Até que ponto um romântico assumido pode levar na brincadeira algo que gostaria que fosse sério? Para sempre?
Até onde alguém pode ir em busca de fazer nascer o amor em um coração ermo?
Seguimos a vida de Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) por 500 dias, desde o momento em que ele põe os olhos pela primeira vez na bela, porém distante, Summer Finn (Zooey Deschannel), até o desfecho dessa bela história, contada de maneira atemporal, intercalando os dias do início, meio e fim. Nos fazendo, a cada minuto-dia desta jornada, sentir o tapa da realidade, fazendo nos torcer, chorar, rir e imaginar o final desta.
Com uma trilha sonora curiosa no mínimo, o diretor prende a nossa atenção, cada fato com a música apropriada, cada música lembrando algo de importância na vida do casal. Sempre com um pé nostálgico nas décadas de 70 e 80.
Algo de bom surge deste relacionamento: o crescimento dos dois personagens. Esta é a lição. Não importa o que aconteça, não importa se acontece como queremos ou não, o que vale é o que ganhamos no tempo que temos com a pessoa amada.
Publicado por: Júlio César Nardone -- andrionsthoughts.blogspot.com






















[...] This post was mentioned on Twitter by Mariana Bonfim, nardone. nardone said: RT @MarianaBonfim: Crítica de @nardone sobre 500 Dias com Ela no MovieYou http://migre.me/hMk7 [...]