Após nos brindar com clássicos como: Laranja Mecânica, Taxi Driver, Apocalypse Now, Chinatown, Um Estranho no Ninho, Touro Indomável, O Iluminado, Operação França, Noivo Neurótico Noiva Nervosa, A Conversação, Monty Python: Em Busca do Cálice Sagrado, Rocky um Lutador, Star Wars: Uma Nova Esperança, Tubarão, Rede de Intrigas, Loucuras de Verão, O Franco-Atirador, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, O Exorcista, Harold & Maude e O Homem Que Queria Ser Rei, não nos resta dúvida alguma de que a década de 70 foi a mais importante para a história do cinema. Entretanto, nenhum filme marcou mais os anos 70 do que as duas primeiras partes da trilogia ?O Poderoso Chefão?, sobretudo a primeira parte que é ainda mais excelente do que a segunda. Mas o que faz de ?O Poderoso Chefão? uma película tão marcante para a história do cinema? Seria a mágica atuação de Marlon Brando como Don Vito Corleone (eleita a melhor atuação masculina da história do cinema)? Seria a direção extremamente detalhista de Francis Ford Coppola (eleita uma das dez melhores direções da história do cinema)? Seria o complexo roteiro de Mario Puzo (eleito o segundo melhor roteiro da história do cinema) que nos apresenta à história de um homem cuja ambição e sede por poder vai destruindo completamente a sua família e tornando a vida deste cada vez mais triste e solitária? Ou seria então a belíssima trilha-sonora composta por Nino Rota (eleita a melhor trilha-sonora da história do cinema)? Particularmente, creio que a obra-prima do soberbo diretor Francis Ford Coppola seja a união de tudo isto e muito mais. Digo isto, pois para mim ?O Poderoso Chefão? é muito mais do que uma excelente obra cinematográfica, é a reunião de inúmeras cenas inesquecíveis que são projetadas na tela ao longo de aproximadamente 180 minutos. Entre tais cenas, as mais inesquecíveis são: o casamento de Connie, a cabeça de cavalo, o tiroteio no restaurante, o tiroteio na auto-estrada e aquela que pode ser considerada a mais bela cena da história do cinema: o romance de Michael e Apolônia.
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Mesmo não sendo uma obra tão inesquecível e cativante quanto a primeira, esta segunda parte da trilogia ? ?O Poderoso Chefão? possui uma história infinitamente mais complexa, madura e bem desenvolvida que a do primeiro filme. Em primeiro plano temos a continuação da saga de ?Michael Corleone? que, após escapar ileso de um atentado planejado contra ele por um de seus inimigos, decide investigar quem seria o suposto mandante do homicídio. Apesar de não conter seqüências de ação, a estória ?prende? o espectador pela maneira como vai sendo desenvolvida com o desenrolar do filme e pelo clima de mistério que esta confere ao mesmo (durante várias vezes flagrei-me perguntando: ?Quem almeja matar quem e por qual motivo??). Outro ponto forte desta estória é o fato dela retratar (ainda que seja apenas de soslaio) a Revolução Cubana que colocou Fidel Castro no poder. Em segundo plano temos a saga de ?Vito Andolini? que, após ter os pais e o único irmão assassinados, foge de sua terra natal (?Corleone?) e ruma para ?Nova York?, onde tem o nome alterado para ?Vito Corleone?. Passam-se vários anos e ?Vito? entra em conflito com ?Don Fanucci? (um mafioso cruel que extorquia dinheiro dos comerciantes italianos residentes em ?Nova York?). O rapaz decide então eliminar o seu desafeto e, após isso, se reúne a alguns amigos dando inicio à sua vida no submundo do crime. A estória de ?Vito? pode não ser tão complexa quanto a de ?Michael?, mas ainda assim ela é bem desenvolvida, conferindo um forte clima italiano e uma dose extra de beleza e magia ao filme (assim como acontece com o seu antecessor). Outro grande destaque do longa é a montagem deste que alterna magistralmente entre a história do ?passado? e a do ?presente? fazendo com que ambas não fiquem cansativas e/ou confusas em momento algum. As atuações estão todas ótimas (?Al Pacino? está extremamente inexpressivo, mas devemos levar em conta que o seu personagem é um homem sério e sisudo e isso faz com que o ator necessite realizar uma atuação inexpressiva, apesar de ele mudar o tom de voz perfeitamente sempre que necessário).
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Lamentável, tristemente lamentável ver um filme dotado de tantas características a seu favor ser tão subestimado por público e crítica especializada. É fato que esta despedida da trilogia ? ?O Poderoso Chefão? não alcança o mesmo ?glamour? que o seu episódio original (duvido muito que algum filme venha a realizar tal feito algum dia) e a mesma complexidade de seu episódio intermediário, mas não tem como negar que o mesmo encerra a saga da família mais famosa da história do Cinema com chave de ouro, ou melhor, chave de diamante. Só não digo que o diamante fôra perfeitamente lapidado em virtude à pavorosa atuação (se é que posso chamar de atuação) de ?Sofia Coppola? que, merecidamente, ?faturou? o ?Framboesa de Ouro? de Pior Atriz do respectivo ano. Entretanto, tal atuação não passa de uma pequena e insignificante falha em um longa tão fantástico quanto este. A atuação da filha de ?Francis Ford Coppola? se torna um semi-invisível risco de três milímetros perto do brilho que este precioso diamante cinematográfico emana. Mas o que torna este encerramento de trilogia algo tão fantástico assim? Simples, a junção das qualidades do primeiro filme com as qualidades do segundo. Mesmo não sendo tão mágico e complexo quanto o primeiro e o segundo episódio respectivamente o são, esta terceira parte consegue, principalmente através de ?flashbacks?, resgatar toda a magia do primeiro filme da série (só para constar, viagens à Sicília e personagens como ?Don Tomasino? e o guarda-costas ?Carlo? estão de volta em um clima quase que de ?revival?) e toda a complexidade da segunda parte (o roteiro é extremamente profundo e além de explorar toda a agonia e angústia do velho desiludido ?Michael Corleone? conta com uma estória que abrange as mais diversas polêmicas envolvendo o Vaticano no fim dos anos 70?, retratando desde as suspeitas vendas de empresas fortemente ligadas ao mesmo, até a eleição do ?Papa João Paulo I? e o suposto assassinato do ?Sumo Pontífice?). Quer que eu diga outro motivo para se assistir a ?O Poderoso Chefão ? Parte 3?? ?Al Pacino? realiza aqui sua melhor atuação.
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Tem tarefas que são tão fáceis de realizar que você fica impressionado que ainda consigam errar. Você filmar um filme inspirado em um videogame de luta é difícil, pois por mais que os personagens carreguem lá sua sinopse, não há alma, não há personalidade ali, o realizador tem que realmente ter imaginação, e em certos casos aliviar com a brutalidade do jogo para transpor de uma maneira mais palatável para o cinema, caso de Mortal Kombat. Filmar um quadrinho é difícil, pois muito embora certos já tenham até suas versões animadas, vai ser na essência da HQ que o realizador vai basear seu roteiro, e certos fatos muito importantes que levaram anos para ocorrer nos quadrinhos, vão ter que aparecer no primeiro filme da adaptação para o cinema para torná-la mais interessante, caso do Homem Aranha. Agora, um desenho animado cara, é praticamente algo mastigado para o realizador, veja nosso caro Michael Bay, que transpõe o que interessa para a tela com o seu Transformers. Ele erra a mão? Ô, se erra!! Mas perto de Stephen Sommers, Bay parece um gênio. Eu tenho recordações muito vagas do desenho animado, mas me lembro que a coisa mais interessante do desenho era aquele fogo cruzado das metralhadoras disparando lasers azuis (G.I.Joe) e vermelhos (COBRA), ou seja, a troca de disparos era o ápice do desenho, assim como é um Transformers ver um robô virando um carro e vice versa. Não é que no filme, não tem uma cena que se preze nesse quesito. Na primeira cena de fogo cruzado que vemos no filme temos por parte dos Cobra, soldados invulneráveis com suas armas de canhões de som, creio. E desfilando entre eles com seu corpão muito bem emoldurado por um colante aquela que tinha uma importância que até então eu ignorava, A Baronesa. Porque intitular de Rise of Cobra ou a Origem de Cobra em bom português, se a grande presença do filme é a atriz Sienna Miller na pele da Baronesa. Aliais muuuuitoooo prazer em conhece-la. Se tem um acerto que Sommers pode rivalizar com Bay é destacar essa atriz que já entrou disparado no rol das grandes musas de Hollywood. Ela vale o dobro do ingresso por assim dizer. Mas, se a produção tivesse um teor mais adulto, com cenas impróprias para menores, vide Coruja e Laurie em Watchmen, até que você, entenderia o porque de tanto destaque, mas não, foi apenas para ter uma ligação romantica piegas com o soldado Duke (Channing Tatum), que perde o brilho de protagonista face a simpatia de Ripcord (Marlon Wayans), que flerta muito bem com a belissima ruiva Scarllet (Rachel Nichols), cujo o nome da personagem completo, pasmem, é Shana Scarlett O?Hara, é mole? Pois, bem o único rosto conhecido, é do Sr.Dennis Quaid na pele do General Hawk, que aqui faz as vezes de bom burocrata, não participando tão ativamente das cenas de ação, tendo em vista que seu personagem sofre um ataque bem violento no primeiro contato com os Cobras, o que lhe manda para uma cadeira de rodas (Será referencia ao Prof.Xavier???). Pois, bem, a Baronesa pode tudo né, ela é a ex do mocinho, casada com um figurão o Barão de Cobray(???)(Grégori Fitoussi), por isso o título de Baronesa, nutre a paixão de seu Sansai Storm Shadow (Byung-hun Lee), nutre a paixão do Destro (Christopher Eccleston), ou seja, todo mundo apaixonado pela mulher, só faltou o seu irmão Rex (Joseph Gordon-Levitt), nutrir um sentimento incestuoso por ela, algo que em certo ponto do filme achei que iria rolar. Será que o Snake Eyes (Ray Park), também é apaixonado por ela? Ah, isso não saberemos porque por algum motivo que ninguém sabe ele não fala. Um festival de parentescos sem sentido, um festival de alistamentos sem sentido, o Doutor Cobra se entitula comandante ao seu bel prazer, viradas de casaca sem sentido, efeitos especiais meia boca, salvo as cenas realizadas em Paris, ponto alto das cenas de ação do filme, mas um roteiro fracote com figurinos que não me remetem em nada os trajes maneiros dos Cobra, ou seja, G.I. Joe diferente de Transformers, não passa para a nova geração o que nós na faixa dos 30 anos viamos naquele desenho animado. E vai ter continuação, lamentem. Quem sabe no próximo eles acertem ou errem menos. Ah, já ia me esquecendo, de falar do Arnold Vosloo que faz o Zartan, que no desenho era bem parecido com o Ozzy, teve a sua vaga garantia no filme por Sommers ter dirigido a Múmia. De certo esse vai ganhar algum prêmio especial do Mtv Movie Awards de melhor cena de assobio.
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Em qualquer país, cidade ou lugar do mundo se ouve a mesma coisa e todos concordam: “E O Vento Levou…” é um clássico que se eternizou para sempre. Após 70 anos este filme ainda é considerado por muitos, o melhor filme que existiu! Na minha opinião, não é o melhor filme que existe ou assisti, mas é o melhor filme do gênero romance que vi até hoje! Me impressionei, são quase 4 horas de duração(mais especificamente 233 minutos), mas passam como se fossem umas 3 horas de filme. Um clássico do gênero com cenas imortais e atores que se consagraram por um papel no mesmo. O filme, na época, era inovador, tanto em seu lado técnico, como no resto do filme. O filme da muito certo e vale a pena, principalmente para cinéfilos, como eu, e amantes do gênero romance. “E O Vento Levou…” foi e é até hoje fonte de inspiração para vários filmes, que tentam imitar cenas marcantes do mesmo, como o reencontro, depois da guerra, entre a irmã de Scarlet O’Hara com o marido da mesma, ou quando Scarlet decide revolucionar sua vida, no campo de sua fazenda, ou até mesmo o clássico beijo romântico entre Scarlet e o galã(que não me recordo o nome). Outro ponto interessante, é a fotografia e a direção de arte, que conseguem criar um ótimo cenário de guerra e logo uma paisagem devastada, contradizendo a outra paisagem antes da guerra, antes da guerra o filme focava muito as paisagens do local e várias cenas eram externas, depois da guerra o filme ficou mais escuro, morto, sem belas paisagens, tudo devastado. Maravilhoso! Mais um clássico que para mim, é superior a “Ben-Hur”, “Lawrence da Arábia” e muitos outros clássicos do cinema, que são bons, mas são inferiores a esta obra prima!
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Romancear a vida bandida não é de hoje. De Bonnie & Clyde a Assassinos por Natureza, se discute como seria o amor face a vida de crimes vivida pelo casal. No entanto a mocinha aqui, Billie (Marion Cotillard), está longe de ser uma criminosa, era antes se tornar par de Dillinger (Johnny Depp), apenas uma guardadora de casacos. E qual seria a diferença entre Billie e Eva (Lymari Nadal) par de Frank Lucas (Denzel Washington) em American Gangster? A Trama em si. O rumo escolhido por Michael Mann, que trabalhou bem as cenas relativas ao romance entre Dillinger e Billie, sendo até o seu desfecho pensado para ser sentido como uma história de amor. Quanto a trama policial, creio que foi dada com muita pressa. O único assalto que vemos os personagens discutindo o planejamento é o de um Trem que acaba não se concretizando. Senti falta disso deixar mais claro os mecanismos da criminalidade. Nós vemos claro, Dillinger ser apresentado a pessoas importantes, realizando fugas de prisões espetaculares e todas as cenas de tiroteios são muito boas, mas faltou essa estrutura para vermos com mais clareza a vida criminosa de Dillinger, e até uma pena ser suprimida a sua origem pessoal e seu início na vida criminosa. Destaque para Stephen Grahan no papel de Baby Face Nelson, pouco momentos na projeção, mas espetaculares. No lado dos tiras, creio que Christian Bale com seu Melvin Purvis, foi apenas correto, creio que se juntasse nele as características de mau policial também, que foi o caso dos policiais que praticavam tortura para conseguir as informações, seria melhor em termos de filme, para não tentar imprimir a ele a imagem de herói, que creio que tem até lhe prejudicado, acho que Bale deveria retornar a fazer papeis de personagens cretinos. E o Sr.Depp, creio que o terceiro ato do filme foi mais generoso com ele, com aquele chápeu panamá e o bigodinho alá Clark Cable, e a focada no seu rosto, dentro da sala de cinema, para nos vermos no lugar do personagem fascinados com a atuação de seu ídolo. Creio que se tem um gangster que merecia um filme, realmente esse é Dillinger.
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Levemente inferior do que seu antessessor, Kill Bill vol. 2, termina a saga da noiva (Uma Thurman), em busca de vingança. Esta segunda parte do magnífico Kill Bill vol. 1, é menos sangrenta e violenta (exeto na cena onde a noiva arranca o olho de sua adversária). Na verdade, esta continuação, é mais controlada em efeitos e é mais linear. Claro, Tarantino não deixa de voltar um pouco no tempo, só para deixar sua marca. O único efeito maior que o filme possui é seus 15 primeiros minutos serem completamente em preto e branco. A propósito, a única coisa que Kill Bill vol. 2 tem de melhor do que a primeira parte, é a cena, logo no iníco da projeção, onde Uma Thurman está num carro a caminho de matar Bill, e ela diz algo como: “Eu matei muita gente para chegar até aqui, e agora, só falta um, eu estou a caminho dele, …”, e ela encerra a cena dizendo: “I’ll kill Bill!”, ou seja, “Eu vou matar Bill!”. Genial! Enfim, Kill Bill vol. 1 é melhor que sua segunda parte, mas a mesma não deixa a desejar e é muito boa!
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Nesta crítica, vou comentar sobre o melhor filme de ação que eu assisti, até hoje! Há pessoas que não gostam, descriminam e tem preconceitos a respeito deste filme, mas na verdade, elas não entenderam o que Tarantino quis expor neste sensacional filme, que homenageia samurais, cowboys e outros filme do próprio diretor. Com já é de praxe do diretor Quentin Tarantino, o filme possui uma narrativa não linear, que nos faz prestar mais atenção no mesmo. Outro ponto de destaque no filme são os efeitos usados nele, como usar cenas em preto e branco, em anime, aplicar tons de azul, dividir a tela em duas partes e cortar bruscamente a trilha sonora. Bem ao estilo Tarantino… Tudo em Kill Bill vol. 1 se encaixa perfeitamente, gerando este filme maravilhoso que se tornou um ícone para outros filmes de ação. Ninguém mais daria tão certo no papel da noiva, como Uma Thurman, alias, foi por este filme que me tornei fã da atriz. Bem, Kill Bill vol.1 é simplesmente fantástico. Quentin Tarantino e Uma Thurman estão de parabéns, por realizar este filme tão grandioso e magnífico!
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Quem não gostaria de voar por Londres e barbarizar? É a sensação que temos nas primeiras cenas do novo Harry Potter (Daniel Radcliffe). Faz gostar de cara. Outra coisa que gostei foi não se dar o trabalho de apresentar ninguém. Sexto filme, obrigação do telespectador conhecer a todos. O filme tem um tom bem mais obscuro que me remete ao bom Prisioneiro, sendo que nesse não tem nenhum plot twitt maravilhoso. J.K, segue o ritmo dos filmes, pois seus personagens amadurecer e ganham o corpo e idade de seus protagonistas, se sexualizando demais até. A linda Hermione (Emma Watson) ficou chupando dedo, nesse capítulo, logo, no momento que os marmanjos, não tem mais que sentir culpa, por achá-la atraente. Ron (Rupert Grint) continua ser o melhor personagem da série, mais identificável, por mais que a gente queria saber aonde vai levar a saga de Harry. O filme parece se coberto pela nuvem de Voldemort de tão obscuro, perdendo o estilo pop dos anteriores. Bom por um lado, ruim por outro. Creio que a falta de foco talvez tenha sido o pior para o filme, pois Drako Malfoy (Tom Felton) ia e vinha, e acabava não sendo tão importante como foi nas outras vezes na trama, logo agora, assumindo de vez sua faceta vilão, e o próprio ator parece que envelheceu uns 20 anos de um filme para outro. Serão os cabelos brancos? Gosto da Belatriz Lestrange (Helena Bonham Carter), ela é decidida na função de vilã, uma bruxa em sua excelência, bradando seus: ?I killed Sirius Black, hi, hi,hi!!!?, muito embora eu não aceite aquela morte até hoje. Eu não sou leitor do livro, mas já sabia de antemão do maior spoiler do filme, a morte do… O que salva? Os efeitos especiais muito mais bem resolvidos, cenas de vôo e magias, soam muito mais naturais. O que marca? A inabalável amizade de Harry, Ron e Hermione, sustentada pela paciência dos atores ainda continuarem suportando os altos e baixos da franquia.
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Confesso que não estava muito enpolgado para assistir a este filme, mas, decidi encarar. Eu já imaginava que o filme não seria lá grande coisa, mas também não esperava que iria assistir a um filme tão ruim! Ruim, a ponto de quase desisitir de assisti-lo!É até difícil de começar a comentar sobre \”Outlander\”, começar a comentar o tamanho farcasso. Bem, conseguimos perceber claramente que o diretor deste filme, cujo nome não sei, e nem quero saber, assistiu \”Matrix\”, \”O Pactos dos Lobos\”, a franquia \”Alien\”, a franquia \”Predador\”, e até \”A Vila\”, pois o filme copia pedaços, idéias e até sequencias destes filmes! Então, \”Outlander\” nada mais é do que uma copiação barata de inúmeros filmes, que marcaram o cinema! Meu Deus! É lastimável! Nada neste filme dá certo, nada! Os atores… bem, bonecos de massinha interpretariam melhor do que eles. O roteiro… mal conduzido e arrastado. A parte técnica… ruim, só é digno de destaque os efeitos especiais, que não são grande coisa, mas no filme todo, é a única coisa que presta! Enfim, filme horrível, chato, enjoado, insuportável… Aff, faltam palavras para descrever tamanha droga, que é \”Outlander\”!
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