O MovieYou premiou dois leitores com um par de ingressos cada para conferir Ninja Assassino .
A pergunta da vez era “Qual seria a sua missão mais desafiadora como ninja?“.
E os vencedores que faturam um par de ingressos cada para sessões de Ninja Assassino foram :
@RobsonPorps -- “A missão mais desafiadora seria entrar no senado num sabado para matar alguém. Bem iria ficar na mão……”
@rafagnomo - “Minha missão mais desafiadora seria Matar Kratos do GOD OF WAR.”
Obrigado a todos os participantes e aguardem as próximas promoções no MovieYou!
Eu esperava mais. Não que meu currículo de filmes de lobisomem seja dos mais vastos. O lobisomem americano em Londres, O Lobo com Jack Nicholson e Michelle Pheifer e Underworld, aquele do Lycan que cruza com a vampira. Eu acho mais graça nos filmes de vampiros, mas o interessante dos lobisomens é não ter controle sob suas atitudes noturnas. Ou seja, o lobisomem é uma vítima de seu dom, por assim dizer. Nisso o acerto na personalidade retraída de Laurence, muito bem interpretado por Benicio Del Toro, um bom homem que tem uma fera incontrolável dentro de si. No entanto a maneira que o rapaz se torna lobo… Sei que é uma refilmagem, que ou seguiram a risca a original, ou para dar um víeis de mais ação optaram por aquilo. Ah, vou falar poderia ser hereditário, seria prá lá de aceitável e compreensível. Sir Antony Hopkins, convence como fera, pois este interpretou a maior delas, algo que lhe rendeu um Oscar, e a personagem até recebe uma rápida e engraçada homenagem nesse filme. No entanto, falta roteiro para explicar o interesse da mocinha Gwen, papel de Emily Blunt, que como bem observou um casal ao meu lado na sessão, é a cara da Maria Fernanda Candido. Já Hugo Weaving não tem lá muito espaço para desenvolver seu Detetive Francis Aberline, já que não há segredo algum a ser desvendado, Todo mundo sabe o que Todo mundo sabe. O Lobisomem, face as suas cenas ultra violentas ganhou uma classificação etária de + de 18 anos, mas não vejo no filme nada que tire o sono de ninguém.
Publicado por: QUEIROZ -- http://escritosmalditos.blogspot.com/
Jason Reitman me surpreendeu pela primeira vez, em 2007, com “Juno”, produção também indicada a melhor filme no Oscar 2008. Uma particularidade curiosa, que se deve ressaltar, é que, os três filmes mais conhecidos e famosos deste diretor são comédias, ou como é o caso de “Amor Sem Escalas”, comédia dramática. E, geralmente, estes filme ganham uma indicação ao Oscar. Este fato me deixou com uma pulga atrás da orelha (desculpem a expressão antiquada). Será que Jason Reitman possui talento somente para comédias? Ou será que ele é talentoso em outros gêneros? Não sei. Fica ai, uma incógnita. Agora, temos que esperar seu próximo filme para responde-la. Enfim, voltando a “Amor Sem Escalas”. Posso estar contrariando a opinião de muitas pessoas, mas eu acho “Avatar” muito superior. “Amor Sem Escalas” até merecia ser indicado em algumas categorias ao Oscar (seis, contando com as duas indicações a atriz coadjuvante). Para mim, o filme não tem chance em melhor diretor, melhor filme, melhor ator e melhor atriz coadjuvante. Pode ser que ganhe em roteiro adaptado. Todavia, o filme merece sim ser indicado. O que merece destaque na produção é a sua fotografia, que opta por um tom de cor mais comum e por enquadramentos ageis, que expressam, além de naturalidade e rotina, a vida do personagem principal. No elenco, George Clooney, que desempenha uma boa interpretação, mas que na minha opinião não merecia ser indicado a melhor ator. Vemos também Vera Farmiga, esta que realmente merece ser indicada, embora acho que irá perder para Mo’Nique. Outro grande acerto do filme reside no roteiro, que ao mesmo tempo que acompanha e aprofunda a vida do personagem principal, vai nos deixando a par também da vida das duas mulheres que o cercam. Aliás, o roteiro é muito mais profundo. Ficamos sabendo da personalidade e do caráter da irmã do personagem principal (Clooney), que só conhecemos após uma hora de projeção. Por isto, acho que “Amor Sem Escalas” é um forte candidato a roteiro adaptado. De tão profunda, é até difícil de descrever a história deste filme. Tentarei. O filme acompanha a vida de um homem contratado por uma empresa para demitir funcionários. Acompanhamos então, suas viagens e as pessoas que o cercam. Vale a pena.
Publicado por: Selton Dutra Zen -- cdecinema.blogspot.com
O furacão Oscar passou de maneira fulminante na vida de Peter Jackson, laureando merecidamente o esforço deste diretor neozelandês em transportar o fantástico mundo de Tolkien para a grande tela. Após este período, o cineasta se aventurou em dirigir o fracassado King Kong (2009) e na produção de pérolas como Distrito 9 (2009), além de estar envolvidos em projetos super-aguardados como Tintin, em uma parceria com Steven Spielberg, e O Hobbit, com a companhia de Guillermo Del Toro. Neste meio tempo o diretor se envolveu na história sensível e marcante de Um Olhar do Paraíso (2009), baseado no livro homônimo de Alice Sebold. A trama conta sobre uma garota de 14 anos, estuprada e assassinada, que fica com o espírito aprisionado entre dois mundos, a terra e o céu, enquanto a sua tragédia não é vingada. O roteiro se divide em duas visões distintas e desconexas, a da menina neste purgatório, lembrando em muito as cenas coloridas e fantasiosas de Amor Além da Vida (1998), e na investigação do psicopata que a matou, em um estilo de suspense inconstante e inconsistente como o de Zodíaco (2007). O grande destaque da trama fica por conta das belas interpretações do elenco que compõe o filme: Susan Sarandon como avó da garota, Mark Wahlberg e Rachel Weisz como os pais. Ambas as atrizes já foram premiados pelo Oscar em Os Últimos Passos de um Homem (1995) e O Jardineiro Fiel (2005), respectivamente. Mark foi indicado em Os Infiltrados (2007) e Saoirse Roman, a protagonista, também recebeu uma indicação no mesmo ano por Desejo e Reparação (2007). Já Um Olhar no Paraíso marca sua participação no Oscar 2010 graças à atuação psicótica de Stanley Tucci, apesar de achar que ele perderá o prêmio de ator co-adjuvante para outro grande vilão, no caso Christoph Waltz como o coronel Hans Landa de Bastardos Inglórios (2009). Ao final, fica a dica deste sensível filme para quem possui uma mente aberta para a espiritualidade e esperançosa na humanidade que ainda somos capazes de encontrar, mesmo em meio a acontecimentos tão maldosos e brutais.
“Um Paraíso fotográfico para todos os gostos.”
Mestre Zen – ZeroOitocentos
“Parece dois filmes opostos. Quando se fundem, a estranheza é inevitável.”
Marcelo Hessel -- Omelete
“Não corresponde a expectativa criada, tem poucos lampejos de originalidade, mas não precisa ser taxado como uma obra absolutamente descartável.”
Getro Guimarães -- Getro
Capitão Nascimento, Jack Bauer, Bradock, Rambo. Todos grandes machões do cinema que não tem medo de enfrentar o perigo e salvar a pátria (e o próprio rabo) a qualquer preço. E mais um desses homens de coragem figura agora na lista: William James interpretado por Jeremy Renner, merecidamente indicado à melhor ator juntamente com outras 8 categorias disputadas por Guerra ao Terror (2009) no Oscar 2010. É difícil entender como uma trama passada no Iraque focada no misto de adrenalina com testosterona que compõe o trabalho do esquadrão anti-bombas possa ter sido dirigido por uma mulher, Kathryn Bigelow. Com Caçadores de Emoção (1991), O Peso da Água (2000) entre outros filmes no currículo, a ex-mulher de James Cameron é a primeira diretora com chances reais de faturar a estatueta dourada. Seu trabalho atrás das câmeras é impecável, com muitos ângulos delicadamente conduzidos em lenta sequência, mas que transmitem sensações pesadas e negativas que só a morte eminente traz. Nas mais de 2 horas de projeção o contador explosivo ruma compulsoriamente de encontro ao público, cercando-o de fobia, medo e total apreensão. Uma ou outra cena de alívio cômico os tiram do transe, mas o roteiro perfeitamente bem conduzido hipnotiza totalmente rumo ao delírio massacrante de homens viciados em guerra. Talvez Avatar (2009) roube alguns prêmios de Guerra ao Terror, porém , ao contrário do conflito que ainda se estende apesar da vontade oposta do pacifista Obama, o filme certamente não sairá impune da história do Oscar.
Posso estar contrariando a opinião de muitas pessoas, mas, para mim, “Guerra ao Terror” não é o melhor filme de guerra que já vi. “Apocalypse Now” e “Nascido Para Matar”, são muito melhores. Mas “Guerra ao Terror” não é um filme ruim, não. Pelo contrário, é um filme magnífico, que fica na minha lista dos melhores filmes de guerra. Oscar de melhor filme? Não, acho que não merece. O prêmio ainda fica com “Avatar”. Oscar de melhor diretor(a)? Sim, Kathrym Bigelow merece esta categoria. Se ela ganhar, vai ser a primeira diretora a ganhar um Oscar. Bem, vamos aguardar para ver. “Guerra ao Terror” é, junto de “Avatar”, o campeão de nomeações este ano, possuindo 9 indicações. Teria fortes chances de ganhar em fotografia, trilha sonora e edição, mas tem como concorrente o filme de Cameron, que com certeza irá ganhar. Uma curiosidade: Bigelow é a ex mulher de Cameron. Ambos lideram as indicações. Agora vou falar um pouco do filme em si. “Guerra ao Terror” é um retrato sufocante da guerra do Iraque. A sensação que acompanha o filme, bem como os personagens, é de pressão, cansaço, precariedade, angústia e ansiedade. Claro, que, para se conseguir chagar ao nível carregado do filme, precisa-se ter uma sincronia perfeita entre os responsáveis pela produção. E isso acontece, e vemos claramente, quando os minutos de projeção vão passando. Incrível. Uma ótima fotografia, sufocante, um som invejável, que causa sensação de apreensão, e uma direção impecável, de Kathrym Bigelow, fazem esta obra cinematográfica funcionar e ser tão boa. O estilo adotado pela diretora, faz o filme parecer um documentário, com sua forma observativa. As vezes o filme se perde um pouco no excesso de zoons no rosto dos personagens, mas isto é um pequeno detalhe, comparado a magnitude de toda a obra. Enfim, “Guerra ao Terror” fica entre os melhores 5 filmes de guerra que assisti, junto de “Apocalypse Now”, “Nascido para Matar”, “Pearl Harbor” e “O Resgate do Soldado Ryan” (entraria também “A Lista de Schindler”, mas não considero um filme de guerra). O filme acompanha os últimos dias de um batalhão anti-bomba, em plena guerra do Iraque. Muito bom!
Publicado por: Selton Dutra Zen -- cdecinema.blogspot.com
“O pente de balas já vem sujo de sangue mesmo antes de disparar.”
Marcelo Hessel – Omelete
“O melhor filme sobre a guerra do Iraque.”
Emílio Franco Júnior -- CinePlayers
“O horror da guerra, sua loucura e capacidade de viciar.”
Gente que começou a acompanhar cinema, entre as décadas de 80 e 90, que curtem uma boa ficção ciêntifica, e além de tudo, gosta de indagar teorias nos filmes do estilo. Irão apreciar muito o diretor e a obra, citada aqui.
Falarei hoje sobre o filme Contato, de um cara que é pra mim, um dos maiores cineastas do gênero, ainda vivo e fazendo seus trabalhos.
O nome do sujeito é Robert Zemeckis, responsável por filmes como a trilogia De Volta Para o Futuro, o fantástico Forrest Gump -- O Contador de Histórias, a aventura psicológica Naufrago e do intrigante Contato.
Queria hoje dar ênfase, justamente a esse filme ?Contato?. Que é pra muitos, a possível visão mais próxima de que existem raças diferentes além dos seres terráqueos.
Robert Zemeckis já muito conhecido por ter realizado sua trilogia mágica de De Volta Para o Futuro e o clássico Tudo Por Uma Esmeralda. Faz em 1994 o maior filme da sua carreira. Vencedor de vários Oscars, aclamado por críticos e cinéfilos, Forrest Gump -- O Contador de História firma o diretor de vez na história da sétima arte. Ou seja, com esse mérito, ele já tem total liberdade pra criar trabalhos ambiciosos e levar a frente com toda coragem.
Foi assim que ele abraçou o então projeto de George Miller. Tido como uma das grandes revoluções da época em termos de ciência e fé nos cinemas.
Em meados de 1997, é lançadoContato. Que contava com atriz Jodie Foster para ser a frontman da película. Ao lado também de Matthew McConaughey e David Morse, que foram importantíssimos para que a personagem de Foster tivesse o ovacionamento devido. O filme conta a história de uma garota que logo após seu nascimento, foi órfã de mãe, e ao completar nove anos de idade, ver seu pai ter um enfarto e morrer nos seus braços. Já abalada pela morte da mãe, a menina busca nas estrelas, respostas para sua vida. Tendo consigo um aparelho transmissor de radio freqüência com contato a médio alcance, dado pelo pai, tenta sempre fazer comunicação com o desconhecido e achar ali a linha da sua mãe.
Com a morte do pai, ela cresce sozinha e totalmente descrentes nas possiveis religiões ao seu redor. Tornasse uma grande cientista (Ellie) que tenta a qualquer modo, fazer uma das maiores descobertas do século. Falar com alguma civilização alienígena, que abita outro planeta fora da nossa orbita.
Sempre com muito esforço e dedicação, ela recebe ajuda de custo do governo dos Estados Unidos. Mas devido há muitos anos sem evolução, o projeto da doutora é cancelado e ela sai louca em busca de outro patrocínio para sua pesquisa. Encontra, mas de uma empresa que esconde vários segredos dos seus funcionários, dentre eles, nunca saber quem é o verdadeiro dono.
Depois de quase sete anos de muitas tentativas, as coisas já estão denovo para se acabar e voltar à estaca zero. Mas eis que em uma tarde, Ellie em cima do seu carro, ao lado do seu transmissor, e das antenas de alcance, ver algo muito estranho, uma comunicação jamais capitada. Uma espécie de ordem prima de números, feitas por batidas que ao nosso modo seriam estáticas sonoras. Depois de muitos estudos e varias tentativas de percepção, algo é encontrado e descodificado. Eles recebem de um planeta distante, uma mensagem da propaganda nazista, com Hitler discursando, que havia chegado lá há muitos anos atrás e só agora nos conseguiríamos capitar. Mas pra surpresa de muitos, dentro dessa transmissão existia também um tipo de esquema decodificado, mostrando como se faz um tipo de portal ou campo de força com uma tecnologia muito além da nossa.
O governo americano se ver na obrigação de construir a coisa, em pró do desenvolvimento da ciência. Selecionam um possível candidato para fazer uso da mesma e testam o que seria a possível mensagem dos ETs. Ellie se dá como voluntaria e entra no portal, pra enfim poder provar através de algo, que existe sim, vida inteligente além da terra.
O que ela vive pessoalmente ao entrar é algo surreal e inédito ainda no mundo dos cinemas. Entrando por diversos túneis espaciais, ela passa o que foram 18 horas na sua cabeça de conhecimentos e visões que nunca um ser humano pensou ver. Parando enfim em um planeta e sendo recebida pelo ser habitante com a forma do seu pai, em um local lindo, uma praia belíssima, com o clima magnífico. Lá são levantadas muitas questões filosóficas, se você parar pra ver o que esse filme nos faz duvidar e ate mesmo acreditar, perderíamos completamente a fé em certas coisas. A criatura dizendo por fim que ela foi o ser humano escolhido pra ter essas visões e que só na memória dela, bastaria para a terra.
Ao voltar desse mundo, ela é acordada dizendo que o projeto falhou e que a nave onde ela estava, quando entrou no portal, não durou mais que cinco segundos ao cair na água. Os aparelhos acoplados no seu corpo filmaram apenas estéticas de radio. Mais uma vez ela não tem como provar cientificamente que o que viu, era uma das coisas mais fantásticas de todos os tempos.
E aqui os roteiristas de Contato, levantam o que é pra mim, a questão mais importante desse filme? Você acreditaria em uma pessoa que se diz totalmente ateia conseguir ir pra outro planeta, conversar com seres do mesmo e lá eles mostrarem a visão deles sobre os humanos e as nossas riquezas? Mesmo que ela não tivesse a suas mãos, uma prova concreta desse acontecimento.
Ou preferiria continuar com sua religião e política, acreditando que os cientistas só fazem a cada ano, acabar com a fé das pessoas e não conseguem mudar nossos pensamentos de que o mundo foi criado por um ser superior e que haja o que houver essa crença nunca será abalada.
São realmente muito questionáveis as referências que esse filme nos mostra. Temos nele classes muito perigosas de se falar: Política, religião, fé, ceticismo, amor e mentiras. Foram poucos os que ousaram no cinema, colocarem a prova esse tipo de coisa, para as pessoas refletirem e se indagarem.
Em termos técnicos o filme por ser de 1997, não teve um orçamento tão alto assim. Efeitos típicos da época, a maioria deles feito no computador, e que hoje se prestarmos atenção nisso, vemos já, certo envelhecimento de algumas cenas. Nada a falar do roteiro, sim de aspectos técnicos com efeitos visuais.
Uma grande direção, um fantástico roteiro e um apanhado de referências, tornam ?Contato? pra mim, um dos maiores filmes de ficção científica, já realizado. Robert Zemeckis mais uma vez tem meus parabéns.
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Publicado por: Wilker (Willtage) Medeiros -- willtage@gmail.com
Tratando-se de Oscar, Morgan Freeman é um pé de coelho pra quem deseja que sua obra seja agraciada com o prêmio de melhor filme. Ao todo foram 3 longas em que Freeman atuou que receberam a honraria máxima da Academia: Menina de Ouro (2004), Os Imperdoáveis (1992) e Conduzindo Miss Daisy (1989). Este último, um drama doce e sensível, que também recebeu os Oscars de Roteiro Adaptado e Melhor Atriz para Jessica Tandy, estrela do clássico Tomates Verdes Fritos (1991) falecida em 1994. Ambientado nas décadas de 50, 60 e 70 o filme mostra a evolução do relacionamento da viúva Daisy com seu chofer Hoke, ao mesmo tempo que apresenta as mudanças de paradigmas (ou não) nos preconceitos da nação norte-americana. Ela judia. Ele negro. E ambos grandes amigos, apesar dos gracejos dele e da teimosia dela. À primeira vista a trama e a premissa do argumento principal podem parecer leves, mas cenas de uma sutileza impecável revelam a profundidade da obra, como a cena em que os policias “caipiras” do Alabama, bem desconfiados, os param na estrada especulando a viagem de ambos, ou quando o motorista precisa urinar na beira da estrada, pois os banheiros de postos de gasolina são apenas para brancos. Destaque também para a maquiagem, que faturou mais um Oscar para a produção. A equipe responsável soube envelhecer em 3 décadas até o co-adjuvante Dan Aykroyd, do filme “Sessão da Tarde” Os Caça-Fantasmas (1984), que interpreta o filho de Miss Daisy. Ao final, a sensação é que cada minuto nos leva a despir uma singela margarida tirando-lhe pétala por pétala num bem-me-quer / mal-me-quer gracioso.























