assumir a adptação aos cinemas de Eclipse, pode fazer além de filmes de terror e suspense, como o chato MeninaMá.com.</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:leofb21@hotmail.com">Leonardo Gadêlha</a> -- <a href="www.cinematuto.blogspot.com">www.cinematuto.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/11/a-saga-crepa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Avatar</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/04/avatar/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/04/avatar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 18:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2137</guid>
		<description><![CDATA[Alguns posts atrás, eu comentei que não deveria esperar muito de um filme cujo trailer tinha somente uma fala (e era uma fala estúpida: &#8220;This is great&#8221;) e só cenas de ação. Foi bom pensar assim, porque com baixas expectativas, Avatar me surpreendeu. Não muito, mas surpreendeu.
A história se passa em Pandora, no ano 2154 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Avatar-Você.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2138" title="Avatar Você" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2010/01/Avatar-Você-300x278.jpg" alt="" whg="300" rhg="278" /></a>Alguns posts atrás, eu comentei que não deveria esperar muito de um filme cujo trailer tinha somente uma fala (e era uma fala estúpida: &#8220;This is great&#8221;) e só cenas de ação. Foi bom pensar assim, porque com baixas expectativas, Avatar me surpreendeu. Não muito, mas surpreendeu.</p>
<p>A história se passa em Pandora, no ano 2154 (da Terra). Pandora é um satélite do planeta Polyphemus, que orbita a estrela Alpha Centauri A. Uma corporação investiu muita grana para extrair um metal, o unobtanium (unobtainable = inobtível), que vale milhões de dólares o quilo. Lá, encontraram resistência do povo nativo, os Na&#8217;vi, que são azuis. Para tentar diminuir a resistência dos Na&#8217;vi, e conhecer melhor a natureza do planeta, a corporação tem uma equipe de cientistas que desenvolveu os Avatares, corpos com DNA Na&#8217;vi e humano, que são &#8220;pilotados&#8221; pelos humanos cujo DNA foi usado. Um destes pilotos foi assassinado antes de ir para Pandora, então seu irmão gêmeo, Jake Sully, um ex-fuzileiro naval, foi chamado para tomar seu lugar, já que seu DNA é igual.</p>
<p>O roteiro não tem nada intrinsicamente novo. É a história do invasor que se une aos nativos injustiçados, motivado pelo seu amor por uma nativa e por sua compreensão da cultura local. O único personagem que se transforma, nessa história, é próprio Jake Sully, que no começo é um soldado entre cientistas, com pouco interesse pelo povo Na&#8217;vi.</p>
<p>Um ponto interessante do filme é que ele conta a história da mineração, mas num nível interplanetário. O que a corporação está fazendo em Pandora é o mesmo que foi feito na África e na América durante muito tempo: as corporações dos países ricos localizavam grandes reservas minerais e de pedras preciosas e expulsavam os nativos. Ainda bem que hoje em dia isso mudou. Pelo menos na minha experiência com mineradoras, vi que o trabalho de relacionamento com as comunidades é muito sério. Claro que facilita quando você tem algo a oferecer que interesse a essas comunidades. No caso dos Na&#8217;vi, nada que os humanos pudessem oferecer lhes interessaria, tudo o que eles queriam era continuar no lugar deles.</p>
<p>A referência mais próxima que eu tenho para os Na&#8217;vi são os elfos. Eles têm alguns aspectos que se parecem com estereótipos de tribos nativas africanas, mas com uma leveza e elegância élfica. Por outro lado, sua ligação com a natureza não é mística, como a dos elfos. Eles literalmente conectam seus neurônios com os dos outros seres vivos. Isso lhes dá uma compreensão holística da natureza, e eles entendem o papel de cada ser vivo no mundo. Isso me lembrou os elfos da série Eragon, que como parte do treinamento têm de aprender a sentir os outros seres e se conectar a eles. Por falar em Eragon, a floresta de Pandora é muito parecida com o que imaginei de Ellesméra.</p>
<p>Eu disse que o roteiro fraco, mas ainda assim ele é bem amarrado. Detalhes que são apresentados no começo do filme são retomados de forma importante mais tarde, então não tem nada sobrando. Os diálogos não se destacam, mas algumas falas de efeito do Quaritch, chefe de segurança e vilão principal, são boas, no nível de &#8220;Adoro o cheiro de napalm pela manhã&#8221;.</p>
<p>Os efeitos são, naturalmente, surpreendentes. Na minha opinião, o filme quase pode ser considerado uma animação, já que praticamente tudo é computação gráfica. Todo o cenário da floresta é CG, os personagens Na&#8217;vi são CG, os helicópteros e armas são CG. Ainda assim, boa parte do filme foi rodado da Nova Zelândia, local que, como sabemos desde O Senhor dos Anéis, tem paisagens que se prestam muito bem a esse fim. As próteses e props e objetos de cena foram feitos pela WETA Workshop, a mesma que fez armas e armaduras para O Senhor dos Anéis.</p>
<p>Postado também em <a href="http://geladeiraoraculo.blogspot.com" target="_blank">http://geladeiraoraculo.blogspot.com</a></p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:tonibarros@gmail.com">Toni</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/04/avatar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cameron Conseguiu Mais Uma Vez!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/04/cameron-conseguiu-mais-uma-vez/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/04/cameron-conseguiu-mais-uma-vez/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 14:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2149</guid>
		<description><![CDATA[James Cameron revolucionou o cinema uma vez com &#8220;O Exterminador do Futuro&#8221;, revolucionou novamente, com &#8220;Titanic&#8221; e agora, mais uma vez, ele revoluciona, não só o cinema, mas também a indústria de efeitos visuais, com &#8220;Avatar&#8221;. Sem Cameron, o cinema não seria o mesmo. É incrível a técnica usada neste filme. É um dos filmes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/avatar-poster.jpg" border="0" alt="" whg="285" rhg="427" />James Cameron revolucionou o cinema uma vez com &#8220;O Exterminador do Futuro&#8221;, revolucionou novamente, com &#8220;Titanic&#8221; e agora, mais uma vez, ele revoluciona, não só o cinema, mas também a indústria de efeitos visuais, com &#8220;Avatar&#8221;. Sem Cameron, o cinema não seria o mesmo. É incrível a técnica usada neste filme. É um dos filmes com melhores efeitos visuais já feitos, na minha opnião, e com certeza, ganhará o Oscar(de efeitos visuais). O mundo de Pandora é tão bem criado, que em certas vezes achamos que aquele mundo realmente existe. Vemos blocos de terra voando, vemos animais esdrúxulos, e uma fauna fora da realidade, que acende no escuro, e isto tudo parece cabível e real, devido a magnitude dos efeitos. Na verdade, não só dos efeitos, tudo, num conjunto, forma esta obra magnífica, que merece ser lembrada para sempre, como &#8220;Titanic&#8221; e &#8220;O Exterminador do Futuro&#8221;. Aliás, voltando a Pandora, cada folha, cada árvore, cada espécie e o dialeto dos Na&#8217;vi foram criados um a um, com todo o carinho e dedicação de Cameron, e o resultado vemos em tela. Ainda bem, que o primeiro filme do ano de 2010 que assisti, foi &#8220;Avatar&#8221;. Começei o ano com pé direito! Aliás, tudo na parte técnica merece destaque, tudo. Desde os fabulosas e inacreditáveis efeitos especiais, passando pela trilha sonora, que cumpre o seu papel de realçar os sentimentos, até a criação, dos Na&#8217;vi e dos Avatares. Isto, também merece destaque. A começar pelos movimentos dos personagens, onde foi usada a captura digital, o que permite melhor interpretação e muito mais naturalidade e veracidade aos &#8220;bonecos&#8221;. Outro avanço que &#8220;Avatar&#8221; traz são os olhos dos personagens, que antes eram a parte mais difícil, James Cameron, aqui, consegue uma enorme profundidade nos olhos de seus personagens. Impressionante! James Cameron dirige, perfeitamente, e escreve &#8220;Avatar&#8221;. Na verdade, Cameron consegue a proeza de inventar uma história simples, e transformá-la numa coisa tão bela, e com o seu modo narrativo, inovadora. No elenco, temos Sigourney Weaver, numa interpretação incrível, como a cientista apaixonada por Pandora. Também vemos Michelle Rodriguez, como a piloto das naves de batalha, também muito bem. Enfim, parabéns a James Cameron por revolucionar mais uma vez o cinema e parabéns a todos os envolvidos neste filme, por terem realizado um trabalho tão primoroso. A história: Um homem paraplégico é enviado, por meio de seu Avatar, para a selva de Pandora, para conquistar a confiança do povo Na&#8217;vi, e convencê-los a se retirarem de lá, para os militares poderem explorar uma pedra que há em baixo da tribo deles. Mas tudo se complica, e as coisas começam a piorar&#8230;. Vale muito, muito a pena!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2010/01/04/cameron-conseguiu-mais-uma-vez/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vergonha Brasileira!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/26/vergonha-brasileira/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/26/vergonha-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 18:22:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2134</guid>
		<description><![CDATA[Há filmes, que nos fazem ter vergonha de ser brasileiros, como é o caso de &#8220;1972&#8243; e &#8220;Entre Lençóis&#8221;. Por onde começar? É até difícil de descrever tamanho fracasso que é este filme. Pois bem, vou respirar fundo e começar&#8230; Vamos começar pelos atores. Bem, o elenco conta com somente dois atores, somente eles, durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/entre-lencois-poster01.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="430"/>Há filmes, que nos fazem ter vergonha de ser brasileiros, como é o caso de &#8220;1972&#8243; e &#8220;Entre Lençóis&#8221;. Por onde começar? É até difícil de descrever tamanho fracasso que é este filme. Pois bem, vou respirar fundo e começar&#8230; Vamos começar pelos atores. Bem, o elenco conta com somente dois atores, somente eles, durante uma hora meia, sem atores coadjuvantes, nem figurantes, só eles. Este dois são: a bela Paola Oliveira, e Reynaldo Gianecchini. Certo, para sustentar um filme, ainda mais um filme que só possui dois atores, estes precisam ser bons, e infelizmente, não é o que acontece com Paola e Reynaldo. Não estou menosprezando os dois, mas neste filme, eles não estão bem. Os dois não combinam, e estão extremamente desconfortáveis, o que faz o filme soar artificial. Na verdade, não são só os atores que fazem o filme soar artificial. Não. Tudo, em conjunto, faz o filme soar artificial. Com uma péssima edição, o filme se segue&#8230; é medonho o jeito com que &#8220;Entre Lençóis&#8221; é editado. Em momentos, parece que foi editado no Movie Maker. Possuindo efeitos de transição absolutamente ridículos e inconvenientes, que são adotados somente da metade da projeção ao final! Ridículo! Mais ridículo ainda é a movimentação e o enquadramento da câmera, que insiste em implicitar cenas de sexo, e explicitar simples cenas de conversa. Enfim, eu acho que qualquer um que tenha o mínimo de noção, ou mesmo sanidade faria melhor. E agora, chegamos ao roteiro. Meu Deus! Não sei se riu ou se choro, porque é neste quesito que o filme chega ao fundo do poço! Com diálogos extremamente superficiais e mal escritos, que esperam ser levados a sério, que são as cenas de conversa do filme. Os diálogos são tão mal escritos, que as vezes nem acreditamos no que escutamos, e ainda, o roteiro nos apresenta erros ortográficos absolutamente inacreditáveis. Provavelmente quando a pessoa estava escrevendo este roteiro (que não sei o nome, e nem quero saber), ela estava se drogando, ou estava bêbada, pois isto que vemos em tela é inadmissível! Enfim, fica ai a dica, se você é masoquista ou gosta de se torturar, assista &#8220;Entre Lençóis&#8221;, agora se você presa pela sua inteligência passe longe deste filme. O filme se passa todo num motel e conta a história de um casal que, aos poucos vai se conhecendo e se apaixonando no quarto de um motel. Ridículo, um insulto a nossa inteligência!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/26/vergonha-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>lista dos melhores filmes para quê?</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/21/lista-dos-melhores-filmes-para-qua/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/21/lista-dos-melhores-filmes-para-qua/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 18:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2129</guid>
		<description><![CDATA[Os melhores filmes e diretores de todos os tempos -- lista pessoal
Para que serve uma lista dos melhores? Para servir de base para quem está começando a se interessar&#8230;ou para fazer renascer uma velha paixão&#8230; ou para se ver as coisas com outros olhos&#8230;ou mesmo para provocar&#8230;
Todo blog, site, revista ou coluna sobre cinema tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2009/12/cinema.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2131" title="cinema" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2009/12/cinema-240x300.jpg" alt="" whg="240" rhg="300" /></a>Os melhores filmes e diretores de todos os tempos -- lista pessoal</p>
<p>Para que serve uma lista dos melhores? Para servir de base para quem está começando a se interessar&#8230;ou para fazer renascer uma velha paixão&#8230; ou para se ver as coisas com outros olhos&#8230;ou mesmo para provocar&#8230;</p>
<p>Todo blog, site, revista ou coluna sobre cinema tem sua lista dos melhores diretores e filmes. A questão é: há alguma importância nesse tipo de coisa? Parece que a mania de listas é aplicável ao cinema muito mais do que às outras artes. Alguém levaria a sério uma comparação entre, digamos, Beethoven, Brahms e Bach? A Nona de Beethoven e a Nona de Mahler? Alguém teria coragem de perguntar quem é o maior escultor ou o maior pintor de todos os tempos? Claro que não, mas isso parece aceitável com os filmes. Algo me diz que estas listas são mais uma diversão, uma brincadeira de adulto.</p>
<p>Finalmente, apesar de essas enquetes configurarem um mero passatempo, elas formam uma brincadeira que soube impor uma certa respeitabilidade, de maneira abrangente, embora previsível, e, de certa forma, considerado útil para qualquer fã da sétima arte.</p>
<p>Eis a minha lista pessoal:</p>
<p>1. Cidadão Kane (Orson Welles) EUA</p>
<p>2. Um Corpo Que Cai (Alfred Hitchcock) INGLES</p>
<p>3. 8 ½ (Federico Fellini) ITALIANO</p>
<p>4. La Nave Va (Federico Fellini) ITALIANO</p>
<p>5. Camille Claudel (Bruno Nuytten) FRANCES</p>
<p>6. A Longa Noite de Loucura (Mauro Bolognini) ITALIANO</p>
<p>7. Kagemusha, a Sombra do Samurai (Akira Kurosawa) JAPONES</p>
<p>8. Sociedade dos Poetas Mortos (Peter Weir) EUA</p>
<p>9. O Encouraçado Potenkim (Sergei Eisenstein) RUSSO</p>
<p>10. Cantando na Chuva (Stanley Donen) EUA</p>
<p>11. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola) EUA</p>
<p>12. Lolita (Stanley Kubrick) INGLES</p>
<p>13. Mephisto (István Szabó) HUNGARO</p>
<p>14. Os Infiltrados (Martin Scorsese) EUA</p>
<p>15. O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante (Peter Greenaway) INGLES</p>
<p>16. Violência e Paixão (Luchino Visconti) ITALIANO</p>
<p>17. Fantasma da Liberdade (Luis Buñuel) ESPANHOL</p>
<p>18. Lawrence da Arábia (David Lean) INGLES</p>
<p>19. A Doce Vida (Federico Fellini) ITALIANO</p>
<p>20. Os Bons Companheiros (Martin Scorsese) EUA</p>
<p>21. Psicose (Alfred Hitchcock) INGLES</p>
<p>22. Casablanca (Michael Curtiz) EUA</p>
<p>23. Crepúsculo dos Deuses (Billy Wilder) EUA</p>
<p>24. Lua de Fel (Roman Polanski) POLONES</p>
<p>25. Morangos Silvestres (Ingmar Bergman) SUECO</p>
<p>26. Sonata de Outono (Ingmar Bergman) SUECO</p>
<p>27. O Boulevard do Crime (Marcel Carné) FRANCES</p>
<p>28. Apocalypse Now (Francis Ford Coppola) EUA</p>
<p>29. O Sétimo Selo (Ingmar Bergman) SUECO</p>
<p>30. Janela Indiscreta (Alfred Hitchcock) INGLES</p>
<p>31. Amarcord (Federico Fellini) ITALIANO</p>
<p>32. A Malvada (Joseph L. Mankiewicz) EUA</p>
<p>33. A Ponte do Rio Kwai (David Lean) INGLES</p>
<p>34. Persona (Ingmar Bergman) SUECO</p>
<p>35. Amadeus (Milos Forman) TCHECO</p>
<p>36. Laranja Mecânica (Stanley Kubrick) INGLES</p>
<p>37. E o Vento Levou (Victor Fleming) EUA</p>
<p>38. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Woody Allen) EUA</p>
<p>39. Fargo (Joel Coen) EUA</p>
<p>40. Onde Os Fracos Não Tem Vez (Joel Coen) EUA</p>
<p>41. Manhattan (Woody Allen) EUA</p>
<p>42. A Noviça Rebelde (Robert Wise) EUA</p>
<p>43. A Liberdade é Azul (Krzysztof Kieslowski) POLONES</p>
<p>44. Interlúdio (Alfred Hitchcock) INGLES</p>
<p>45. Deus e o Diabo na Terra do Sol (Glauber Rocha) BRASIL</p>
<p>46. Lacombe Lucien (Louis Malle) FRANCES</p>
<p>47. Meu Jantar com André (Louis Malle) FRANCES</p>
<p>48. Tio Vânia em Nova York (Louis Malle) FRANCES</p>
<p>49. Hiroshima, Meu Amor (Alain Resnais) FRANCES</p>
<p>50. Hannah e Suas Irmãs (Woody Allen) EUA</p>
<p>51. A Fraternidade É Vermelha (Krzysztof Kieslowski) POLONES</p>
<p>52. Terra em Transe (Glauber Rocha) BRASIL</p>
<p>53. Disque M para Matar (Alfred Hitchcock) INGLES</p>
<p>54. Festim Diabólico (Alfred Hitchcock) INGLES</p>
<p>55. Era uma Vez no Oeste (Sergio Leone) ITALIANO</p>
<p>56. Discreto Charme da Burguesia (Luis Buñuel) ESPANHOL</p>
<p>57. Hamlet (Laurence Olivier) INGLES</p>
<p>58. Os Pássaros (Alfred Hitchcock) INGLES</p>
<p>59. Memórias (Woody Allen) EUA</p>
<p>60. Tiros na Broadway (Woody Allen) EUA</p>
<p>61. A Excêntrica Família de Antônia (Marleen Gorris) HOLANDA</p>
<p>62. O Anjo Exterminador (Luis Buñuel) ESPANHOL</p>
<p>63. O Anjo Azul (Josef von Sternberg) AUSTRIACO</p>
<p>64. Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore) ITALIANO</p>
<p>65. Satyricon (Federico Fellini) ITALIANO</p>
<p>66. Cenas de um Casamento (Ingmar Bergman) SUECO</p>
<p>67. Da Vida das Marionetes (Ingmar Bergman) SUECO</p>
<p>68. Morte em Veneza (Luchino Visconti) ITALIANO</p>
<p>69. Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (Pedro Almodóvar) ESPANHOL</p>
<p>70. Pepi, Luci Bom y otras Chicas del Montón (Pedro Almodovar) ESPANHOL</p>
<p>71. Os Guarda-chuvas do Amor (Jacques Demy) FRANCES</p>
<p>72. O Leopardo (Luchino Visconti) ITALIANO</p>
<p>73. Os Primos (Claude Chabrol) FRANCES</p>
<p>74. O Sol por Testemunha (René Clément) FRANCES</p>
<p>75. Este Obscuro Objeto do Desejo (Luis Buñuel)</p>
<p>76. Beau Pere (Bertrand Blier)</p>
<p>77. Platoon (Oliver Stone) EUA</p>
<p>78. Wall Street (Oliver Stone) EUA</p>
<p>79. Noites de Cabíria (Federico Fellini) ITALIANO</p>
<p>80. Julieta dos Espíritos (Federico Fellini) ITALIANO</p>
<p>81. Maridos e Esposas (Woody Allen) EUA</p>
<p>82. O Olho do Diabo (Ingmar Bergman) SUECO</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:denisonrosario@teachers.org">denison souza rosario</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/21/lista-dos-melhores-filmes-para-qua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8230;enfim, visto em IMAX 3D</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/16/enfim-visto-em-imax-3d/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/16/enfim-visto-em-imax-3d/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 23:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2128</guid>
		<description><![CDATA[Particularmente, creio que tenha assistido a ?Avatar? das duas formas como se deve assistir ao mesmo: legendado e em 2D e dublado em IMAX 3D.
Questão de opinião, mas não creio que seja algo lá muito interessante ler legendas que ficam tão perto de seus olhos em face da tecnologia dos óculos 3D (que, também particularmente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/avatar-poster1.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="434"/>Particularmente, creio que tenha assistido a ?Avatar? das duas formas como se deve assistir ao mesmo: legendado e em 2D e dublado em IMAX 3D.</p>
<p>Questão de opinião, mas não creio que seja algo lá muito interessante ler legendas que ficam tão perto de seus olhos em face da tecnologia dos óculos 3D (que, também particularmente, julgo um tanto o quanto anti-higiênicos). O campo de visão que a legenda cobre acaba não permitindo que você repare em outros detalhes visuais do filme simultaneamente enquanto tenta ler os dizeres que aparecem no canto inferior da tela.</p>
<p>Também não acredito que os óculos e a tecnologia IMAX 3D acrescentem tanto à experiência de se ver ?Avatar?, o que revela-se, irrefutavelmente, um ponto positivo para o filme, uma vez que, caso dependesse de tal advento para funcionar bem, a produção estaria fadada apenas à sua carreira cinematográfica, revelando-se altamente frustrante quando fosse futuramente exibida nas telas das televisões convencionais que temos em nossas casas.</p>
<p>Assistir a ?Avatar? em IMAX 3D ou no 3D convencional acrescenta algo à produção? Sim, acrescenta, mas não é algo que eu diria ser inerente para conferi-la e aproveitar a sessão ao máximo (e novamente friso, isso é apenas questão de opinião, pois há muita gente que não se imagina assistindo ao filme em sua versão 2D). É interessante nos sentirmos voando ao lado de cientistas em um laboratório de criogenia, ou notarmos um ramo de samambaia (ou sei lá qual planta vem a ser aquela) passando diante de nossos olhos enquanto as lentes especiais de Cameron mergulham na floresta, ou ainda nos sentirmos bem ao lado de alguns Na?Vi enquanto estes se encontram participando de um culto religioso, mas a verdade é que o longa é tão plasticamente perfeito por si só que, mesmo que você opte por assisti-lo da forma mais convencional o possível, ele irá lhe deixar boquiaberto. Ponto positivo para James Cameron, que conseguiu cumprir o seu principal objetivo: o de impressionar o seu público independentemente da tecnologia à qual o mesmo adote para desfrutar a sua obra.</p>
<p>Enfim, deixei de mencionar a parte gráfica do filme em minha análise anterior justamente porque almejava faze-la separadamente, quando tivesse assistido ao longa da forma como todos recomendam. Agora feito, posso dizer convictamente que, excluindo os exemplos que mencionei no parágrafo acima, a impressão foi praticamente a mesma: ?Avatar? é o filme mais plasticamente perfeito que já pude conferir em toda a minha vida.</p>
<p>Sempre que defendo a parte gráfica de ?O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel?, menciono a cena em que os protagonistas do longa sobem as escadarias de Lothlórien, cuja beleza é capaz de deixar no chinelo o sonho mais luminoso que todo mortal que já tenha passado por este planeta azul já tenha tido. No entanto, ?caminharmos? pelas exóticas florestas de Pandora iluminadas pela bioluminescência de suas plantas é algo que transforma Lothlórien em um reles cenário da festa de aniversário de uma garota que acabara de completar quinze anos.</p>
<p>Aliás, já que teci analogias entre ?Avatar? e a trilogia que elevou Peter Jackson ao mais alto patamar de Hollywood, vale dizer que, se a adaptação cinematográfica da obra-prima escrita por J.R.R. Tolkien ganhava destaque pelos seus suntuosos castelos, o longa de James Cameron ganha ainda mais destaque por conseguir extrair algo ainda mais belo de cenários aparentemente naturais, o que parecia algo impossível de ser feito até então.</p>
<p>E o que dizer da perfeição com que as criaturas Na?Vi foram desenvolvidas? Os convincentes movimentos deles, suas naturais mudanças no semblante, os olhos repletos de vida? tudo isso faz com que criaturas como o Capitão Davy Jones (da série ?Piratas do Caribe?) ou o Gollum, que já eram praticamente perfeitas, se tornem meros bonequinhos obsoletos, uma vez que os principais habitantes de Pandora se mostram tão visualmente verossímeis quanto os próprios humanos do filme o são.</p>
<p>Mas é claro que todo esse espetáculo visual não se mostra capaz de tapar alguns pequenos defeitos que o filme possui e que já mencionei na primeira análise. A trama é batida: um misto de ?Matrix? (o escolhido) com ?Dança com Lobos? (um sujeito de nossa espécie tentando aprender e conviver com os costumes de uma civilização gritantemente diferente). Os clichês também estão por toda a parte, conforme havia mencionado no outro texto. A mensagem ambiental é debatida de forma muito mais concreta e convincente em muitos outros filmes (?Wall-E? me vem à memória instantaneamente) e as batalhas, apesar de dirigidas com maestria por Cameron, não atribuem nada de novo ao gênero, pelo contrário, chega a copiar ?O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei? em algumas ocasiões (e quem ainda não assistiu ao filme não leia o resto deste parágrafo, mas não tem como não comparar o momento em que as aves gigantescas de Pandora, sob pedido de Eywa, atacam os helicópteros dos terráqueos com a cena em que as águias gigantes que habitavam a Terra-Média atacam os Nazgul durante a batalha final de ?O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei?).</p>
<p>Contudo, mesmo com os defeitos supracitados, ?Avatar? ainda nos brinda com uma eficiente direção por parte de James Cameron e, repetindo o que disse no texto original, trata-se de um dos mais (senão o mais) perfeitos espetáculos visuais regados às mais diversificadas cores fluorescentes que já pude conferir na história da Sétima Arte!</p>
<p style="text-align: left;">Publicado por: <a href="mailto:daesbar@uol.com.br">Daniel Esteves de Barros</a> -- <a href="www.cinephylum.com.br">www.cinephylum.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/16/enfim-visto-em-imax-3d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cameron &#8220;reinventa&#8221; o &#8220;filmar&#8221;, mas copia o &#8220;contar&#8221;</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/16/cameron-reinventa-o-filmar-mas-copia-o-contar/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/16/cameron-reinventa-o-filmar-mas-copia-o-contar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 12:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2125</guid>
		<description><![CDATA[Obs.: assisti ao filme em uma sala de cinema convencional, ou seja, sem IMAX ou 3D. Neste final de semana devo estar o assistindo em IMAX e publico as minhas impressões por aqui.
&#8220;Cameron reinventa o Cinema&#8221;, &#8220;Cameron cria uma nova técnica de filmagem&#8221;, &#8216;Cameron brinca de Louis e Auguste Lumière&#8221; (está bem, essa última assumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/avatar-poster1.jpg" border="0" alt=""  whg="287" rhg="429"/>Obs.: assisti ao filme em uma sala de cinema convencional, ou seja, sem IMAX ou 3D. Neste final de semana devo estar o assistindo em IMAX e publico as minhas impressões por aqui.</p>
<p>&#8220;Cameron reinventa o Cinema&#8221;, &#8220;Cameron cria uma nova técnica de filmagem&#8221;, &#8216;Cameron brinca de Louis e Auguste Lumière&#8221; (está bem, essa última assumo que fui eu quem mencionou no Twitter), &#8220;Cameron irá dividir o Cinema em antes e depois de Avatar&#8221;, &#8220;Cameron é Deus&#8221;, &#8220;Cameron defeca ouro&#8221; ops, paremos por aí, a coisa já está ficando exacerbadamente malacafenta e hiperbólica (e para quem está com preguiça de consultar o dicionário, leia-se: &#8216;a coisa já está ficando nojenta e exagerada demais&#8217;).</p>
<p>As frases supracitadas refletem bem o exagero com o qual o jornalismo cinematográfico trabalhou nos últimos meses criando uma expectativa acima do normal no médio espectador. Cameron criou novas técnicas de filmagem? Sim. Criou uma câmera exclusiva capaz de capturar as maravilhas de um mundo inteiramente digital? Sim. Criou um espetáculo visual jamais visto no Cinema? Sim. Cameron criou tudo isso e, francamente, criou muito mais, muito mais mesmo.</p>
<p>Mas aí fica a tal pergunta no ar: essa obra é capaz de dividir ou, pior ainda, reinventar o Cinema? Negativo.</p>
<p>Cinema é uma arte audiovisual. Ponto final? De forma alguma. Cinema é uma arte audiovisual, vírgula, mas que depende crucialmente da estrutura narrativa de suas obras. Não, Avatar não é tão falho assim do ponto de vista narrativo. O filme conta com vários acertos no roteiro, mas o bem da verdade é que (e o que escreverei a seguir talvez resuma todo este texto) Cameron chega sim a &#8220;reinventar? o Cinema (com várias ressalvas aqui, afinal de contas, ele inventa um inaudito modo de se &#8220;filmar&#8221; Cinema, mas não de se &#8216;contar&#8217; Cinema), mas esquece-se de &#8216;reinventar&#8217; os clichês.</p>
<p>Sabe o coronel durão, que apetece trincar uma rocha inteira na base do cuspe? Pois é, ele aparece aqui e, por mais que o roteiro tente disfarçá-lo numa falha tentativa de torná-lo humanista, não dá certo. Sabe a cientista obcecada, que ama a natureza e tem pinta de lésbica e grosseirona (personagem que se torna ainda mais caricata na pele da eterna Ripley) mas que, com o tempo, vai se tornando uma ambientalista camarada? Pois é, ela está aqui também. Sabe o mocinho que tem propósitos levemente malévolos no começo da projeção mas que, ao desenrolar da trama, apaixona-se pela mocinha, muda completamente os seus propósitos e ruma a um desfecho feliz? Pois é, ele também está aqui.</p>
<p>Aliás, não só os clichês e estereótipos acima citados. Muitos outros (e vale citar uma oficial mulata deliciosa e durona que pilota helicópteros e, honestamente, torço com todas as forças para que ela venha fazer parte de meus próximos sonhos estando completamente nua e trans? bem? deixe para lá?) também permeiam toda a sessão de Avatar, mas Cameron (e, juro, nunca imaginei que um dia viria a dizer isso, já que estou longe de ser fã do diretor de um dos filmes mais superestimados de todos os tempos: Titanic), como num passe de mágica, mostra-se capaz de nos emocionar com tudo aquilo que está em cena.</p>
<p>Sim, sabemos exatamente como terminará o romance entre o casal de protagonistas com apenas cinco minutos de projeção, mas Cameron filma o affair entre ambos de uma forma tão sensível (tomando o devido cuidado ao mostrar meticulosamente a forma como Neytiri introduz Jake Sully à cultura Navi) que torna-se impossível não nos cativarmos com o mesmo. Também sabemos exatamente como terminará a batalha final entre humanos e Navis, mas Cameron (assim como Peter Jackson o fez em ?O Senhor dos Anéis?) filma tudo de um modo tão tenso e desesperador que somos praticamente transportados para dentro do embate.</p>
<p>Talvez esteja aí a força de Avatar, nas mãos de seu diretor. Ironicamente, os defeitos do longa também estão nas mesmas mãos, mas nas mesmas mãos que foram utilizadas com um outro propósito: o de escrever o roteiro.</p>
<p>Eis aqui um raro caso onde uma direção extremamente satisfatória acaba superando alguns furos do roteiro que, posto em prática por outra pessoa (e novamente friso: não sou fã de Cameron, muito longe, mesmo, disso), talvez não pudessem ser tapados. Coisas do Cinema.</p>
<p>O quê? A parte visual? Bem, não pude assistir ao filme em IMAX, ou em um mero cineminha 3D que seja, mas pretendo fazer isso neste final de semana e registrar as minhas impressões por aqui, contudo, em um outro texto.</p>
<p>Por ora só posso afirmar o seguinte: mesmo assistindo ao longa da forma mais tradicional o possível, não há como negar que trata-se de um dos mais (senão o mais) perfeitos espetáculos visuais regados às mais diversificadas cores fluorescentes que já pude conferir na história da Sétima Arte!</p>
<p>O quê? Não entendeu bulhufas do que afirmei acima? Pois é, é só vendo mesmo para crer!</p>
<p>Fantástico!</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:daesbar@uol.com.br">Daniel Esteves de Barros</a> -- <a href="http://www.cinephylum.com.br">http://www.cinephylum.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/16/cameron-reinventa-o-filmar-mas-copia-o-contar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;&#8230;and remember, I was the first to tell!&#8221;</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/and-remember-i-was-the-first-to-tell/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/and-remember-i-was-the-first-to-tell/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 15:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2114</guid>
		<description><![CDATA[Teorias maias, teorias religiosas, teorias científicas&#8230; Atualmente, somos confrontados com teorias e previsões de que o mundo irá acabar em 2012. Mesmo sendo elas impossíveis, ou mais plausíveis, são apenas teorias, não se sabe ao certo o que irá acontecer. Então Roland Emmerich, que dedicou praticamente toda a sua carreia, a filmes catástrofe, traz &#8220;2012&#8243;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2012_rio.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="435"/>Teorias maias, teorias religiosas, teorias científicas&#8230; Atualmente, somos confrontados com teorias e previsões de que o mundo irá acabar em 2012. Mesmo sendo elas impossíveis, ou mais plausíveis, são apenas teorias, não se sabe ao certo o que irá acontecer. Então Roland Emmerich, que dedicou praticamente toda a sua carreia, a filmes catástrofe, traz &#8220;2012&#8243;, a super-produção mais polêmica do ano, creio eu. O mais incrível é que de todas as pessoas que assistiram ao filme, poucas ficaram imparciais, ou mesmo acharam o filme mediano. A maioria das opiniões foram: &#8220;2012&#8243; é um filme horrível, ou &#8220;2012&#8243; é um filme muito bom. No meu caso, fico com a segunda opção: &#8220;2012&#8243; é um filme muito bom! Apesar de conter várias falhas narrativas, como por exemplo: os dois filhos do magnata russo não chorarem, nem ficarem tristes após a morte do pai, enquanto os salvava. Então apesar de conter erros do roteiro, &#8220;2012&#8243; cumpre seu papel, como filme catástrofe: o de divertir com a destruição. O ponto em que um filme deste gênero tende focar é na destruição, e por consequencia nos efeitos visuais. E esta produção de Emmerich possui, com certeza, cenas fantásticas e memoráveis de destruição, e efeitos visuais extremamente bem produzidos. Aliás, arrisco &#8220;2012&#8243; como um palpite ao Oscar 2010, de efeitos visuais. As cenas de destruição são realizadas da maneira mais primorosa possível! Combinando perfeitamente, efeitos visuais, movimentação de câmera, e trilha sonora. Aliás, foi um grande trunfo do filme ter o roteirista que também rege a trilha sonora, sendo assim, enquanto ele escreve a cena, já vai encaixando a trilha sonora. E o resultado&#8230; é incrível. No elenco, temos John Cusack, que aqui, em &#8220;2012&#8243;, conseguiu um papel principal, em uma grande estréia mundial. Mas, ele, infelizmente, não consegue brilhar, a sua sorte é que ele está em um filme catástrofe, e nestes filmes, se o ator é bom ou ruim, não importa, só importa uma coisa: destruição! Do roteiro, posso dizer que poderia ser mais abrangente. Poderia focar em mais personagens, em mais partes do mundo, embora já foque em uns quatro personagens, mas só americanos, claro. E, com certeza, o filme não consegue esconder, e vangloria, o senso heróico e guerreiro dos estadunidenses, o que já é de praxe vindo de um filme catástrofe norte-americano. Enfim, um filme que, de parte técnica é impecável, mas de roteiro deixa um pouco a desejar,não deixando de agradar, mesmo assim. Tudo que um filme catástrofe precisa, &#8220;2012&#8243; tem de sobra. Aliás, a popular cena do Cristo desmoronando dura muito pouco (uns 5 segundos) e é transmitida pela Globo News, numa narração em brasileiro!!! &#8220;2012&#8243; conta a história do fim do mundo, de pessoas tentando salvar suas famílias, e claro, suas vidas. Um dos melhores filme catástrofe já feitos! Muito bom!</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/and-remember-i-was-the-first-to-tell/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Romântico, sempre.Engraçado, ocasionalmente.</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/roma/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/roma/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 11:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2101</guid>
		<description><![CDATA[(500) Dias com Ela tinha tudo para ser uma comédia romântica insuportavelmente convencional, mas felizmente tomou algumas sábias decisões e driblou, na maior parte de sua projeção (e que isso fique bem claro: na maior parte, e não durante o filme todo), a mesmice imposta por Hollywood, principalmente em produções deste gênero.
Começamos de um modo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/500DiasComEla_thumb-150x150.jpg" border="0" alt="" whg="290" rhg="290" />(500) Dias com Ela tinha tudo para ser uma comédia romântica insuportavelmente convencional, mas felizmente tomou algumas sábias decisões e driblou, na maior parte de sua projeção (e que isso fique bem claro: na maior parte, e não durante o filme todo), a mesmice imposta por Hollywood, principalmente em produções deste gênero.</p>
<p>Começamos de um modo bastante incomum. No canto esquerdo inferior da tela aparece uma nota dos autores da obra informando que o trabalho a seguir é apenas uma ficção e quaisquer semelhanças com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Até aí, normal, não? Pois é, salvo pelo: pessoas mortas, não há nada de incomum aqui. É o que vem a seguir, no entanto, que realmente chama a atenção do público: especialmente com você, Jenny Backman, vadia!.</p>
<p>A reflexão que nos vem à mente então é a de que teremos pela frente uma comédia romântica com um humor ácido e sincero, algo pouco típico entre as produções do gênero. E a narrativa em off que nos apresenta aos personagens só vem a confirmar isso e é digno de palmas que, em tão poucos minutos, possamos captar tantos detalhes oriundos de seus protagonistas como podemos captar aqui.</p>
<p>Tom (Joseph Gordon-Levith, impecável no papel) é um romântico incurável e, segundo a impagável narração hilária, isso se deve ao errôneo entendimento que ele teve quanto ao final do clássico de Mike Nichols, A Primeira Noite de um Homem (assim como boa parte das pessoas que assistem ao longa estrelado por Dustin Hoffman, ele vê amor, liberdade e felicidade nos olhos dos protagonistas, enquanto estes, na verdade, denotam uma visível insegurança pelo futuro incerto que está por vir). Summer (Zooey Deschanel, como sempre linda e? bem? aceitável no papel) já é uma garota que, depois da separação dos pais, passou a desacreditar no amor ainda muito jovem e só viria a nutrir tal sentimento por duas coisas: pelo cabelo negro e longo e pela facilidade que tinha em cortá-los sem deixar quaisquer resquícios de sentimentos quanto ao ato. Como assim? Simples, Summer é dessas personagens que ama, mas ao mesmo tempo se desapega fácil e voluntariamente de tudo aquilo que realmente ama.</p>
<p>O roteiro avança um pouco. Deixa claro que, apesar de tratar de uma estória onde o mocinho conhece a garota de seus sonhos e ambos passam a ter um relacionamento, não é realmente uma trama de amor. Oras, se uma comédia romântica não irá tratar sobre o amor, qual será o seu foco então? As piadas em cima do casal? Bem, é justamente aí que está o problema. Apesar de contar com um humor que funciona muitas vezes, a maior parte de suas piadas não só não acrescentam nada de novo ao gênero como também inserem situações artificiais à produção (e as que envolvem uma conselheira mirim são as piores).</p>
<p>Por incrível que pareça, a força desta comédia romântica reside mesmo é no amor atípico (e sim, contrariando a narrativa acima citada, o filme conta sim uma estória de amor, ainda que seja um amor bem diferente do usual) entre Tom e Summer (a propósito, daí vem a conveniente, embora bobinha, brincadeira com o título original (500) Days of Summer, que tem a tradução literal para (500) Dias de Verão). É através do relacionamento entre ambos que o roteiro tece uma cativante trama que se espelha nos relacionamentos amorosos contemporâneos, baseados no abstracionismo do ficar e rompendo os paradigmas do namorar.</p>
<p>Os protagonistas combinam muito entre si (apesar das diferenças teóricas sobre o amor). Summer, assim como Tom, segue o tipo que aprecia a arte alternativa. Para se ter uma idéia, ela despertou extremo interesse nele quando revelou adorar a banda de alternative rock inglesa The Smiths.</p>
<p>O rapaz, como era de se esperar, logo se apaixona. Várias outras referências cult vão ligando o casal. Belle &amp; Sebastian, The Pixies e muitas outras bandas indie formam o excelente gosto musical da dupla, ao passo em que Ingmar Bergman e, é claro, Mike Nichols se encarregam de anunciar o refinamento cinematográfico de ambos.</p>
<p>À medida que o filme vai se desenvolvendo, vamos nos identificando cada vez mais com o relacionamento deles. O ápice do roteiro, todavia, parece residir mesmo quando o previsível (já que o filme faz questão de nos informar logo nos minutos iniciais que o casal irá romper) término do romance acontece. Sem passar por sentimentalismos piegas ou exagerados, acompanhamos a tristeza e a dor que Tom passa a ter em face da rejeição. É aí que (500) Dias com Ela mostra, de fato, o motivo de tanto alvoroço por parte de uma média, embora fiel, legião de fãs que atraiu para si, afinal de contas, quem nunca passou pela situação a qual o protagonista está passando? Quem nunca chegou a se identificar com ele e, até mesmo, com ela?</p>
<p>Longe de ser uma comédia-romântica original (apesar que eu não a encararia como clichê, mesmo contando com um argumento batido) e não desenvolvendo tão bem o humor que havia prometido desenvolver em seu prólogo, (500) Dias com Ela deposita suas forças no casal de protagonistas que contam com características bastante incomuns, sobretudo para os filmes deste tão revisado gênero cinematográfico.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:daesbar@uol.com.br">Daniel Esteves de Barros</a> -- <a href="http://www.cinephylum.com.br">http://www.cinephylum.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/roma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O novo &#8220;Bruxa de Blair&#8221;  ?</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/o-novo-bruxa-de-blair/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/o-novo-bruxa-de-blair/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 11:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2098</guid>
		<description><![CDATA[ Quando fui assistir &#8220;Atividade Paranormal&#8221; foi exatamente como Túlio Moreira (Cinema com Rapadura) começou sua critica .
Fui com um grupo de amigos assistir algum filme, ainda indeterminado, eles chegaram a conclusão: &#8220;Lua Nova&#8221; , eu me manifestei e disse que iria assistir &#8220;Atividade Paranormal&#8221; e eles não foram por medo&#8230;
Me senti sozinho na sala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/cartaz1.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="422"/> Quando fui assistir &#8220;Atividade Paranormal&#8221; foi exatamente como Túlio Moreira (<a href="http://cinemacomrapadura.com.br/criticas/152225/atividade-paranormal-2/" target="_blank">Cinema com Rapadura</a>) começou sua critica .<br />
Fui com um grupo de amigos assistir algum filme, ainda indeterminado, eles chegaram a conclusão: &#8220;Lua Nova&#8221; , eu me manifestei e disse que iria assistir &#8220;Atividade Paranormal&#8221; e eles não foram por medo&#8230;<br />
Me senti sozinho na sala de cinema por conta de que me sentei um pouco mais na frente e as poucas pessoas na sala se sentaram bem mais atrás.<br />
O filme começa, uma monótona apresentação dos personagens e a apresentação de seus &#8220;problemas&#8221;, que gera toda a história do filme,o filme gira em torno de  Katie (Katie Featherston)e  Micah (Micah Sloat), a menina com os problemas sobrenaturais e seu namorado.<br />
O filme foi, para mim, muito assustador, quando me perguntam do filme não tenho vergonha de dizer que &#8220;me caguei de medo&#8221; assistindo, o estilo Hand Cam foi muito bem usado [outros exemplos de hand cam: Bruxas de Blais, Cloverfield e Rec] e como as atividades se passam na maioria em um quarto, a sensação de claustrofobia foi enorme, as atividades paranormais começam com coisas simples como barulhos, a cada dia que se passa elas vão se tornando piores, tomando proporções  assustadoras para aqueles que assistem, até um desfecho fantástico.<br />
O formato de &#8220;Vídeo caseiro&#8221; foi muito bem utilizado pelo diretor,o pânico que vai tomando conta dos personagens à medida que a câmera capta imagens estranhas e intensifica a dependência da tecnologia fazendo com que até mesmo os que estão assistindo queiram saber o que, mesmo querendo sair da sala de cinema por conta do medo (exemplo: pessoal).<br />
Os videos são com evidencias da policia, até mesmo que no começo do filme vem a mensagem: &#8220;Agradecemos as familias de Katie e Micah e o departamento de polícia&#8221;, fazendo com que você realmente acredite que o que você está vendo foi algo achado pela polícia, fato parecido com o que ocorre em &#8220;Bruxas de Blair&#8221;.<br />
Para aqueles que não estão familiarizados com filmes de terror, e filmes em Hand Cam, não aconselho pois o filme pode lhes trazer conseqüências como trouxe para um amigo meu, medo de dormir no quarto, mas para os amantes desse tipo de filme, aconselho.<br />
Talvez seja esse o maior atrativo de filmes construídos a partir de arquivos &#8220;resgatados&#8221; de delegacias de polícia ou encontrados na floresta, nós ficamos presos ao filme para ver a possibilidade de um desfecho ainda indeterminado a quem assiste, é assim que ocorre a última cena&#8230;</p>
<p>Tem aqueles que dizem que o filme é o melhor do gênero do ano, outros que é o novo &#8220;Bruxas de Blair&#8221;, outros que dizem que é apenas mais um filme,outros que o filme não vale a pena assistir, mas para mim, foi um dos filmes em que mais senti medo em 2009&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:vinicius_m_s_2005@hotmail.com">Vinicius Moreira</a> -- <a href="http://twitter.com/Vinyciuz">http://twitter.com/Vinyciuz</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/14/o-novo-bruxa-de-blair/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Minha Vida com Fellini</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/10/minha-vida-com-fellini/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/10/minha-vida-com-fellini/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2089</guid>
		<description><![CDATA[Conheci Fellini, acho que como todo mundo, através de Amarcord, um ótimo filme saudosista, uma espécie de continuação de Os  Boas-Vidas, do mesmo diretor. Depois  vi    8 &#38; meio e La Nave Va quase ao mesmo tempo, ainda adolescente, quando a Band passava filmes clássicos maravilhosos, e me tornei fã [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2095" title="federico_fellini" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2009/12/federico_fellini-300x225.jpg" alt="federico_fellini" whg="300" rhg="225" />Conheci Fellini, acho que como todo mundo, através de Amarcord, um ótimo filme saudosista, uma espécie de continuação de Os  Boas-Vidas, do mesmo diretor. Depois  vi    8 &amp; meio e La Nave Va quase ao mesmo tempo, ainda adolescente, quando a Band passava filmes clássicos maravilhosos, e me tornei fã de  Fellini rapidamente. 8 e meio é excelente, filosófico, confuso e marcante&#8230;me senti assistindo um Woody Allen maior&#8230;La  Nave Va é a mais gostosa homenagem à ópera que já presenciei no cinema, juntamente com Amadeus e Fitzcarraldo. Eu nunca  consigo tirar aqueles personagens malucos da minha cabeça. Demais!</p>
<p>Depois de muito tempo, entrei em contato com Fellini de novo, através da era DVD. Conheci A Doce Vida, o melhor filme do diretor&#8230;A Doce Vida é um filme incrível! Para mim, o mais bem feito. Sua melhor historia.<br />
Procurei vasculhar seus filmes mais antigos e descobri que, no passado, Fellini não era tão lúdico como em A Doce Vida.  Na verdade, fazia um cinema realista, com toques de circo e fantasia. Seu filme realista mais querido por todos é La Strada.  Mas, Noites de Cabíria também merece menção aqui. Um filme muito bem feito. Poético. Os outros são apenas bons filmes.  Considero Abismo de um Sonho seu filme de primeira fase menos realista,  com traços confusos, de circo e fantasia mais proximo  do que viria a ser sua linguagem. Para o aficcionado por Fellini vale a pena conhecer esta fase antiga.<br />
Conhecendo outros títulos do mestre italiano conheci filmes muito divertidos como Satyricon, Ensaio de Orquestra, e As Tentações  de Antonio. Dessas comédias amalucadas, a melhor é Satyricon. Uma obra-prima da maluquice felliniana.</p>
<p>Os filmes de Fellini que considero mais fracos são Casanova, Cidade das Mulheres, Ginger &amp; Fred e a Voz da Lua.<br />
Os filmes que  mais respeito são A Doce Vida, 8 e meio, Julieta dos Espíritos, Amarcord e La Nave va.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:denisonrosario@teachers.org">Denison Souza Rosario</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/10/minha-vida-com-fellini/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lei, consciência, polícia e outros verbetes</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/lei-conscia/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/lei-conscia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2085</guid>
		<description><![CDATA[Quão objetiva pode ser a lei? Em que casos e/ou circunstâncias aquilo que encontra-se redigido em forma textual pode, ou não, penalizar as pessoas que descumprirem à sua regra? A primo, Polícia, Adjetivo dá a entender que fará uma abordagem excessivamente complexa e alicerçada dessa e de muitas outras questões relacionadas ao tema.
Lastivelmente, o filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Polícia1.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="413"/>Quão objetiva pode ser a lei? Em que casos e/ou circunstâncias aquilo que encontra-se redigido em forma textual pode, ou não, penalizar as pessoas que descumprirem à sua regra? A primo, Polícia, Adjetivo dá a entender que fará uma abordagem excessivamente complexa e alicerçada dessa e de muitas outras questões relacionadas ao tema.</p>
<p>Lastivelmente, o filme romeno pára na boa intenção e caminha para um roteiro chato, uma edição que em momento algum se propõe a eliminar certas gordurinhas de sua projeção e uma direção desnecessariamente burocrática de Corneliu Porumboiu. Logo, torna-se usual vermos o protagonista Crist percorrer longos e entediantes caminhos a fim de obter êxito em uma perseguição a um garoto viciado em haxixe (e sim, sei muito bem que o leitor imagina que uma perseguição policial, na vida real, está longe de seguir os moldes hollywoodianos, não?).</p>
<p>É fato que isso tudo é feito propositadamente, pois o filme apetece nos mostrar o quão monótono, sorumbático e enfadonho são os afazeres profissionais de seu personagem principal que, assim como todo o funcionário público (e eu, mais do que ninguém, posso afirmar isso), desempenha uma função ciclicamente uniforme, convive com péssimas condições de trabalho (a fotografia e a direção de arte dão um tom especial a isso, retratando o quão decadente é a sede onde Crist exerce as suas funções como policial), carece da &#8220;boa vontade&#8221; (atentem-se às aspas) de terceiros para cumprir as suas tarefas e conta com pouco, ou nenhum, reconhecimento da sociedade e de seus superiores hierárquicos, mas o bem da verdade é que, para relatar tais situações, Porumboiu poderia simplesmente ilustrar o tédio do jovem defensor da lei através de um certo número de closes direcionados ao semblante desanimado deste e não dedicar-se, durante boa parte da projeção, a realizar inúmeros planos abertos que não aparentam mais ter fim.</p>
<p>O ritmo deveras lento, todavia, é facilmente quebrado quando entram em cena situações inquestionavelmente hilárias, como a que o protagonista discute com a esposa o real significado de uma música (bastante brega, por sinal) ou argumenta com esta sobre a (falta de) necessidade de se adotar certas reformas ortográficas impostas pela Academia Romena de Letras.</p>
<p>E é óbvio que, dentre as cenas hilárias do filme, não poderia deixar de citar a principal, ocorrida no gabinete do chefe de Crist onde, em uma reunião a três, temas extremamente importantes como lei, consciência e, como não poderia deixar de ser: o título da produção, são discutidos com criatividade, originalidade e inteligência estupendas, nos permitindo levantar questionamentos de um modo tão magistral que raramente temos o privilégio de poder os conferir na sétima arte em um mesmo nível.</p>
<p>Lento e longo, mas eficientemente introspectivo e maravilhosamente subjetivo, este é Polícia, Adjetivo.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:daesbar@uol.com.br">Daniel Esteves de Barros</a> -- <a href="www.cinephylum.com.br">www.cinephylum.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/lei-conscia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eterno retorno</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/eterno-retorno/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/eterno-retorno/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2084</guid>
		<description><![CDATA[Contando com uma direção assaz competente de Claire Denis, um eficiente trabalho de mixagem de som, uma brilhante fotografia que se revela bastante conveniente quando opta por realçar os tons escuros dos cenários angustiantes os quais se desenvolvem a trama e com uma inspirada (e inspiradora, diga-se) trilha-sonora de autoria do grupo Thundersticks,35 Doses de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/35-doses.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="406"/>Contando com uma direção assaz competente de Claire Denis, um eficiente trabalho de mixagem de som, uma brilhante fotografia que se revela bastante conveniente quando opta por realçar os tons escuros dos cenários angustiantes os quais se desenvolvem a trama e com uma inspirada (e inspiradora, diga-se) trilha-sonora de autoria do grupo Thundersticks,35 Doses de Rum foca o seu cerne em um roteiro que visa, acima de tudo, estudar profundamente uma ampla gama de personagens insossos que vivem cotidianos igualmente (ou ainda mais) insossos, bem como eu, que escrevo este artigo neste exato momento, e você, que lê esta mini-crítica neste mesmo instante.</p>
<p>A palavra chave adotada aqui é sensibilidade, e é com esta sensibilidade verdadeiramente invejável que Denis desenvolve a vida das mais variadas pessoas que contam com algo em comum: o visível cansaço pela previsibilidade de um mundo cada vez mais afetado por cotidianos insuportavelmente cíclicos, um dos grandes males enfrentados por um mundo cada vez mais globalizado (sim, novamente estou culpando a globalização, afinal de contas, tem como não o faze-lo?).</p>
<p>No final das contas, a vida é não menos do que uma sucessão de acontecimentos fatídicos e desmotivantes que, conforme progride (ou seria: regride?) diariamente, se mostra mais e mais irreciclável, não? Não? Discorda? Então pode ser que você não goste muito deste 35 Doses de Rum que, mesmo contando com um final arrastado e artificial (e só para constar, tal final agradou, e muito, críticos de cinema do país todo, mas a mim não agradou nada. Questão de opinião.) por tentar conferir um quê de happy end (ainda que lance um ponto de interrogação ao ar quanto à felicidade de seus protagonistas) à trama, tem um arsenal forte o bastante para fazer com que os seus espectadores saiam mal da sessão, levando consigo os ideais consolidados em teorias niilistas passivas exibidas na telona.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:daesbar@uol.com.br">Daniel Esteves de Barros</a> -- <a href="www.cinephylum.com.br">www.cinephylum.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/eterno-retorno/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exímia salada de clássicos europeus</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/exa/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/exa/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 20:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2083</guid>
		<description><![CDATA[Para compor este A Fita Branca, o polêmico cineasta alemão Michael Haneke parece ter extraído vários aspectos das mais diversas obras cinematográficas já produzidas até então.
O burgo onde se passa a trama, por exemplo, confere a sensação de ter sido claramente inspirado no local em que se desenvolveu a estória do ótimo Diário de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/A Fita Branca.JPG" border="0" alt="" />Para compor este A Fita Branca, o polêmico cineasta alemão Michael Haneke parece ter extraído vários aspectos das mais diversas obras cinematográficas já produzidas até então.</p>
<p>O burgo onde se passa a trama, por exemplo, confere a sensação de ter sido claramente inspirado no local em que se desenvolveu a estória do ótimo Diário de um Pároco de Aldeia, do genial cineasta Robert Bresson. No entanto, trata-se de um vilarejo aparentemente (e deem ênfase ao aparentemente, por favor) menos melancólico, embora visivelmente mais tártufo (no que diz respeito às suas relações sociais internas), do que o povoado retratado no filme francês.</p>
<p>Há também um quê de Dogville, no que diz respeito à hostilidade reprimida dos personagens que habitam a referida aldeia.</p>
<p>Todavia, nenhum outro filme nos vem tão claramente à memória quanto Os Incompreendidos, de François Truffaut. O choque entre duas gerações completamente distintas, embora separadas apenas por um curto período entre o nascimento de ambas, novamente nos é apresentado pela Sétima Arte, mas agora, com o toque do diretor de Violência Gratuita, irrefutavelmente um dos dez melhores em atividade (assim como Truffaut também o era em sua época).</p>
<p>Haneke prima por conseguir inserir sensibilidade a uma obra onde o que não falta é assaz brutalidade e, até mesmo, pitadas de sadismo e crueldade por parte de muitos (quase todos) de seus personagens. O cineasta natural de Munique mostra-se invejavelmente capaz de ministrar beleza a uma vila apática, devorada por uma visível heterogeneidade social e povoada por habitantes excessivamente manipulados e corroídos por rígidos dogmas sociais, morais e, mormente, cristãos.</p>
<p>E é neste cenário repressor, onde pais disciplinam os filhos empregando o uso da Doutrina do Medo e da Punição Divina, que presenciamos o desenvolvimento de um grupo de jovens marcados por uma geração subversiva, sádica e beócia, que se mostrava diretamente influenciada por uma estirpe anterior que consigo carregava a mossa de fortes doses de autoritarismo, paranóia e pseudo-moralismo (e vale dizer que o embate (ativo por parte do primeiro a ser citado e passivo por parte do segundo) entre o diretor da escola e Antoine Doinel vem claramente à tona durante este conflito de gerações que ?A Fita Branca? magistralmente retrata).</p>
<p>Contando com uma direção de arte impecável, uma fotografia em preto-e-branco que confere beleza e, simultaneamente, angústia ao cenário onde se desenrola a trama, A Fita Branca ainda é complementado por uma direção convenientemente sensível por parte de Michael Haneke (conforme fora mencionado a pouco) e resquícios característicos de um filme clássico que, somado a um roteiro que explora com egrégio profissionalismo uma geração marcada pelos filhos ignóbeis de uma nação corrompida pela sede de poder (responsável pelo surgimento do Nazismo, diga-se), concluem-se em um aglomerado de auto-justificativas que tornam a Palma de Ouro de 2009 um prêmio mais do que digno da magnificência da obra.</p>
<p>Não só o melhor filme lançado mundialmente em 2009 (dentre os quais eu fui capaz de assistir, é claro), como também a obra cinematográfica que mais me agradou desde o lançamento de Sangue Negro.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:daesbar@uol.com.br">Daniel Esteves de Barros</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/09/exa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Minha Vida com Woody Allen</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/08/minha-vida-com-woody-allen/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/08/minha-vida-com-woody-allen/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 10:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2067</guid>
		<description><![CDATA[Woody Allen foi, para mim, no começo dos anos 80, a porta de entrada para o cinema
de autor, assim como aconteceu com Vivaldi, na música erudita. Hoje um Brahms, Beethoven, Stravinsky, Ravel ou Bach me exige muito mais dos ouvidos do que um Vivaldi, mas Vivaldi terá sempre o seu lugar em meu coração como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/woody_allen.jpg" border="0" whg="288" rhg="384">Woody Allen foi, para mim, no começo dos anos 80, a porta de entrada para o cinema<br />
de autor, assim como aconteceu com Vivaldi, na música erudita. Hoje um Brahms, Beethoven, Stravinsky, Ravel ou Bach me exige muito mais dos ouvidos do que um Vivaldi, mas Vivaldi terá sempre o seu lugar em meu coração como a porta de entrada deste universo maravilhoso da música séria.</p>
<p>Woody Allen, como todo artista, teve seus momentos de glória, intercalado por<br />
momentos descartáveis. Grandes exemplos de filmes descartáveis são O Escorpião de<br />
Jade, Celebridades, Melinda e Melinda, Interiores, além de muitos outros.<br />
Os filmes dos anos 60 de Woody Allen são divertidos, engraçados, atrapalhados,<br />
fazendo lembrar até mesmo os filmes dos Trapalhões, com Renato Aragão, entretanto<br />
foi no filme Tudo o que você queria saber sobre sexo, mas tinha medo de perguntar,<br />
de 1972, que o diretor americano começou a criar um estilo diferenciado e<br />
interessante. É o primeiro grande filme de sua obra. Em 1977, Allen ganha o oscar<br />
por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, seu primeiro filme intelectual de alta<br />
qualidade.<br />
A partir daí segue um desfile de obras primas dos anos 70 e 80, seus melhores anos<br />
de produção: Crimes e Pecados, A Era do Rádio (um dos seus filmes mais<br />
nostálgicos), Hannah e Suas Irmãs (um dos melhores filmes do cineasta), Broadway<br />
Danny Rose, Zelig (um filme experimental de Allen, como ele nunca havia feito<br />
antes), Memórias, Manhattan, A Rosa Púrpura do Cairo (belíssimo filme, pura<br />
poesia), A Outra. Neste período, recheado de obras-primas, Woody Allen ficou<br />
dedicado a mostrar as belezas de sua Nova York e suas neuroses.</p>
<p>Os anos 90 não foram tão bons quanto as décadas anteriores, mas ainda rendeu bons<br />
frutos. Dentre tantas produções, Maridos e Esposas, de 1992, Tiros na Broadway, de<br />
1994 e Poucas e Boas, de 1999, merecem destaque. Mas é bom lembrar da ousadia do<br />
seu primeiro e único musical: Todos Dizem Eu te Amo, de 1996 e do interessante<br />
Desconstruindo Harry, de 1997. O notável é que Woody Allen nunca parou de criar<br />
praticamente um filme por ano, contrariando a grande maioria de seus colegas, que,<br />
geralmente, com o passar dos anos, produz menos.</p>
<p>Com a entrada do novo milênio, Allen se juntou com Spielberg para fazer a<br />
distribuição dos seus filmes, por um tempo, e passou a filmar na Europa, ao invés de<br />
Nova York. A saída do cenário novaiorquino começou com o musical Todos Dizem Eu te<br />
Amo, ainda no final dos anos 90, onde Allen, além de Nova York, filma em Veneza e<br />
Paris&#8230;isso já é um começo da nova fase que viria. Mas, infelizmente, apesar do<br />
resgate do pastelão do passado em Os Trapaceiros, de 2000 e do bom drama<br />
Matchpoint, este é um período de clara decadência do diretor americano que brilhou<br />
de forma notável nos idos anos 70 e 80.</p>
<p>Entraremos em uma nova década, Woody Allen<br />
continuará filmando, empurrando com a barriga sua capacidade de fazer piadas e<br />
contar historias. Na minha opinião, o que ele construiu nos anos 70 e 80 já seriam<br />
suficientes para deixar seu nome na História do Cinema. Sua produção dos anos 90<br />
não supera (apenas sustenta) o que foi feito antes e os do novo milênio não<br />
acrescenta em nada o seu valor, as vezes até serve para fazer o contrário, denegrir<br />
sua imagem. Acho que para um cinéfilo jovem, que ainda não conhece Woody Allen, eu<br />
indicaria os seus melhores e mais representativos filmes:</p>
<p>Hanna e suas Irmãs<br />
Noivo Neurótico, Noiva Nervosa<br />
Memórias<br />
Manhattan<br />
Maridos e Esposas<br />
Tiros na Broadway<br />
A Outra<br />
A Rosa Púrpura do Cairo<br />
Match point<br />
Broadway Danny Rose<br />
Poucas e Boas<br />
A Era do Radio<br />
Setembro<br />
Todos Dizem Eu te Amo<br />
Crimes e Pecados<br />
Zelig<br />
Tudo o que voce sempre quis saber sobre sexo</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:denisonrosario@teachers.org  ">Denison Rosario</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/08/minha-vida-com-woody-allen/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bergman e O Silêncio</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/08/bergman-e-o-sila/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/08/bergman-e-o-sila/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 10:45:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2065</guid>
		<description><![CDATA[Depois de devorar com sede e fome filmes de Ingmar Bergman, como Fanny &#38; Alexander, Depois do Ensaio, Sonata de Outono, Gritos e Sussuros, A Hora do Lobo, Cenas de um Casamento, A Fonte da Donzela, A Flauta Mágica, O Sétimo Selo, Morangos Silvestres, Persona, O Olho do Diabo e todos os outros títulos, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/bergman.jpg" border="0" alt="" whg="157" rhg="177" />Depois de devorar com sede e fome filmes de Ingmar Bergman, como Fanny &amp; Alexander, Depois do Ensaio, Sonata de Outono, Gritos e Sussuros, A Hora do Lobo, Cenas de um Casamento, A Fonte da Donzela, A Flauta Mágica, O Sétimo Selo, Morangos Silvestres, Persona, O Olho do Diabo e todos os outros títulos, com exceção de apenas um filme, pensava que ja tinha visto todos os segredos e manhas do cineasta e que nenhum outro filme dele iria me proporcionar alguma ideia nova ou algum elemento que me impressionasse. Ledo engano. Quando assisti, na semana passada, O Silêncio (Tyrstnaden, 63), último filme que faltava eu assistir do mestre sueco, percebi que ele sempre tem uma carta escondida na manga. Fiquei surpreso e chocado. É um filme dificil, estranho, solitário, pesado -- até aí nada demais, quando se trata de Bergman -- mas, tambem é o filme mais ousado, quase pornográfico, cheio de nudez e cenas pervertidas de sexo. O único filme em que Bergman tratou de sexo de uma forma igualmente pervertida foi em Da Vida das Marionetes, um dos meus prediletos.</p>
<p>O Silêncio trata de assuntos já dissecados pelo mestre, mas como acontece com os cineastas-autores, o que vale aqui não é o tema, mas as interpretações, os cenários, os planos, os diálogos, a fotografia, a iluminação&#8230;a forma que é tratado um mesmo tema é que nos interessa, como em Woody Allen, como em Hitchcock, como em Istvan Szabo&#8230;eu amo cineastas que martelam o mesmo tema com variações a cada filme&#8230;não sei se admiro tanto um mestre que varie muito de assunto, tanto de ambiente, de tema, como um Kubrick ou um Spielberg.</p>
<p>Outro fato que queria comentar sobre Bergman é a divisão clara entre filmes dramático-experimentais e filmes puramente dramáticos. Bergman constrói filmes perfeitamente dramáticos como Fanny &amp; Alexander, Cenas de um Casamento, Depois do Ensaio ou Sonata de Outono. São filmes que querem apenas contar uma historia, que poderia ser tranquilamente transferido para o palco, para o teatro. Aqui o que conta são os diálogos e as interpretações dramáticas. Os mais impressionantes neste gênero são Sonata de Outono, Depois do Ensaio e Cenas de um Casamento. São filmes que podem ser até mesmo apenas lidos em livros, em forma de diálogo. Depois do Ensaio manipula esta fórmula ao seu extremo, pois o cenário não muda nunca e as cenas se passam literalmente num palco de teatro, enquanto Fanny &amp; Alexander seria a coroação final do desfile de toda uma obra dramática explêndida, como a Ode a Alegria, grand finale cantado por um coro, na Nona Sinfonia de Beethoven; ainda que Fanny não seja o seu último filme, como esperava o autor.</p>
<p>Por outro lado, Bergman as vezes aposta no experimentalismo cinematográfico: efeitos de luz, som, de planos superpostos, efeitos diversos&#8230;como acontece com Persona, no sonho em Morangos Silvestres ou em Da Vida das Marionetes. Talvez o filme experimental, com efeitos de luz, som, cor e planos , mais belo e equilibrado de Bergman seja Gritos e Sussuros. É dificil ousar tanto em efeitos sem passar dos limites. Persona chega a ser cinematograficamente experimental demais nos efeitos, mas nos conquista pelos closes, pelas interpretações e pela bela fotografia&#8230;Da Vida das Marionetes é um filme dramático-experimental maravilhoso, que precisa ser redescoberto, revisto e valorizado pelos fãs do cinema sueco. Morangos Silvestres é o mais poético. Eu gosto de ambos os gêneros, quando se trata de Bergman, experimental ou puramente dramático.<br />
Voltando a falar de O Silêncio, é um filme belíssimo, que mescla perfeitamente os dois gêneros. O diálogo, onde o silêncio tem seu valor, é um forte elemento do filme, mas, as IMAGENS e a MONTAGEM, como nos bons filmes russos de Eisenstein, é que são os verdadeiros protagonistas. É cinema puro. Eu fiquei surpreso com O Silêncio e espero que este texto influencie os fãs de Bergman a assistir este filme de novo com outros olhos ou que se descubra esta pérola pela primeira vez, como aconteceu comigo. E fica minha dica para Da Vida das Marionetes, também.<br />
Para finalizar, minha lista de filmes preferidos de Ingmar Bergman e minhas notas de 0 a 10:</p>
<p>Puramente Dramático: Sonata de Outono 10; Fanny &amp; Alexander 9,5; O Sétimo Selo 9,5; Depois do Ensaio 9; Cenas de um Casameno 8,5; Sorrisos de uma noite de Verão 8; A Fonte da Donzela 7;<br />
Dramático-Experimental: Gritos e Sussuros 10; Da Vida das Marionetes 10; Morangos Silvestres 10; Persona 9; O Silêncio 9; O Olho do Diabo 8;</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:denisonrosario@teachers.org  ">Denison Rosario</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/12/08/bergman-e-o-sila/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lat den rätte komma in</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/22/lat-den-ra/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/22/lat-den-ra/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 15:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2023</guid>
		<description><![CDATA[No tempo que vampiro cinzento leva bola nas costas da namorada que pega lobisomem bombado, que tal o romance entre um garoto de sofre de bulling no colégio e uma vampira com aparecia de 12 anos? Com a mesma simplicidade do argumento, a estória se desenrola de maneira convincente em Deixe ela entrar. A falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2030" title="Deixa ela entrar" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Deixa-ela-entrar-202x300.jpg" alt="Deixa ela entrar" whg="202" rhg="300" />No tempo que vampiro cinzento leva bola nas costas da namorada que pega lobisomem bombado, que tal o romance entre um garoto de sofre de bulling no colégio e uma vampira com aparecia de 12 anos? Com a mesma simplicidade do argumento, a estória se desenrola de maneira convincente em Deixe ela entrar. A falta de dó com o telespectador ao demonstrar cenas de estrema violência, como as que Hakan (Per Ragnar) corta o pescoço de vítimas dependuradas para poder alimentar a vampira Eli, não diminui o filme em nada, afinal são belas cenas violentas, totalmente inseridas no contexto, nada gratuíto, pois na medida que o filme se despe de maneirimos como criar suspense com trilha sonora ou efeitos especiais extremamente sofisticados. Faz pouco mais faz bonito. Seguindo a risca antigas regras dos vampiros: Ser destruído pela luz do sol e nunca entrar em uma casa sem ser convidado, é convincente, mesmo que Eli não tenha presas pontudas. Na verdade sua pequena boca na maioria das vezes está fechada, quando lambuzada de sangue. Abre mão de qualquer referencia religiosa, limitando o vampiro a um ser diferente com muita fome. Senti que certa personagem que escapou viva de um ataque de Eli, poderia ter dado contornos bem interessantes ao filme, mas a idéia foi jogada ao fogo de pronto. E também o verdadeiro rosto de Eli, deu uma enfraquecida, no convencimento em relação à personagem, acho que a jovem Lina Leandersson poderia ter se virado bem sem o tal artifício. Vale falar da boa fotografia do pálido Kare Hedebrant na pele do garoto Oskar. Como vampiras na tenra idade assustam. Cabe a Deixe ela entrar ficar ao lado de Entrevista com o Vampiro na minha prateleira.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/22/lat-den-ra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sim Tarantino, essa é a sua obra-prima!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/22/sim-tarantino-essa-a/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/22/sim-tarantino-essa-a/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 13:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2024</guid>
		<description><![CDATA[Em uma França dominada por nazistas, surge um grupo de judeus, que se chama Bastardos, e que estão ali para exterminar nazistas, o nome de seu lider é Aldo Raine! Enquanto isso, uma judia dona de um cinema pretende vingança contra os nazistas.
Só pela sinopse você já percebe que é do Tarantino, porém, aqui, Quentin [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/inglourious-basterds-brad-pitt-3.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="428"/>Em uma França dominada por nazistas, surge um grupo de judeus, que se chama Bastardos, e que estão ali para exterminar nazistas, o nome de seu lider é Aldo Raine! Enquanto isso, uma judia dona de um cinema pretende vingança contra os nazistas.<br />
Só pela sinopse você já percebe que é do Tarantino, porém, aqui, Quentin Tarantino está diferente, está com o pé no chão e com experiência adquirida de Kill Bill, Cães de Aluguel, Pulp Fiction, Amor à Queima Roupa, etc. Os diálogos afiados de sempre dão um tom gostoso no filme, e Tarantino nós faz rir até em cenas bizarras, que não deveriam ser engraçados, creditos para ele! Acompanhad desse humor negro do diretor(que eu acho muito bom), essa violência até caricata as vezes, vem um elenco de tirar o chapéu: Brad Pitt, que interpreta o Tenente Aldo Raine com êxito, com um papel ótimo, sem deixar cair no caricato, porém, não é Brad Pitt que rouba a cena e sim: Christoph Waltz, que meu deus, a atuação é perfeita e rouba qualquer cena em que ele aparece(não é atoa que ganhou cannes).<br />
Além disso tudo, tem a cena final do cinema que é totalmente empolgante, envolvente e tensa.<br />
Quentin Tarantino, na minha opinião, aqui faz sua obra prima que vai marcar gerações.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:julioterrivel@hotmail.com">Júlio Pereira</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/22/sim-tarantino-essa-a/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pinis!!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/21/pinis/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/21/pinis/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 00:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2025</guid>
		<description><![CDATA[Sobre muitos filmes é possível dizer: &#8220;Nossa, esse filme conseguiu captar a essência da alma feminina&#8221;. Pega a mesma frase e troca a última palavra por masculina, e o que temos? 500 dias com ela. Há equivocadas declarações que já teriam conseguido isso em outras obras de ficção (Alta cof!! cof!! cof!! &#8230;delidade), não mesmo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2028" title="500-Days-of-Summer" src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/2009/11/500-Days-of-Summer-200x300.jpg" alt="500-Days-of-Summer" whg="200" rhg="300" />Sobre muitos filmes é possível dizer: &#8220;Nossa, esse filme conseguiu captar a essência da alma feminina&#8221;. Pega a mesma frase e troca a última palavra por masculina, e o que temos? 500 dias com ela. Há equivocadas declarações que já teriam conseguido isso em outras obras de ficção (Alta cof!! cof!! cof!! &#8230;delidade), não mesmo, botar uma mulher chorona 90 % de um filme está longe de alguém ter a pretensão de entender o nosso lado. A vitimização da mulherada tem sido uma tecla batida, por filmes mulherzinhas ao longo da História cinematográfica. Pela 2.ª vez, vejo um filme que consegue ser sincero em relação ao tema. O 1.ª seria o brasileiro Apenas o Fim. Mas, mesmo o Apenas, não vai tão fundo na compreensão da mágoa que uma mulher pode causar a um homem ao medir delimitações ao relacionamento. &#8220;Olha, gostei de você, mas não quero nada sério&#8221;, nossa imagina um homem dizendo isso para uma mulher no início de uma relação? A resposta seria: &#8220;Cortei logo&#8221; ou &#8220;Que insensível!!&#8221;, mas mulher está tudo bem. Por outro lado é muita pretensão de um cara, achar que uma mulher fará exatamente o que ele imagina. A cena que dividiu a tela em expectativa e realidade foi o maior golaço marcado nesse filme. E enxergar no espelho o Han Solo após uma noite de amor com aquela gata foi também demais. A cena em que o casal brinca num bazar que tem duas cozinhas em casa, todo no gestual fingindo estar servindo comida e sendo servido, demonstra o quão talentosos são os protagonistas. Mas, como uma boa comida, preparada pela sua bela esposa, achei que Webb acabou exagerando no sal em certo ponto ali pelo finalzinho. Em três cenas eu disse: &#8220;Perfeito pode terminar aí&#8221;, mas, continuou. Não quero entregar mais spoilers, vai ser uma ótima pedida de DVD para os casais que não tiveram perto da sua casa exibido o filme, e para os solteiros que nem eu que tem um cinema perto de casa que está exibindo o filme, pode ir rapaz, você vai aprender muito, principalmente que Ringo Star é o melhor dos Beatles. Coisa tão óbvia.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:queiroz-vip@hotmail.com">QUEIROZ</a> -- <a href="http://escritosmalditos.blogspot.com/">http://escritosmalditos.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/21/pinis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Final Alternativo da 2ª Guerra Mundial por Quentin Tarantino</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/18/final-alternativo-da-2a/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/18/final-alternativo-da-2a/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 01:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2021</guid>
		<description><![CDATA[A auto-proclamada &#8220;Obra Prima&#8221; de Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios, poderia facilmente se estabelecer como um clássico contemporâneo, não fossem os exageros estilísticos do Gênio.Mas o fato é que, a interpretação divertidíssima e excepcional de Brad Pitt sustenta o longa do início ao fim, arrancando ótimos momentos sempre que aparece.E por falar em sustentar o longa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Bastardos Inglórios...JPG" border="0" alt="" />A auto-proclamada &#8220;Obra Prima&#8221; de Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios, poderia facilmente se estabelecer como um clássico contemporâneo, não fossem os exageros estilísticos do Gênio.Mas o fato é que, a interpretação divertidíssima e excepcional de Brad Pitt sustenta o longa do início ao fim, arrancando ótimos momentos sempre que aparece.E por falar em sustentar o longa, outro que impressiona em sua interpretação é o austríaco Christoph Waltz que faz de seu Coronel Hans Landa um vilão único e marcante.E como não poderia deixar de ser, Tarantino inclue várias referências à história do cinema em seu filme: do nome do protagonista à discussões artificiais dos coadjuvantes, o apaixonado diretor sempre arranja um jeito de encaixar uma lembrança.Divertido e com diálogos memoráveis (A especialidade do diretor-roteirista), Bastardos Inglórios pode não ser um filme excepcional ou a &#8220;obra prima&#8221; anunciada, mas em um ano fraco de bons filmes, se destaca no meio de robôs gigantes, comandantes de orelhas pontudas e líderes de resistências;podendo até mesmo figurar entre os melhores do ano.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:elizeu.alves@yahoo.com.br">Elizeu Alves</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/18/final-alternativo-da-2a/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vencedores do Oscar: 1929</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/16/vencedores-do-oscar-1929/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/16/vencedores-do-oscar-1929/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=2012</guid>
		<description><![CDATA[Primeiro vencedor do Oscar de melhor filme, foi um dos três que conseguiram o feito de vencer na categoria principal e não ter sido indicado ao prêmio de melhor direção (juntam-se à Asas Grand Hotel e Conduzindo Miss Daisy). O filme foi feito em homenagem aos soldados que morreram na Primeira Guerra Mundial, que durou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Asas.jpg" border="0" alt=""  whg="290" rhg="439"/>Primeiro vencedor do Oscar de melhor filme, foi um dos três que conseguiram o feito de vencer na categoria principal e não ter sido indicado ao prêmio de melhor direção (juntam-se à Asas Grand Hotel e Conduzindo Miss Daisy). O filme foi feito em homenagem aos soldados que morreram na Primeira Guerra Mundial, que durou de 1914 a 1918. Os Estados Unidos enviaram tropas dez anos antes do lançamento desse longa de 1927. E pensar que depois de tudo isso o mundo ainda passaria por uma segunda Grande Guerra, que renderia grandes filmes em Hollywood.</p>
<p>Além disso, Asas foi o único filme mudo a vencer o Oscar de melhor filme. Ao contrário da regra daquele tempo, não temos muitas caras-e-bocas e interpretações afetadas aqui. A maioria dos atores traz uma sutileza na forma de mostrar o que seu personagem pensa e diz. A história é universal: a vizinha apaixonada por jovem é preterida por moça mais rica. Já essa outra gosta de outro homem, da mesma classe social que ela. O que era para ser algo inocente ganha contornos sombrios com a chegada da guerra. A arma que o filme mudo tem é a trilha sonora e na primeira hora de Asas o que desperta mais interesse àqueles que vivem num tempo em que o cinema é completamente diferente é justamente a forma como a música carrega o longa nas costas, sendo a responsável pela magia do cinema, com uma simbiose perfeita entre o ritmo do filme e o ritmo da música.</p>
<p>Não é exagero dizer que a trilha sonora é a alma do filme e no cinema mudo a alma era praticamente o único recurso para conhecermos o que se passava na tela grande. Dando nome aos bois, David e Sylvia é o casal rico, ambos vivendo um amor correspondido. Já Jack e Mary são os mais humildes, ainda em busca do reconhecimento do amado. Por conta dos dois garotos gostarem da mesma moça, cria-se uma inimizade mortal, que se transforma durante o treinamento para o combate. Como todo bom filme de guerra, é nessa parte que o longa fica mais emocionante e, por vezes, bem divertido.</p>
<p>Sou da opinião de que Asas poderia muito bem ser refilmado hoje e faria enorme sucesso, com todos os recursos que temos. Isso porque o roteiro é muito bom. Uma curiosidade é ver Gary Cooper em início de carreira (com 28 minutos de filme), fazendo uma ponta como Coronel White, que ensinaria os meninos a voar, mas sofre um acidente fatal antes. Esse foi apenas o quarto trabalho creditado desse grande ator, que antes disso foi figurante de quase trinta filmes. Mas a estrela do filme é Clara Bow, que tinha atingido o auge de popularidade naquele ano com o filme It. Aliás, essa atriz, nascida em 1905 se apósentou aos 26 anos, depois de casar e ter filhos, mas tem um acervo de 56 filmes! Na época em que fazia sucesso, era considerada uma mulher sexy e chegava a receber 45.000 cartas por mês. Ela é o grande destaque do filme, atuando realmente muito bem.</p>
<p>Numa grande sacada do roteiro, Mary também vai para guerra, dirigindo o veículo que transporta medicamentos. O primeiro destaque negativo de Asas se dá na ausência de ação nos primeiros quarenta minutos. Só depois da morte do personagem de Cooper que o filme realmente engrena. Mas ele se sustenta no início pela curiosidade de ver um longa de mais de oitenta anos. Quando foi lançado, Asas desbancou A General, hoje uma obra-prima de Buster Keaton mas à época um fracasso que deixou o comediante falido. Talvez por isso que hoje esqueçam desse bom filme de guerra e se lembrem só do derrotado Keaton, que não chegou nem a concorrer à estatueta.</p>
<p>As cenas aéreas são consideradas históricas e marcaram época pela perfeição técnica, ganhando até um prêmio da Academia. Hoje poucas ainda convencem, mas é nítida a qualidade das tomadas. Quando os dois amigos caem num front inglês, o filme começa a cansar um pouco e começamos a pensar porque ele precisa ser tão longo. Uma breve cena nas Champs-Elysée (com direito a um pouco da moda da época) e a volta do romance entre Jack e Mary (ele salva ela sem saber e depois ela retribui o gesto, o que lhe custa o emprego nas Forças Armadas) ainda ajudam um pouco, mas aí já estamos a espera da batalha final, com os últimos momentos da Primeira Guerra.</p>
<p>A espera vale a pena, já que são aproximadamente cinquenta minutos de ação, numa maneira até moderna de se mostrar um filme de guerra (nas décadas seguintes o orçamento limitado diminuiria as batalhas nas produções do gênero). Pena que se perdeu muito tempo com cenas menos interessantes. O fim trágico de David parecia ter sido desenhado quando ele é capturado pelos alemães, mas o americano rouba um avião inimigo e quando estava quase chegando na base dos Aliados, quis o destino que ele fosse abatido por Jack, agora seu grande amigo. É importante reconhecer que há filmes bons sobre a Primeira Guerra, que foi um verdadeiro massacre, por conta de duas invenções aniquiladoras: as trincheiras e os aviões, o que tornou a batalha mais sangrenta. Quanto ao filme, se ele fosse uns 45 minutos mais curto, seria um clássico. Mas, apesar de tudo, esse foi o primeiro grande filme de guerra que Hollywood nos trazia. William A. Wellman ainda dirigia grandes produções e venceria um Oscar pela direção de Nasce uma Estrela, obtendo outras três indicações.</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:jorgecruz1986@gmail.com">Jorge Cruz Jr. -- www.oblogdojj.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/16/vencedores-do-oscar-1929/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lilia Cabral, bela Lilia Cabral!</title>
		<link>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/15/lilia-cabral-bela-lilia-cabral/</link>
		<comments>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/15/lilia-cabral-bela-lilia-cabral/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 13:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Você]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.movieyou.com.br/?p=1993</guid>
		<description><![CDATA[O que mais admiro em filmes brasileiros (os bons) são os diálogos. Os mesmos são dinâmicos, curiosos, originais, comentam vários assuntos, e conseguem se ligar bem, um dialogo a outro, e claro, tudo isto em uma naturalidade&#8230; Por isto, se um filme brasileiro tem diálogos iguais ao que eu citei acima, já ganha pontos positivos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.movieyou.com.br/wp-content/uploads/Diva.jpg" border="0" alt=""  whg="288" rhg="427"/>O que mais admiro em filmes brasileiros (os bons) são os diálogos. Os mesmos são dinâmicos, curiosos, originais, comentam vários assuntos, e conseguem se ligar bem, um dialogo a outro, e claro, tudo isto em uma naturalidade&#8230; Por isto, se um filme brasileiro tem diálogos iguais ao que eu citei acima, já ganha pontos positivos, ao meu ver. Pois bem, &#8220;Divã&#8221; possui diálogos assim. Mas claro, não vou me estender muito nesta parte do filme, pois há vários outros pontos para comentar. Começando por Lilia Cabral. Adoro esta atriz, batalhadora, que conseguiu atingir o máximo de conceito e admiração, minha, na novela &#8220;A Favorita&#8221;, exibida na rede globo. Então, eu já sabia do que Lilia Cabral era capaz. Eu sabia que ela iria nos presentear com uma bela interpretação. E, claro, foi o que aconteceu. &#8220;Divã&#8221; é um filme light, e, pode-se dizer, bipolar. Horas você ri, e em outras você se emociona, sendo pela delicadeza, com que o filme aborda um assunto tão polêmico, pelo carinho que com que o filme é tratado e pela beleza que consta nos minutos de projeção do filme. Beleza esta que, figura várias cenas de &#8220;Divã&#8221;. Cenas lindas. E claro, para a criação destas cenas lindas, desta harmonia, foi preciso uma ótima parte técnica que coopera com fotografia, música e edição. Na verdade, não são só as cenas que trabalha em constante harmonia, os atores também. O elenco conta com, além de Lilia Cabral, Cauã Reymound e Reynaldo Gianecchini. &#8220;Divã&#8221; possui um ótimo roteiro, e, acima do ótimo roteiro, uma ótima direção, de José Alvarenga Jr.. O filme é uma adaptação de uma peça teatral, e conta a história de uma mulher que vive infeliz com seu casamento, e decide se separar, e se aventurar pela vida, por amores e por aventuras. Ótimo filme!</p>
<p style="text-align:left;">Publicado por: <a href="mailto:seltondutrazen@hotmail.com">Selton Dutra Zen</a> -- <a href="cdecinema.blogspot.com">cdecinema.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.movieyou.com.br/voce/2009/11/15/lilia-cabral-bela-lilia-cabral/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
