Ilha da Fantasia

Medo. Isolamento. Paranoia. Loucura. Ilusão. Insanidade … Estes são apenas alguns dos pontos tratados pela mais nova obra do mestre “gangsta” Martin Scorsese.  O livro no qual o filme Ilha do Medo (2010) se baseou recebeu no Brasil o título de Paciente 67. O autor é o best-seller Dennis Lehane que já teve outra obra que se transformou num belíssimo filme nas mãos de Clint Eastwood: Sobre Meninos e Lobos (2003).  Em Paciente 67 somos conduzidos nos 4 dias em que um agente federal se vê, literalmente, claustrofobizado na ilha Shutter que detêm assassinos psicóticos. No filme houve a omissão ao pai do protagonista e de suas tendênsias suicidas. Nada disso, porém, tira o brilho ofusco do filme. Leonardo DiCaprio, assim como em Foi Apenas um Sonho (2008), me surpreendeu com uma imponente e visseral interpretação. Pontos também para Mark Ruffalo, Ben Kingsley, Michelle Willians e o excelente Jacke Earle Haley (O Rorschach de Watchmen - 2009) roubando sua única cena como um dos pacientes do manicômio judiciário. A trama transporta para a grande tela o imprevissível desfecho que vale por todos os sustos tomados e o suspense delirante, além dos sonhos fantasiosos que nos confundem mais ainda. Pegue a balsa, tome uma aspirina, fume um cigarro e mergulhe nas geladas águas de uma ilha que faz com que nos confrontemos e , quem sabe, aceitemos os nossos mais profundos fantasmas. Tudo sob a tutela de um gênio do cinema ainda vivo e gratificantemente produtivo.

Ilha do Medo 2 Comentários
Crônicas de Uma Vida Miserável.

Acho que “Preciosa” tem várias outras funções além de entreter o público. Esta produção nos faz pensar, refletir sobre nossas atitudes. Será que nós estamos descriminando alguém, por algum motivo, sejam eles: cor, religião, opção sexual, aparência física? Será que não estamos dando valor ao que temos? Além de nos fazer refletir sobre nossas atitudes, esta produção de Lee Daniels, inova, revoluciona (de certa forma) e nos apresenta a talentos, até então desconhecidos. É uma surpresa ver Mariah Carey atuando bem em um filme. Surpresa também ver Mo’Nique, uma comediante, interpretando o papel da mãe de Preciosa, de maneira tão visceral! Aliás, aposto em Mo’Nique, para melhor atriz coadjuvante. É impressionante a sua atuação, principalmente em brigas verbais. Nestes momentos, Mo’Nique, faz quem esta assistindo se arrepiar! “Preciosa” nos apresenta a uma atriz brilhante, até então desconhecida: Gabourey Sidibe. Esta atriz, para mim, merecia vencer o Oscar, mas é bem provável que perca para Sandra Bullock (Não assisti a “Um Sonho Possível”, então não posso expressar minha opinião sobre Bullock, mas, de acordo com o que todos dizem, ela merece). E, ainda por cima, “Preciosa” entra para a história do Oscar, porque Lee Daniels, o diretor do longa, é o primeiro diretor negro a ser indicado. “Preciosa” possui uma trilha sonora impecável. Algumas músicas que se destacam: “It Took a Long Time” e “Destiny”. Mas, infelizmente, “Preciosa” se perde um pouco por inserir muitos desejos de Preciosa, quebrando assim, o clima de tristeza que o filme cria. Mas, de resto, o filme se sai muito bem. Possuindo uma fotografia, que em muitos momentos se torna exagerada, consegue nos passar muito bem a tristeza, a escuridão, a sujeira da casa de Preciosa, com cores mortas, amareladas, contrastando com as cores vivas e alegres dos desejos de Preciosa. “Preciosa” concorre a seis Oscars, e acho que leva em atriz coadjuvante, e talvez, em roteiro adaptado. Por falar em roteiro, é adaptado do livro “Precious: Based on the Novel Push by Sapphire”, e conta a história de uma garota obesa, negra, semi-analfabeta, mãe de uma menina de com síndrome de Down e grávida de um outro filho. Ela é estuprada pelo próprio pai e agredida pela mãe. Mas, apesar de tudo ela não desiste, entra numa escola especial, e tenta mudar sua vida. Filme muito bom, mas que não merece ganhar o Oscar de melhor filme.

Publicado por: Selton Dutra Zen -- cdecinema.blogspot.com

Episódios Imaginativos da Fértil Mente de Tarantino!

Quentin Tarantino é um dos melhores cineastas, na minha opinião. Sua criatividade é imensa. Ele sabe muito bem acrescentar um tom humorístico aos seus filmes, sem prejudica-los. Como todos os seus outros filmes, “Bastardos Inglórios” possui violência, ironia e uma maneira diferente de contar uma história. Em seus outros filmes, Tarantino optava por um roteiro não linear para narrar a trajetória de um, ou mais personagens. Aqui, em seu mais novo filme, ele opta por contar a história de uma maneira mais linear, mas claro, dando seu toque especial, para assinar a obra. Neste filme, não viajamos tanto pelo tempo, não temos que encaixar todas as peças, como um quebra cabeça. Mas, mesmo assim, “Bastardos Inglórios” não deixa de ser uma obra-prima. Ao longo da projeção, notamos referências aos seus outros filmes, como “Kill Bill vol. 1 e 2″, “Pulp Fiction -- Tempo de Violência”… E, claro, como de praxe de Quentin, todo o filme é incrivelmente bem produzido. Tudo é impecável. Partindo da fotografia, passando pelos diálogos e pelo roteiro de mestre, pela trilha sonora que é empregada no momento mais preciso possível, até a direção, que nem preciso comentar, basta falar que sou muito fã de Quentin Tarantino. O elenco conta com Brad Pitt, reformulado, com uma ponta de Mike Myers, e com Christoph Waltz, que concorre ao Oscar de melhor ator coadjuvante, e acho que irá ganhar. “Bastardos Inglórios” concorre em cinco categorias. E, realmente, é um candidato muito forte, pena que concorre com “Avatar”, que vai tirar muitos prêmios de “Bastardos Inglórios”. Enfim, se não fosse “Avatar” (não desmerecendo “Avatar”), esta mais nova produção de Tarantino tinha fortes chances de levar edição e fotografia, mas acredito que ele não saia de mãos vazias: eu aposto em “Bastardos Inglórios” para ator coadjuvante e roteiro original. Enfim, agora é só esperar a noite do Oscar para conferir. Mas, uma coisa é incontestável, “Bastardos Inglórios” é uma obra-prima, e Quentin Tarantino é um gênio! Tarantino leva às telas sua visão imaginativa do fim de Hitler e do Nazismo. Um grupo de homens tem um missão, matar nazistas, escalpela-los e fazê-los sofrer. Mas um plano de executar Hitler vem a tona, e paralelamente, uma mulher planeja vingança contra os nazistas, por matar sua família. Filme incrível! (Obs: SE VOCÊ NÃO ASSISTIU ESTE FILME AINDA, PARE DE LER ESTA FRASE, POIS CONTÉM SPOILER. A cena em que o cinema está prestes a ser incendiado, é genial!)

Publicado por: Selton Dutra Zen -- cdecinema.blogspot.com

Bastardos Inglórios Seja o 1º a comentar
“Nut Up Or Shut Up”

Sabe aquele filme que estava faltando? Aquele filme de comédia incrível que você não poderia deixar de assistir? Pois bem, “Zumbilândia” é isso, e muito mais! Quando a sessão se encerrou, a sensação que eu tinha era de realização. Por ter assistido a uma obra-prima da comédia. Tamanha é a capacidade cômica e narrativa, que este filme conquistou desde os expectadores mais leigos, aos críticos de cinema. E posso afirmar que “Zumbilândia” é um dos melhores, se não o melhor, filme de comédia que estreia em 2010 no Brasil. Exagero? Não. É até difícil de descrever tamanha diversão e genialidade a que os expectadores são expostos. Eu realmente me surpreendi, pois não esperava algo tão bom! Começando por Woody Harrelson, que se encaixa perfeitamente em seu papel, por ser uma pessoa com perfil e características físicas muito parecidas com a de seu personagem. Sua interpretação? Nada de mais, mas não é isto que importa neste filme. Não ligamos muito para atuações, ou profundeza de roteiro, enquanto assistimos ao filme, pois o que vemos em tela nos contagia! E, claro, não poderia deixar de comentar a participação especialíssima de… (não vou estragar a surpresa de quem não assistiu), resultando numa das melhores e mais engraçadas sequências do filme. E o melhor de tudo é que esta participação é surpresa. No trailer não consta nada sobre ela. E isso é muito bom! Aliás, o filme faz várias referências a outros filmes que se eternizaram. Como “Laranja Mecânica”, explicitamente “Os Caça-Fantasmas”, “2012″, entre muitos outros filmes. E para quem pensa que este filme não tem um bom roteiro, se engana. O mesmo pode não ser tão profundo, mas é muito original e ágil na maneira de desenvolver a história. E, como se já não bastasse tudo isto, o filme ainda possui uma edição invejável. Não por intercalar cenas de modo genial, mas sim, pela beleza estética (sabendo aplicar na hora exata a câmera lenta), e, consequentemente o timing exato. E ainda, a fabulosa edição, enquanto algum personagem relembra as regras, ou as bota em prática, as mesmas aparecem na tela, e interagem com o ambiente em que estão. Genial! Somente pela sequência dos créditos iniciais, o filme já vale o ingresso. “Zumbilândia” possui a história de um garoto que luta para sobreviver em uma ex-Terra dominada por zumbis, denominada Zumbilândia. Ele conhece então um homem que tem o prazer de matar zumbis, e posteriormente os dois conhecem duas irmãs, que também lutam para sobreviver. Os quatro se juntam e vão rumo a um parque de diversões, mas… Vale muito a pena!(Obs: O filme foi produzido em 2009, mas lançado no Brasil somente em 2010).

Publicado por: Selton Dutra Zen -- cdecinema.blogspot.com

Zumbilândia Seja o 1º a comentar
Madiba

Nenhum povo entende tanto quanto o brasileiro o quão a proximidade do esporte do povo, dá este a moral para seguir bem os seus dias. Para uma parcela ganhar uma copa do mundo não traz benefícios ao povo, pois os países desenvolvidos levam bomba nos esportes e tem um bom um desenvolvimento político. Ora, esse é um pensamento que vê de um ângulo muito pequeno a situação. Com tantas mazelas políticas ver pessoas ganhando honestamente a vida e vencendo com o seu suor e representando o país no exterior é uma maneira mais do que justa de demonstrar o Brasil que deu certo. Mas, porque essa introdução se o texto é para falar de Invictus, que retrata um time de rúgbi da África do Sul? Bem, o esporte é outro, mas a intenção de Madiba, ou melhor, Mandela foi a mesma, quando tomou as dores dos Springboks, um time de Rúgbi com poucas chances na Copa do Mundo. A discussão do medo e do rancor envereda muito bem pelo filme, o medo na figura do chefe de segurança de Mandela, sempre a espera de algum atentado ao Presidente Africano, e rancor nas declarações dos personagens que não compreendem porque Mandela resolveu apoiar entre claras aspas seus algozes. Tirar de uma parcela do povo o que ela presa, não é uma forma de suprir uma antiga injustiça, Mandela queria demonstrar a mudança de sua gestão, que o fim do Apartheid teria que trazer benefícios tanto aos de pele clara quanto os de escura. Daí vem o herói do filme François Pienaar, muito bem interpretado por um parrudo Matt Damon, alguém sem mácula que inspirado por um grande líder vai lá lutar por seu país. O Clint Eastwood gosta de trabalhar com personagens que mudam de idéia no decorrer da trama, aprendendo algo importante. E parece que tem certa queda pela cor verde, vide a Menina de Ouro. A realização de um filme com um final feliz, quem diria, assim como os personagens de seus filmes marcados por uma drástica mudança de idéia, creio que talvez Clint Eastwood esteja mudando também as suas.

Publicado por: QUEIROZ -- http://escritosmalditos.blogspot.com/

Promoção Ninja Assassino – Resultado

O MovieYou premiou dois leitores com um par de ingressos cada para conferir Ninja Assassino .

A pergunta da vez era “Qual seria a sua missão mais desafiadora como ninja?“.

E os vencedores que faturam um par de ingressos cada para sessões de Ninja Assassino foram :

@RobsonPorps -- “A missão mais desafiadora seria entrar no senado num sabado para matar alguém. Bem iria ficar na mão……”

@rafagnomo - “Minha missão mais desafiadora seria Matar Kratos do GOD OF WAR.”

Obrigado a todos os participantes e aguardem as próximas promoções no MovieYou!

Ninja Assassino 2 Comentários
Uma bala de prata, por favor

Eu esperava mais. Não que meu currículo de filmes de lobisomem seja dos mais vastos. O lobisomem americano em Londres, O Lobo com Jack Nicholson e Michelle Pheifer e Underworld, aquele do Lycan que cruza com a vampira. Eu acho mais graça nos filmes de vampiros, mas o interessante dos lobisomens é não ter controle sob suas atitudes noturnas. Ou seja, o lobisomem é uma vítima de seu dom, por assim dizer. Nisso o acerto na personalidade retraída de Laurence, muito bem interpretado por Benicio Del Toro, um bom homem que tem uma fera incontrolável dentro de si. No entanto a maneira que o rapaz se torna lobo… Sei que é uma refilmagem, que ou seguiram a risca a original, ou para dar um víeis de mais ação optaram por aquilo. Ah, vou falar poderia ser hereditário, seria prá lá de aceitável e compreensível. Sir Antony Hopkins, convence como fera, pois este interpretou a maior delas, algo que lhe rendeu um Oscar, e a personagem até recebe uma rápida e engraçada homenagem nesse filme. No entanto, falta roteiro para explicar o interesse da mocinha Gwen, papel de Emily Blunt, que como bem observou um casal ao meu lado na sessão, é a cara da Maria Fernanda Candido. Já Hugo Weaving não tem lá muito espaço para desenvolver seu Detetive Francis Aberline, já que não há segredo algum a ser desvendado, Todo mundo sabe o que Todo mundo sabe. O Lobisomem, face as suas cenas ultra violentas ganhou uma classificação etária de + de 18 anos, mas não vejo no filme nada que tire o sono de ninguém.

Publicado por: QUEIROZ -- http://escritosmalditos.blogspot.com/

O Lobisomem 1 Comentário
Sorry, You’re Fired!

Jason Reitman me surpreendeu pela primeira vez, em 2007, com “Juno”, produção também indicada a melhor filme no Oscar 2008. Uma particularidade curiosa, que se deve ressaltar, é que, os três filmes mais conhecidos e famosos deste diretor são comédias, ou como é o caso de “Amor Sem Escalas”, comédia dramática. E, geralmente, estes filme ganham uma indicação ao Oscar. Este fato me deixou com uma pulga atrás da orelha (desculpem a expressão antiquada). Será que Jason Reitman possui talento somente para comédias? Ou será que ele é talentoso em outros gêneros? Não sei. Fica ai, uma incógnita. Agora, temos que esperar seu próximo filme para responde-la. Enfim, voltando a “Amor Sem Escalas”. Posso estar contrariando a opinião de muitas pessoas, mas eu acho “Avatar” muito superior. “Amor Sem Escalas” até merecia ser indicado em algumas categorias ao Oscar (seis, contando com as duas indicações a atriz coadjuvante). Para mim, o filme não tem chance em melhor diretor, melhor filme, melhor ator e melhor atriz coadjuvante. Pode ser que ganhe em roteiro adaptado. Todavia, o filme merece sim ser indicado. O que merece destaque na produção é a sua fotografia, que opta por um tom de cor mais comum e por enquadramentos ageis, que expressam, além de naturalidade e rotina, a vida do personagem principal. No elenco, George Clooney, que desempenha uma boa interpretação, mas que na minha opinião não merecia ser indicado a melhor ator. Vemos também Vera Farmiga, esta que realmente merece ser indicada, embora acho que irá perder para Mo’Nique. Outro grande acerto do filme reside no roteiro, que ao mesmo tempo que acompanha e aprofunda a vida do personagem principal, vai nos deixando a par também da vida das duas mulheres que o cercam. Aliás, o roteiro é muito mais profundo. Ficamos sabendo da personalidade e do caráter da irmã do personagem principal (Clooney), que só conhecemos após uma hora de projeção. Por isto, acho que “Amor Sem Escalas” é um forte candidato a roteiro adaptado. De tão profunda, é até difícil de descrever a história deste filme. Tentarei. O filme acompanha a vida de um homem contratado por uma empresa para demitir funcionários. Acompanhamos então, suas viagens e as pessoas que o cercam. Vale a pena.

Publicado por: Selton Dutra Zen -- cdecinema.blogspot.com

Amor Sem Escalas Seja o 1º a comentar
Entre Dois Mundos

O furacão Oscar passou de maneira fulminante na vida de Peter Jackson, laureando merecidamente o esforço deste diretor neozelandês em transportar o fantástico mundo de Tolkien para a grande tela. Após este período, o cineasta se aventurou em dirigir o fracassado King Kong (2009) e na produção de pérolas como Distrito 9 (2009), além de estar envolvidos em projetos super-aguardados como Tintin, em uma parceria com Steven Spielberg, e O Hobbit, com a companhia de Guillermo Del Toro. Neste meio tempo o diretor se envolveu na história sensível e marcante de Um Olhar do Paraíso (2009), baseado no livro homônimo de Alice Sebold. A trama conta sobre uma garota de 14 anos, estuprada e assassinada, que fica com o espírito aprisionado entre dois mundos, a terra e o céu, enquanto a sua tragédia não é vingada. O roteiro se divide em duas visões distintas e desconexas, a da menina neste purgatório, lembrando em muito as cenas coloridas e fantasiosas de Amor Além da Vida (1998), e na investigação do psicopata que a matou, em um estilo de suspense inconstante e inconsistente como o de Zodíaco (2007). O grande destaque da trama fica por conta das belas interpretações do elenco que compõe o filme: Susan Sarandon como avó da garota, Mark Wahlberg e Rachel Weisz como os pais. Ambas as atrizes já foram premiados pelo Oscar em Os Últimos Passos de um Homem (1995) e O Jardineiro Fiel (2005), respectivamente. Mark foi indicado em Os Infiltrados (2007) e Saoirse Roman, a protagonista, também recebeu uma indicação no mesmo ano por Desejo e Reparação (2007). Já Um Olhar no Paraíso marca sua participação no Oscar 2010 graças à atuação psicótica de Stanley Tucci, apesar de achar que ele perderá o prêmio de ator co-adjuvante para outro grande vilão, no caso Christoph Waltz como o coronel Hans Landa de Bastardos Inglórios (2009). Ao final, fica a dica deste sensível filme para quem possui uma mente aberta para a espiritualidade e esperançosa na humanidade que ainda somos capazes de encontrar, mesmo em meio a acontecimentos tão maldosos e brutais.

Um Olhar do Paraíso 2 Comentários
Olhar Vago

“Um Paraíso fotográfico para todos os gostos.”

Mestre Zen – ZeroOitocentos

“Parece dois filmes opostos. Quando se fundem, a estranheza é inevitável.”

Marcelo Hessel -- Omelete

“Não corresponde a expectativa criada, tem poucos lampejos de originalidade, mas não precisa ser taxado como uma obra absolutamente descartável.”

Getro Guimarães -- Getro

Um Olhar do Paraíso 1 Comentário